A Imperatriz Consorte conseguiu alcançar a entrada do Palácio e passou pelo corredor principal para a sala de cristal onde a voz de sua esposa vinha.

Um enorme ataúde de cristal estava disposto no centro e dentro dele o corpo de uma jovem repousava serenamente em meio a rosas vermelhos, cabelos negros como a noite, labios vermelhos como o sangue e pele branca como a neve, era de lá que o a voz de tom anóbino vinha, mesmo que sua boca não se mexesse era sua alma que cantava.

A Consorte se ajoelhou ao lado do ataúde pronta para liberta-lá.