Notas iniciais
Desculpem a demora, volteeeeeeeeeei. E trouxe comigo o maravilhoso Cameron Briel

— Não sei não, esse plano tá muito fraco pra eu me sentir segura. E por quê eu ajudaria um desconhecido? Estão abusando demais da minha nobreza.- Ariane discutia com Roland no jardim do campus.

— Mas eu estou bem curioso com tudo isso. Um poder perdido do qual nem nós temos conhecimento...

— E porque acha que não temos? Porque não é pra ser usado, no mínimo deve ser um poder apocalíptico que coloca em risco a humanidade e blá blá blá.

— Quanto drama, além do mais o que custa... Mas o que diabos?!!

Ariane seguiu o olhar de Roland e deparou-se com uma imagem inesperada. Um rapaz totalmente vestido de preto, seus cabelos estavam na altura do queixo e voavam em seu rosto enquanto ele caminhava até eles.

— Cameron Briel!- cuspiu Ariane cruzando os braços.

— Olá. Como vocês estão?

-Nem se dê ao trabalho de fingir casualidade, o que te trás aqui?

— O mesmo motivo pelo qual vocês nunca saíram daqui. Lucinda e Daniel.

— Ah não me diga.

— Tá, só a Lucinda. Estou preocupado, ouvi rumores, e não consegui ficar longe.

— Ah é? Que rumores?

— Do tipo que vai destruir a vida deles. — baixou a cabeça. — Eu sinto saudade daquele tempo.

— Em que você infernizava todo mundo?

— Eu ajudei não foi? Foi difícil seguir sem vocês, eu não consegui.

— Não é mais como naquele tempo Cam.

— Eu sei, e é isso que quero garantir, que Luci não volte aquele tormento, ela não precisa disso.

— Sei. Me deixem ajudar.

— Não confiamos em você senhor "minha escolha final é sempre o mal", principalmente com Lúcifer rondando por aqui.

— Espere aí, Lúcifer??? Não pode ser! Isso é mais um motivo pra eu ficar, vão precisar de toda ajuda possível.

Patch chega interrompendo a conversa.

— Precisamos de vocês dois agora. – Olhou de forma analítica pra Cam, franziu os olhos.

— Deixa eu adivinhar, rosto inexpressivo, olhar de cafajeste, gótico, também é um anjo né?

— Exatamente.

— Sou Patch.

— Cam.

— Se veio pra nos ajudar seja bem vindo, precisamos mesmo.

— Não acho que seja uma boa ideia Patch. – Rolland disse.

— Quer saber o que não é uma boa ideia? Essa situação toda, um poder oculto, anjos que não são mais anjos, imortais que também são humanos, tudo isso é péssimo, mas precisamos saber, antes que outros o façam.

— Ele não é confiável.

— Eu também não sou. Agora vamos.

Ariane realmente esperou aquele sorrisinho vitorioso do Cam, mas este não veio, ele seguiu Patch em silêncio.

— O que há com ele?