Elytus

1 Capítulo 1


Notas iniciais
O primeiro capítulo, espero que gostem! Atenção: Leia o capítulo com imaginação e atenção, finja que é um jogo de RPG de mesa e a fic ficará mais interessante.

Era mais uma manhã ensolarada, os pássaros cantando e as flores crescendo. Apollo estava em sua casa dormindo. Sonhando.

– Onde estou? – Disse Apollo, olhando para um lugar estranho, com flores que ele jamais havia visto antes, e animais estranhos, porém amigáveis.

Parecia que ele estava em uma floresta, com árvores e grama roxa. Então, ele viu algo chegar.

– Ah, você chegou. – Disse algo que parecia uma fada roxa, com uma voz mística, uma voz estranha.

– Quem é você? – Disse Apollo, confuso.

– Sou uma fada Elítica, da floresta de Elytus. – Disse a fada roxa.

– Quem é Elytus? O que é Elytus? – Disse Apollo, que estava mais confuso ainda.

– Não acha que será mais interessante você descobrir as respostas? – Disse a fada, que depois deu um leve sorriso. – Tome esta espada caso você precise, os monstros da floresta não estão muito amigáveis hoje.

– Monstros? – Disse Apollo, que, por alguma razão, começou a achar aquela floresta familiar. – Essa floresta... É familiar...

– Você ainda há muito a aprender, Apollo. – A fada novamente deu um leve sorriso.

– Como você sabe meu nome? Ei, espere! – Apollo disse.

A fada sumiu, Apollo estava sozinho na floresta, não completamente sozinho, pois ali tinha monstros, que estavam escondidos.

Algo estava atraindo Apollo, o fazendo ir a uma direção.

– Como posso sentir que essa floresta é tão familiar... Se não me lembro de ter vindo aqui antes?

De repente, ouviu um barulho vindo atrás dele, ele ficou paralisado, sem saber o que fazer. Será que era algum monstro? E virou para trás.

– Olá, Apollo. – Disse algo que ele não conseguia descrever, era como uma ninfa das florestas das histórias que ele lia antes de dormir, com longos cabelos escuros que tocavam no chão, uma pele roxa e olhos completamente escuros. – Meu nome é Sarin.

– Você também sabe meu nome... Talvez possa me contar mais sobre essa floresta? – Disse Apollo, tentando convencer a ninfa.

A ninfa estava com um sorriso estranho, ela parecia nervosa.

– Ah sim, claro, meu jovem rapaz. – Ela continuava nervosa. – Venha, me siga.

Apollo sentia que estava sendo vigiado, não por apenas uma coisa, mas várias coisas. Para ele, aquilo parecia uma armadilha, como se a ninfa estivesse mentindo para ele, fingindo ser outra pessoa.

– Antes de eu ir, posso te perguntar uma coisa? – Ele sabia como prosseguir, monstros não devem conhecer as fadas, pois parece que as fadas tem medo deles.

– Bem... Claro, pergunte. – Disse a ninfa, que parecia mais nervosa ainda.

– Como se descreve uma fada dessa floresta? – Ele disse, curioso para saber a resposta (que provavelmente seria errada) da ninfa.

– Bem... Uma... É... Não sei... – Disse a ninfa.

– Como uma ninfa da floresta não sabe a descrição de uma fada dessa floresta? Já sabia desde que você apareceu que você é um monstro. – O garoto disse, esperando a resposta da ninfa.

– Bem... Eu... Eu sou uma ninfa principiante! É! Eu ainda não sei! – A ninfa disse, Apollo nunca viu alguém tão nervosa como ela.

– Ninfas principiantes são as que passeiam pela floresta, descobrem mais sobre a floresta e falam várias coisas sobre a floresta para as outras ninfas, como a descrição de uma fada da floresta. – Ele disse, aquele livro que ele lia contava tudo sobre ninfas, e ele achava que tudo que se dizia lá era verdadeiro.

– Como ele sabe? Era pra ele se esquecer de tudo isso depois que Nosso Mestre apagou as memó– — Disse a ninfa, e então ela percebeu que estava falando alto. – Eu não quis dizer isso! Eu só estava mentindo...

– Ninfas não mentem. – Disse Apollo, que percebeu que a ninfa estava ficando com raiva.

– Hmph. – A ninfa então se transformou em algo que parecia humano, uma mulher usando um vestido vemelho e um capuz vermelho para esconder sua cara, as roupas dela lembravam uma roupa usada em cultos. – Bem, você é até esperto para alguém em sua idade... Deve ser A Marca agindo... Bem, eu iria me livrar de você sem você perceber, mas o espertinho preferiu me deixar nervosa, agora você irá morrer.

Ela levantou a mão, fez um sinal com os dedos e de repente uma parede de magia negra apareceu ao redor de Apollo.

A parede estava chegando mais perto de Apollo a cada segundo que se passava, Apollo estava correndo perigo, ele não sabia o que fazer.

De repente, algo começou a brilhar na mão dele, um brilho quente, como se fosse o sol.

– Como? Como isso pôde acontecer? – A cultista estava chocada com o que estava vendo. – Mas... Achei que Nosso Mestre tivesse tirado os poderes dele... A marca...

Apollo não estava conseguindo se controlar, sentia como se o sol estivesse queimando dentro dele, possuindo ele.

- O... Que... – Disse Apollo, que quase não conseguia falar.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.