Notas iniciais
Eai galerinha do Nyahhhhh! Tudo bem com vocês? Olha galerinha medonha, desculpa aí o atrasinho :( , mas é que agora tive semana de testes :P . Enfim, tá aí o capitulo novo, se divirtam lendo ele e por favor, não se esqueçam de comentar e favoritar a fic se curtiram. Até a próxima :D

Do hospital da pequena cidade, sai um casal mais feliz do que nunca, carregando uma cadeirinha de bebê que contêm um pequeno ser adormecido. O casal entra em seu carro, colocando cuidadosamente a cadeirinha de bebê no banco de trás.

–Você pegou os exames de Natalie? – pergunta Regina (tá na cara que são eles, né?) do banco de trás junto com a pequenina bebê.

–Não se preocupe, querida. – diz Robin, mostrando um documento amarelado – Peguei antes de sairmos.

–Ótimo! O olhamos em casa.

E Robin dá a partida no carro e começa a dirigir até a casa. Ao mesmo passo dali, um desesperado Killian entra no hospital.

–Com licença, poderia me dar a copia de um exame em específico? – pergunta Killian à recepcionista do balcão. Ele sabe que Natalie havia feito, pois ela lhe havia contado no dia em que passaram juntos.

–Bem, depende, se você tiver o reconhecimento do paciente, então sim, pode. Quem seria?

–E-eu não sei o sobrenome, mas o nome é Natalie Alden.

–Bem, é um nome bem incomum, é bem capaz de se achar mesmo sem o sobrenome. – ela mexe um pouco no computador – Aqui está: Natalie Alden, exame feito há três dias. O senhor seria quem?

–Killian Jones.

Ela mexe novamente no computador.

–Desculpe, senhor. Mas de acordo com os registros não há nenhum Killian Jones registrado como alguém com permissão da retirada dos exames.

–Não há outro jeito?

–Bem, se conseguir uma autorização do paciente ou do responsável, que é o caso aqui, você até pode. Mas, neste atual momento não. –Killian agradece e se vira para ir embora meio triste – Ou simplesmente você vira um médico! – ela fala brincando.

Na cabeça de Killian, de repente parece ter se acendido uma lampadazinha, e então se vira novamente para a recepcionista.

–Na verdade... pensando bem eu também estou aqui para ver um amigo que está internado.

–E quem seria?

–Mmmm... Marcus... Smith.... – diz Killian Jones pensante.

–Está aqui, achei. – ela entrega um crachá de visitante à Killian que o engata na jaqueta de couro preto – Siga reto pelo corredor e dobre à esquerda.

–Obrigado. – Killian agradece e vai seguindo até aonde a recepcionista mandou.

Quando ela tira os olhos dele, Killian imediatamente desvia o caminho e vai em busca de algum vestiário de enfermeiros, ou qualquer coisa parecida. Ele então se depara com uma porta escrita: área restrita, somente pessoal autorizado. Killian, obviamente, entra nela, sem ser notado por ninguém ou pelas câmeras de segurança, que no momento estavam viradas para outro lado. Dentro da sala, há somente um monte de coisas utilizadas: seringas usadas, curativos com sangue, toalhas de cirurgia usados, máscaras descartáveis usadas e... uniformes de enfermeiros sujos.

Killian apanha o uniforme menos sujo possível, que no caso, só estava meio fedido mesmo, e o coloca, deixando suas roupas e o crachá de visitante em um canto para poder buscar depois.

Ele então sai da sala e chega até uma das enfermeiras:

–Com licença, eu ainda sou novo aqui, mas poderia me dizer aonde fica o local de exames de sangue?

–Claro. No terceiro andar, corredor à direita.

–Obrigado. – e Killian sai em passo meio apressado, até aonde a enfermeira indicou.

–Quem deu pra ele esse uniforme? – ela fala para si, após Killian sair de alcance.

Chegando no corredor direito do terceiro andar, Killian entra em uma porta escrita: exames de sangue. Dentro, há um enfermeiro tomando conta do local, que perguntou à ele:

–O que seria?

–Mandaram dizer que estão pedindo pelos exames de sangue de uma Natalie Alden.

–Não tem sobrenome? Ah, é um nome bem incomum mesmo, vai ser fácil de achar.

Por que todo mundo fala isso?! Pensa Killian.

O enfermeiro se direciona à um pequeno armarinho verde e procura entre vários documentos.

–Já foi retirado.

–Mas não há como imprimir os exames pelos dados do computador? O pessoal lá de baixo tá requisitando muito pelos exames.

–Eles são autorizados pela retirada?

–Por que acha que estou aqui se eles não fossem autorizados?

O enfermeiro não fala nada, somente se direciona até o computador, e após alguns minutos, quatro folhas são escutadas saindo da impressora. O enfermeiro às apanha, grampeia e entrega à Killian.

–Aqui estão.

–Obrigado. – e Killian sai em passo rápido.

–Ou ele não toma banho à três meses ou ele mergulhou em uma caçamba de lixo! – fala o enfermeiro, respirando fundo após a saída de Killian.

