Notas iniciais
◇ Olá descarados do meu coração ansiosos por mais um capítulo? Gostaria de agradecer novamente a cada um de vocês que estão acompanhando minha nova história. ◇ Eu também já disse isso, mas é bom lembrar (hihi) amo receber comentários ♥ porque mostra que vocês estão gostando e acompanhando a história. Me deixa menos insegura, e muito mais disposta a escrever. ◇ Tenho uma dúvida e gostaria que vocês me ajudassem, afinal a história é para vocês. Estou postando de 15 em 15 dias mais ou menos um novo capítulo, de aproximadamente 2.000 caracteres. Vocês querem que continue assim, ou que eu passe a postar uma vez por semana 1.000 caracteres? ◇ Boa leitura! Beijão ♥ — Amber.

Mansão dos Ferreira

— Heitor? — Questionou furiosa. — O que está acontecendo aqui?

— Meu amor, não é o que você está pensando. — Respondeu Heitor. — Eu e a Helena estávamos trabalhando e aí...

— E aí você decidiu ficar com ela na minha casa?

— Não... Rubi, não é nada disso. — Murmurou Heitor.

— Larga de ser hipócrita, e pare de fingir que você se importa com o que está acontecendo. Nós duas sabemos que você não ama o seu marido. — Rebateu Helena.

— O que? — Indagou Rubi virando para a rival e fitando-a furiosa. — Você ainda está aqui? Ta esperando o que para sair da minha casa? — Continuou dizendo ao pegar as coisas dela.

— Eu só saio daqui quando o Heitor... — Ia dizendo antes de ser interrompida.

— Você vai sair daqui agora porque eu sou a dona desta casa e estou ordenando. — Esbravejou segurando-a pelo braço e puxando-a em seguida em direção a saída da casa.

— Me solta! — Exclamou Helena.

— Meu amor, calma. — Implorou Heitor tentando segurar a esposa.

— Não me diz o que eu tenho que fazer. — Respondeu Rubi. — E nunca mais volte nesta casa, e nem no meu hotel. — Gritou empurrando-a para a rua.

Rubi estava furiosa e não conseguia raciocinar direito por ser tão impulsiva. Apesar de ter certeza do amor de Heitor, vê-lo com outra mulher fez com que a bela ficasse descontrolada, e com um pouco de ciúmes, embora isso ela nunca fosse admitir.

— Precisamos conversar. — Falou Heitor seguindo-a pelos corredores do quarto. A jovem correu até seu quarto e começou a arrumar suas coisas.

— Conversar? Acho que não. — Respondeu friamente. — Eu não tenho nada para falar com você, não depois daquela cena ridícula... na minha casa.

— Eu não tive culpa, foi tudo muito rápido.

— Eu sabia que a Helena queria te conquistar, mas eu confiava em você Heitor. — Continuou acusando o marido e arrumando sua mala.

— Eu amo você, o que eu vou ter que fazer para te provar isso?

— Nada, é tarde demais. Eu estou indo embora. — Respondeu Rubi fazendo charme.

— Tudo bem, a escolha é sua. Eu já provei de todas as formas o quanto eu te amo e o quanto eu quero estar ao seu lado, mas se isso não é o suficiente para mantê-la comigo, você pode ir. — Respondeu Heitor a Rubi deixando-a surpresa, por esperar que seu marido fosse implorar sua permanência.

— Está falando sério? — Insistiu.

— Sim, eu estou. Não vou impedir a sua saída desta casa como nas ultimas vezes, você pode ir se quiser.

— Tudo bem Heitor, eu estou indo.

— Vai correr para os braços do Alessandro?

— O que eu faço ou deixo de fazer a partir de agora não é da sua conta. — Respondeu Rubi antes de sentir um pequeno mal-estar e apoiar na cômoda no canto do quarto. Heitor se aproximou quando a bela colocou a mão na testa, segurou-a pela cintura e a fez sentar na cama.

— O que foi? Está tudo bem? Você está pálida. — Perguntou ajoelhando em sua frente.

— Estou bem, não me encosta. — Respondeu. — Depois eu vou levar uma parte das minhas coisas e depois pego o resto. — Prosseguiu levantando do quarto e saindo da casa sem seguida.

Casa de Marcos Rivera

Marcos estava feliz por comemorar seu aniversário com seus amigos, embora este não fosse o único motivo. Finalmente havia conquistado Cristina, e queria logo formalizar seu relacionamento com ela.

— Marcos, eu estou muito feliz de poder estar aqui mais uma vez ao seu lado, celebrando o seu aniversário. — Falou Cristina.

