Em Busca Da Felicidade - Brutinha
3 Capítulo 3
A chuva estava muito forte. Numa casa simples, numa rua calma, no número 344, com um portão pequeno. O muro estava desfigurado, ficava bem perto onde Vilma estava. Estava a parteira com Maria de Fatima nos braços, acalentando com um leite fervido, ficar com a criança não seria certo, a qualquer hora aquela lata de leite iria acabar, e a fome iria aperta. O leite da mamadeira já havia acabado. A lata não seria suficiente.
Não chora bebe, não chora. — Balaçava a criança de um lado para o outro, seu intuito era acalma-lá.Teria que espera chegar a noite. Não daria para deixa a criança no convento pela tarde. A noite chegou, colocou a criança dormindo no cesto. Com um recadinho do lado. A correntinha de ouro. Um terço também estava lá. E seguiu para o Recolhimento Do Sagrado Coração De Jesus E Igreja Da Nossa Senhora Da Conceição. O convento da cidade! Numa capa preta ela ia andando com o cesto em mãos. A menina dormia, não estava com fome nesse momento. Bateu... Bateu outra vez. Você ouviu madre? — Disse a irmã Prazeres para a madre, elas iam andando pelo corredor dos dormitorios Ouvi sim irmã Prazeres. Venha comigo? — As duas sairam andando as pressar pelos corredores do convento! Pelo jeito que chuvia, sabe lá quem estava lá fora, não poderia ficar na chuvar.Foram até a porta, é lá estava... Um bebe. Um bebe loirinho. Recem nascido. Meus Deus... — a freira coloca a mão na boca, um tanto supresa- Quem será que fez essa maldade? -Pegou a cestinha, e levou para dentro do convento- Olha tem um cartão.. Ler para mim irmã... — Enquanto pegava a criança no braço "Nasceu hoje. Fruto de um amor proibido. Não tem pai, nem mãe. Seu pai sumiu. A mãe não quis. Maria de Fatima é o nome dela. Assim que a devem chamar. Essa correntinha de ouro pertence a familia dela. O terço e para proteger ela a onde ela for. Por favor irmãs. Cuidem dessa criança que não tem ninguém no mundo." Pobre bebe. Não chora irmã... Vamos levar ela para o juizado de menor. Lá ela vai crescer com as outras crianças. -E foi andando com a bebe no colo Madre... Sim... — Parou e olhou para tras.- Irmã?Eu... Eu... Eu posso cuidar dela! Ela é tão pequena. Bom... Existem algumas leis agora que não pode né? Eu luto por ela... Eu posso cuidar dela, assim como as outras irmãs aqui, vocês pode sim ajudar! Todas vamos cuidar dela. Irmã Prazeres... E certeza mesmo isso? Sim... Amanhã vamos no juízado de menor.No outro dia, foi um choro. Vilma não pode levantar. Devido ter tido uma criança e chorado a noite toda. As circustância que lhe cercava eram muitas. Ela estava dopada. Pela sua propria mãe. Ela queria ir embora o mais rapido possivel. Quize dias depois a criança já estava se adapitando a vida com a irmã Prazeres. Ah irmã do convento iria tentar resistra a criança. Não seria facil. Mas ela iria tentar. Vilma estava dando o ultimo adeus a cidade. Nunca mais queria voltar naquele lugar. Passou no cemiterio deu o ultimo adeus a filha. Queria tentar esquecer aquele ano torbuloso dela. Quatro meses depois foi só comemoração. Maria dos Prazeres havia resistrado aquela criança. Demorou muito, porque a criança era braquinha é loira. E a freira era Morena. Negra de pele. O juiz pensou muito, é viu que ninguém daria tanto amor aquele bebe, como aquela freira daria. Não só ela, mas todas as irmãs do convento. Agora ela teria um nome. Maria de Fatima dos Prazeres. Cresceria sabendo da verdade. Porém com o nome da freira no resistro. Sua mãe de consideração. Sua mãe de crianção. Sua madrinha. Sua Freira preferida. E a criança foi crescendo com o tempo, zueira até umas horas, deixava as freiras com cabelos brancos. E na escola era uma das mais legais, é uma das mais inteligentes da sala de aula. Deixava as professoras loucas. Umas descia do salto, outra nem dava bola. Sua infancia foi bem vivida. Até ver sua mãe morre. Com apenas quize anos. Se não tinha niguém antes, agora que ela não tinha mesmo. Você pode ficar aqui querida. Por que madre? Por que Deus leva todo mundo para longe de mim? Não culpe Deus por isso... Meu pai, minha mãe... e agora a irmã Prazeres. Ela ta num lugar muito melhor que esse... Confia em Deus. Bora lá na capela hora por ela? Eu vou subir para meu quarto.Ela continuaria morando no convento. Fatinha, era assim que todos da chamavam ela na escola. Ficava sempre vendo os turistas que alí chegavam. Um dia foi conversa com uma guia turista. Achava enteressante essa profissão. Conseguiu um emprego lá mesmo. Então pelas tardes depois da aula era lá que ela ficava. Afinal, ela não tinha niguém. Iri precisa de dinheiro para viver. Além do mais, fora as freiras quem mais conhecia cada canto daquele convento. E daquelas igrejas que ela ia todos os dias com sua mãe. Alguns anos se passaram. Na sua correntinha tinha um devido nome. "Malagrida". Ela achou estranho, nunca havia percebido isso. Já havia ouvido falar nesse nome, então resolveu pesquisa mais. Estava ela já com 17 anos. Com alguns meses faria 18. Se tornaia adulta para a lei. Porque para as irmãs do convento seria sempre uma criança. Quando estava na escola, correu é entrou na sala de computador. Senhor Brito. Algum computador livre? — Disse ela batendo na porta, é entrando na mesma hora.
Aquele alí Maria de Fatima. — Apontando para um lá no final do corredor. Sim... Obrigada. -Sentou e começou a pesquisar- Malagrida? Malagrida. Ah... O senhor Guilherme Malagrida morreu hoje... isso foi a dois anos atrás... Ai Fatinha essa noticia é velha. Que foto é essa? -Quando ia clicar na foto, foi interrompida. Maria de Fatima... o que é isso? Ah senhor... senhor Brito! E uma pesquisa de escola. E te enteressa saber quem são eles? Os Malagridas? — Falou se referindo as pesquisas que Fatinha já vinha pesquisado a alguns dias antes. Sim — sorriu- Sim me enteressa. Você sabe de onde eles são? Eu sempre pequiso mais nunca encontro nada. Esse era um dos casais mais rico a 18 anos atrás... Eles chegaram a falencia. É.. só isso? Não Maria de Fatima, esses dois ai já morreram! Primeiro a mulher dele no ano de 1996, com depressão, é em a dois anos atrás foi o senhor! O casal só teve uma filha. E moravam no Rio de Janeiro. Só? Ela ainda mora no Rio? Só.. Sim, mas ela é casada.... E ta sempre viajando com o marido que é advogado. Que pena... Por que ? Ah sei lá. Pensei que eles tivessem tido outros filhos. -sorriu fraco- Bom tenho que ir. Mas já? Já.. tenho que fazer algumas outras tarefas, é estudar um pouco para prova de espanhol Ah sim... Até mais dona Maria de Fatima.
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