Em Busca de Um Olhar
2 Capítulo um
Notas iniciais
Queria agradecer a NCullen, Tah_Larceda, Gid Cullen, kehfrois e Jess_Cullen.
Obrigada meninas
Bom essa fic era pra ser uma original,só q eu resolvi botar como Ed e Bella, pq eu tenho um publico.kkk
Mesmo assim, no meu pc ainda será uma original kk xp
Bom só queria falar Boa leitura!
Meu nome é Edward Cullen, tenho 19 anos e na época de meu acidente estava com meus 17 anos, eu era o típico garoto surfista, cabelos lisos e grandes que sempre cismavam em entrar em meus olhos o que me fazia sempre os jogar para o lado, no que se transformava em um terrível tique nervoso, meus cabelos tinham um tom loiro escuro meio acobreado, meus olhos tinham um tom de verde que as meninas sempre comparavam a duas belas esmeraldas, eu era alto pros meus 17 anos, tinha 1,87 e não era muito forte, era na medida certa, nem muito musculoso, nem muito esguio.
Eu pretendia me tornar surfista profissional, não posso dizer que não pensava em ter uma profissão, mas a única que eu tinha certeza até aquele momento, era o surf. Minha vida com toda certeza se resumia a isso, sentir as ondas do mar batendo em minhas pernas enquanto eu estava em uma prancha, a brisa que soprava em meu rosto que tanto me acalmava e a tranqüilidade que ele me proporcionava.
Como um típico surfista, todos os dias as 6h da manhã eu já estava na praia pronto para pegar as primeiras ondas da manhã, quando o mar ainda estava de ressaca.
Sempre que saia do mar feliz, me sentindo completo por ter feito o que eu mais gostava.
Sempre que surfava sentia que meu dia seria perfeito, quando estava chacoalhando meus cabelos que estavam um pouco grande e batiam em meus olhos, tentando assim inutilmente dar um jeito neles, todos os dias vislumbrava ela me olhando e não sei por que sempre sorria de lado, me sentindo bem por está sendo observado por ela...
Quando voltava para casa sempre a via.
Não posso dizer que foi amor a primeira vista, pois não foi. É claro que a achei bonita, mas eu podia ter quem quisesse e isso já tinha se tornado cansativo, eu necessitava de um desafio, sei que seria um desafio tentar ter algo com ela já que a propria me considerava um amigo distante — já que nos falávamos pouco. Isabella Swan, uma bela garota que com seus cabelos castanhos totalmente desfiados até alguns centímetros abaixo do ombro, sua pele clara e seus olhos verdes mar, — eram claros como naquelas praias paradisiacas -,faziam um contraste perfeito com seus cabelos escuros. Houve uma época que eu posso dizer que era encantado por seu jeito, por tudo que vinha dela. Na época nós tínhamos 11 anos e ela era mais alta do que eu. Bella havia acabado de se mudar para a cidade, não precisamos especificar a cidade isso não é importante, a família dela comprou a casa vizinha a minha, o que importava naquela cidade era a praia incrível que eu tinha como quintal, aquela praia era o que eu mais gostava, era minha vida.
Era estranha essa relação que eu tinha com Isabella, pois no colégio não dirigia uma palavra a ela, quase não a notava, não que na praia eu falasse com ela, porém sabia que a propria existia, e gostava de saber disso. Fora do colégio podia ver que sentia algo forte que sempre me levava a Bella.
Não deveria pensar nela, tinha que me focar no campeonato de surf que participaria no Hawaí. Não que eu gostasse dela, eu só achava que ela seria uma ótima distração.
Assim que chegou as férias fui logo para o Hawaí, tinha acabado de completar o ensino médio. Queria chegar lá algumas semanas antes da competição, queria praticar um pouco.
E tudo aconteceu tão rápido que me pergunto se tudo não passou só de um sonho ou melhor, um pesadelo.
Me lembro como se tivesse acontecido a poucas horas, para mim ainda parece tão recente.
Posso me recordar das ondas batendo violentamente a minha volta, não me deixando subia a superfície, me lembro também que nas poucas vezes que consegui chegar a ela vinha outra onda e me jogava para mais fundo, eu já estava tomado pelo desespero será que seria meu fim? Morrer afogado, fazendo aquilo que amo? As ondas continuaram a me jogar mais e mais fundo e quando dei por mim estava sendo levado para as pedras que lá haviam, comecei a me debater tentando assim fugir daquilo que para mim, não daria em boa coisa. Mas uma rajada de água me atirou para as pedras me fazendo bater com força e assim perdi a consciência.
Acordei meio grogue e sentia que abrir os olhos era algo que me parecia impossível, parecia que tinha algo o tampando. Colado em meus olhos o que não o deixava ser aberto. Tateei meu rosto tentando encontrar o que me incomodava tanto. Percebi que estava vendado e achei estranho isso, então comecei a tirar a venda quando escuto alguém falar pra mim não continuar e foi assim que fiquei sabendo que estava cego e não tinha mas jeito de voltar atrás, eu não podia mas fazer as coisas que antes para mim eram tão normais e agora tão impossíveis.
Eu me encontrava arrasado, queria ter morrido afogado a ter que agora passar minha vida toda na escuridão.
Quando os médicos me deram alta meus pais que a essa altura já estavam no Hawaí estavam no quarto comigo, minha mãe segurando minhas mãos fortemente enquanto o médico tirou a faixa que estava em meus olhos e assim que os abri, como eu já esperava, mas tinha um fio de esperança que um milagre acontecesse, mas ele não veio, eu estava realmente cego e arrasado.
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