À lua branca que sofre transformações

Visíveis a qualquer ser que possa sentir

Ter a mim, eu mesma

Porque um coração só não pode bater.

Luzes a minha volta queimam ao redor

Insignificantemente, até uma simples folha

Misteriosamente, sem fogo algum

Destrói o mais puro ar.

Reafirmando ao pequeno circulo branco

Que para mim, é um brilhoso azul

Que não posso seguir só

E que a mim, não tenha dó.

Se for para ser assim a qualquer um

Não conseguirei me adaptar de imediato

Algo desconhecido é tão medonho

Como a grandiosa e pequena lua azul.

Notas finais
Ok, eu sei que está paia. Mas é apenas uma poesia de inauguração. @_@