Killian vai até a sala de área restrita, somente pessoal autorizado, troca de roupa, deixando o uniforme de enfermeiro novamente no cesto de roupa suja, engata o crachá de visitante na jaqueta de couro preto, esconde o exame debaixo dela e sai da sala sem ser visto por ninguém ou pelas câmeras de segurança.

Ele desce pelo elevador até o térreo, deixa o crachá de visitante no balcão da recepção e sai do hospital, indo para a casa.

Chegando em casa, Killian se depara com a pequena filha saindo de frente da televisão ao lado de Emma e correndo euforicamente em sua direção.

–Papai! – ela grita, e Killian a pega no colo com uma das mãos e dá um beijo na sua testa – Onde você tava, papai?

–Papai teve que ir resolver uns assuntos importantes. Annie, você pode deixar o papai e mamãe terem uma conversa de adulto sozinhos?

–Sim. – Killian a larga no chão, mas antes de subir correndo as escadas, ela puxa a jaqueta de Killian para baixo e fala: – Papai! Papai! Sabia que eu tenho uma irmã?

–C-como você soube disso, Annie? – fala Killian meio espantado, olhando para Emma, que agora está andando em direção à eles.

–Mamãe me contou!

–Mas...

–Ah! Você não disse que papai e mamãe tem que ter conversa de adulto? – interrompe Annie, subindo correndo as escadas e entrando em seu quarto.

–Você contou pra ela? – Killian fala meio indignado – Sem eu estar junto?!

–Ela tinha ouvido a nossa conversa, Killian, e ouviu sobre Natalie e bem... eu não podia negar naquela hora então contei pra ela.

–Mas por que pelo não me ligou?

–Do celular pelo qual você esqueceu em casa? – da mão, Emma mostra o celular de Killian.

–Tudo bem. Me desculpe. – ele apanha o celular da mão de Emma – Eu sei que reagi errado.

–Agora... qual seria a conversa de adultos que você quer ter comigo, Killian Jones? – Emma diz o abraçando pela cintura.

–Eu achei.

–O quê?

–A prova de que aquela Natalie Alden é a nossa filha. – de dentro da jaqueta, Killian tira os exames grampeados – Olha, eu sei que você não acredita que ela é nossa filha, mas...

–Eu acredito sim. Agora acredito.

–Sério? Mas como? O que te fez acreditar?

–Me perdoe, Killian, mas... eu admito que eu dei uma leve bisbilhotada no seu celular.

–Você não confia em mim?

–Confio sim, mas é que é superstição de esposa! A questão é: eu olhei as suas fotos e vi uma que você havia tirado de Annie com aquela Natalie e um cachorro. E então, eu resolvi comparar ela com a única foto que temos da nossa filha, aquela que eu guardo debaixo do travesseiro. Eu as comparei e Killian... eu vi, eu consegui ver a nossa filha naquela foto! Todos os traços e expressão são praticamente iguais aos daquela menina! –Emma já começava a chorar. Killian limpa uma de suas lágrimas e a abraça forte.

–Que ótimo que você finalmente reparou, meu amor.

–Vamos lá buscá-la! Trazê-la para casa!

–Espere um pouco, Swan. Não podemos simplesmente ir até lá e tirar a menina deles sem pelo menos nenhuma prova de que ela é a nossa filha. Eles podem estranhar, e talvez até afastar a menina de nós! Mas com isso, – ele levanta os exames – talvez possa nos ajudar.

–É, tem razão. É só que... foi meu espírito materno falando alto.

Killian sorri e a dá um selinho em Emma.

Os dois vão até o quarto de casal. Da gaveta de um armário, Emma tira outros exames, dela e de Killian, e os compara junto com os de Natalie. O tipo sanguíneo dela é o mesmo que o de Killian. Já é uma prova. E eles vão passando os olhos pelos exames de Natalie, de certa forma com um pouco de receio, com um certo medo de encontrar algum problema escrito nos exames. Eles então se deparam com uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo, uma outra prova, mas que não é nada boa. O pai de Killian tinha um sério problema no fígado, e morreu por causa disso. Killian, por sorte, não herdou esse problemas, mas às vezes, cargas genéticas pulam gerações, e foi esse o caso, pois Natalie foi indicada com o mesmo problema no fígado que seu avô tinha.

Emma abraça Killian fortemente, em prantos, temendo pela vida da filha. Desta vez, Killian também não se aguenta e também começa a chorar, quase tanto quanto Emma.

A porta do quarto então se abre de leve, revelando uma pequena e assustada menininha, abraçando contra o peito um bichinho de pelúcia colorido.

–Mamãe? Papai? – ela fala assustada.

–Oh! Annie! – Killian se levanta da cama e pega a pequenina no colo, a dando um beijo na testa e a abraçando forte, se sentando novamente na cama ao lado de Emma, que começa também a os abraçar.

–Está tudo bem, Annie! – fala Emma, limpando rapidamente as lágrimas e acariciando os cabelinhos da filha – Mamãe e papai estão bem!

Anne corresponde ao grande abraço do pai e também começa a o abraço. Killian não fala nada, só continua chorando e abraçando a filha, mas claro, com muito cuidado por causa do gancho.

Notas finais
Eai galerinha medonha, curtiram? Não se esqueçam de favoritar e comentar a fic pra ajuda a tia aqui! Até a próxima! :D