Se você está lendo este capítulo, provavelmente, é por que leu a sinopse e gostou da história. Mas se viu apenas o título e veio logo ao primeiro capítulo, volte e leia a sinopse. Minha história é longa e detalhada. E algumas coisas devem ser poupadas de serem repetidas.

Meu nome é Charlie, tinha dezesseis anos quando tudo aconteceu. Bom, a minha vida é de um adolecente, parecido comigo óbviamente, normal. Eu adoro ler, sempre adorei. E a aventura veio até mim graças á minha apreciação pelas letras.

Vamos ao ponto.

Era uma segunda — feira, véspera de prova de português, quando meu guarda — roupa balançou de uma forma estranha. Bem, não parecia um balançar, parecia mais que estava com cócegas no estômago. Mas, ambos sabemos que um guarda — roupa tem estômago tanto quanto cócegas. Finalmente, me aproximei do meu velho acolhedor de cuecas e meias e abri a porta. De lá caiu um garotinho, que aparentava uns sete anos. A pequena criatura tinha pele muito branca, seus cabelos eram louros e fartos, e seus olhos eram bastante pretos. Quinze minutos depois, pude concluir que o garotinho era mudo, por isso entreguei a ele um papel onde o menino escreveu com suas letras garrafais:

Você precisa nos ajudar, foi escolhido devido sua coragem e semelhança á nobreza. Tudo está uma bagunça, venha precisamos de você.

Assim agarrou meu braço e me puxou pela janela. Num instante conseguir ver o momento entre o contato do meu rosto e o asfalto, mas logo notei que antes disso uma luz verde nos engoliu, nos levando á outra dimenção.


Notas finais
Bom, se alguém gostar me avise no comentários para que eu poste um novo capítulo. Aliás, não existe show sem público =3