Notas iniciais
Oi(morrendo de sono aqui) São 01:21h e cá estou eu a postar. Não vou me demorar porque eu só vim posta mesmo.
Desculpem-me a demora, mas todas temos vidas fora do nyah, quem me dera só viver do nyah(sou viciada) mas às vezes não da pra digitar e a inspiração acaba ;/
Mas,eu estava estudando e sendo vigiada o que tornava impossível digitar ;p Então, dêem-me um desconto e comentem XD Prometo que agora com as férias irei postar muito mais rápido, em todas minhas fics. Obrigada por todas que comentaram o ultimo cap XD

Capitulo seis

Sei que às vezesacabo tornando-me repetitivo ao dizer a todo momento que acordo, que não há razão para viver. Talvez eu só tenha sobrevivido para que minha mãe não sofrer tanto, de certa forma eu não sou mais o mesmo, aquele Edward que ela viu nascer e crescer não existe mais, de qualquer jeito tudo que aconteceu serviu para algo, nos uniu.

E Isabella, bom, essa nem sempre se dar conta de que hoje eu sou o que restou da dor, da minha dor. Eu não consigo apenas viver e era a única coisa que deveria realmente aprender a fazer...viver.

Será que tudo isso é apenas o medo, medo de ser quem eu sou? Aceitar-me, bem que eu queria, eu deveria fazer esse feito! Pois no final sou tão preconceituoso quanto aqueles que acho que são. E acabo sendo digno de minha própria pena.

Eu admiro o que me faz voltar a ver a vida como sempre quis, minhas verdade ninguém vai mudar e apagar o que foi feito aqui.

-Edward, parede se auto punir e vamos a praia. -disse uma voz bem conhecida na porta de meu quarto.

-Por que eu deveria ir a praia?-indaguei desanimado.

-Ah menino, você às vezes você é tão teimoso. -falou em tom brincalhão. -Se eu não te conhece-se até poderia esperar um suicídio. -disse rindo. E veio em minha direção e pude sentir o colchão de minha cama afundar o que significava que ela estava sentando-se ali.

-Vontade não me falta. -disse simplesmente com meu mau humor habitual. -Só não faço isso por minha mãe, como sempre digo: ela não merece. Já sofre demais com minhas condições atuais de invalido. -disse seco.

-Edward, não seja tão dramático. -disse cética. -Você não é um invalido é só especial, para todos: para sua mãe, seu pai e ... para mim. -disse baixo o final de sua declaração, de sua sessão de auto estima.

-Vá embora Isabella. -disse cansado, ela me irritava às vezes.

-Você estava tão bem ontem. -disse ela já triste. -Cheguei a pensar que você estava voltando a ser... -não a deixei terminar.

-A ser quem eu costumava ser? -perguntei debochado. Ela permaneceu calada então resolvi prosseguir. -Entenda Isabella, eu nunca mais serei o mesmo, acostume-se com isso. -disse com a voz seca e transbordada de ódio.

Ela apenas levantou rapidamente e saiu do quarto correndo, sem dizer nada e apenas o que sobrou em meu quarto foi o: silencio e a solidão que sempre o acompanha.

Isabella PDV

Eu nunca tinha visto-o daquela maneira, tão descontrolado. Ele parecia-me tão assustado para o que lhe reservava o mundo, o mundo que ele não sabe se defender, um bichinho acuado, com medo de tudo e todos.

Isso deve ferir muito seu ego, essa impotência perante o mundo. A impotência de varias maneiras deixa o homem inseguro sobre si e perante a vida.

Pensei que depois de nossa tarde juntos, ele estaria melhor. Mas Edward nega-se a viver, ele acha que não é mais o mesmo e encontra-se na negação de fatos a sua volta

A sua forma de convencer a si mesmo de que o que ele tanto preza é o certo e o pratico, ele tenta apenas ser uma pessoa pragmática sem poder.

Não vou negar que o que ele disse-me naquele quarto ferio-me, eu não esperava que ele fosse tão frio. O problema é que eu nunca iria me acostumar com o fato dele está tão diferente, o que sempre admirei em Edward era sua forma de viver, sempre feliz e com um sorriso no rosto, mas hoje em dia, são poucas as ocasiões que o fazem sorrir.

Magoava-me vê-lo dessa maneira. Como eu sentia falta do antigo Edward, sempre o admirei pelo valor que ele dava a sua vida. Ele sempre parecia-me satisfeito com tudo.

Um lado insano meu levou-me a crer que a vida dele era perfeita até demais e que ele necessitava de um motivo para ver o que realmente importava, no caso: que ficar apenas se divertindo de forma imprudente muitas vezes, não era o certo. E que talvez isso seja sua sina, pois ele deveria de qualquer forma passar. Que a vida já lhe era boa e que o sofrimento nunca lhe fora presente, pois ele tinha tudo.

Acho um tanto radica minhas hipóteses, que serão sempre apenas isso.

Ele haviapraticamente expulsado-me de sua casa aos gritos. Mas eu sentia que eu seria importante em sua vida e que era minha obrigação ajudá-lo.

Parecia maluquice minha sempre achar que eu seria importante para o decorrer de sua vida e também, ficar longe dele era algo que eu não queria.

Tentaria novamente, eu sou tão teimosa quanto ele e muito persistente, iria fazê-lo entender que não sairei tão fácil de sua vida.

Tomei um relaxante banho e quando sai fui direto escolher a roupa que iria colocar. Havia passado o dia todo longe de Edward, para ver se ele se acalmava e deixava de ser tão ranzinza ao ponto de quase rosnar para mim, faltou pouco.

Coloquei um vestido branco leve para o verão e sapatilhas claras, passei meu perfume favorito wish Love e fui para casa dele.

Encontrava-me tão nervosa, sentia-me aquelas garotinhas que estavam indo encontrar com o primeiro namorado, não que eu quisesse namorá-lo, eu só estava temerosa pelo que ocorreu mais cedo, acho.

Quando cheguei a porta de sua casa bati levemente e ela abriu-se sozinha e eu como já era de casa apenas entrei sem ser pronunciada.

Assim que pus os pés no Hall da casa pude escutar a doce melodia que ecoava pela casa. Como da primeira vez que o vi quando ele voltará de viagem.

Aproximei lentamente do rapaz que encontrava-se no piano. Ele tocava concentrado, tão compenetrado em sua musica que nem notará minha presença na casa. Ele ficava tão belo quando tocava, não que não fosse. Notei então que ele havia cortado os cabelos. Havia deixado aquela aparência de adolescente metido a gostosão do cabelo jogadinho e agora aderira um corte mais curto. Não muito. Ele apenas deixará seus cabelos loiro escuro em um corte mas moderno com um topete, suas madeixas encontravam-se desgrenhada o que deixava-o extremamente sexy.

Comecei a observar cada detalhe de seu rosto com mais atenção enquanto ele continuava entregue a sua musica. Seus cabelos agora curtos e selvagens, olhos verdes e sem vida que mesmo assim continuavam belíssimos, olhos que agora fitavam o nada, nariz reto e boca carnuda. Umedeci meus lábios só pelo simples pensamento de imaginar beijá-lo.

Ohmeudeus eu estou enlouquecendo, só pode.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Comentem.Essa não é a unica em que posto: please deem uma olhada na minha mais nova fic: http://fanfiction.nyah.com.br/historia/112709/Para_Tu_Amor
Por favor *-* assim como essa ela também precisa de leitores ;x