— Eu também! E para que saiba o quanto eu te amo, quero aproveitar que nossos amigos estão presentes, que sua mãe está presente e quero pedir a sua mão em casamento.

— Eu não acredito! — Exclamou Cristina.

— Ai minha filha. — Admirou-se Dona Rosário quando viu Marcos tirar uma pequena caixa do bolso.

— Minha mamãe e meu papai Marcos vão casar. — Falou Fernandinha empolgada.

— Você deixa princesa? — Questionou o médico a garotinha.

— Sim, eu deixo! — Exclamou a pequena.

— E você? O que diz Cristina, qual é sua resposta?

— Eu aceito! É claro que eu aceito.

Casa dos Peres

— Preciosa, onde você está? Fui te procurar na sua casa e o seu marido disse que você tinha ido embora. Não acredito que você fez a burrice de deixar o Heitor

— E o que você queria que eu fizesse? Encontrei o Heitor e a Helena na minha casa aos beijos. Aliás, aquela mulherzinha estava praticamente em cima dele. Eu juro que quero mata-la.

— O que? O Heitor e a Helena? Eu não acredito... eu te avisei Rubi.

— Estou sozinha Toledo. Perdi aos dois.

— Como assim aos dois?

— Lembra que ligamos para o Alessandro ontem a noite e a empregada disse que ele havia saído com uma amiga?

— Sim.

— Ele saiu com a manca. E não quer mais saber de mim...

— Eu sempre te disse que o Alessandro não merece o seu amor.

— E quem merece? O idiota do Heitor?

— Nós dois sabemos o quanto a Helena quer o seu marido. Mas tenho certeza que tudo foi um grande mal-entendido. O Heitor não seria tolo ao ponto de te trair na sua própria casa.

— Ele nem tentou me impedir de sair da casa... ao contrário, disse que essa era uma decisão minha e que ele ia respeitar.

— Eu não acredito. Ele realmente fez isso? — Indagou Toledo surpreso.

— Fez, mas na verdade eu não me importo! Eu estou com ódio dele e seria capaz de matá-lo se ela aparecesse na minha frente. Eu sou muito melhor que aquela secretariazinha insuportável Toledo.

— Está com ciúmes?

— Eu, com ciúmes do Heitor? Francamente, você já foi um pouco mais esperto... O ciúme é algo que apenas as pessoas inseguras sentem. E eu sei o meu valor.

— Se isso não é ciúme é o que? — Questionou o estilista.

— Eu vou ter que desligar porque tem alguém chegando em casa. — Respondeu Rubi. — Amanhã eu te procuro na boutique. — Finalizou desligando o celular e para a sala em seguida.

— Rubi, meu amor. O que você faz aqui? — Falou Rosário ao entrar em casa vê-la sentada no sofá.

— Tia Rubi! — Exclamou Fernanda correndo para abraça-la

— Meu amor. — Murmurou Rubi dando um beijo na garota em seguida. — E quanto a sua pergunta mamãe, a resposta é simples: Eu acabei de deixar o Heitor e não sabia para onde ir. Por isso estou aqui. — Completou olhando para Rosário.

— Fernanda, vamos deixar sua tia e sua avó conversar? — Falou Cristina com a pequena.

— Boa noite tia. Eu te amo. — Disse a menina que ainda estava perto de Rubi, antes de sumir pelo corredor com sua mãe.

— Quer dizer que você decidiu contar a verdade para o seu marido?

— Não, o Heitor não é esse santo que você pensa. E olha que eu estava me sentindo mal por tudo que aconteceu no litoral...

— O que está dizendo?

— Peguei ele aos beijos com aquela maldita Helena na minha casa. Ele me traiu mamãe e nem tentou impedir que eu viesse embora.

— E o Alessandro?

— Ele está saindo com a idiota da Maribel. Perdi aos dois homens que me amavam no mesmo dia; não acha engraçado? Estou sozinha... Sozinha. — Lamentou a jovem.

— Filha, eu sinto muito por tudo isso. — Disse Rosário se aproximando da jovem e acariciando seu rosto. — Mas se serve de consolo, quero que saiba que você não está sozinha, pois sua irmã e eu sempre estaremos ao seu lado para te apoiar.

— Grande coisa. — Balbuciou Rubi se afastando de sua mãe. — Eu vou dormir, tenho me sentido muito cansada ultimamente. Amanhã conversaremos melhor.

— Descanse meu amor. Apesar de tudo, você sabe que eu te amo, não sabe Rubi?

— Eu sei. Mas vamos parar com esse papo cafona, você sabe que eu odeio isso

Notas finais
◇ E então o que acharam do capítulo? Deixe nos comentários o que mais gostaram e sugestões para a história. Bom carnaval, aproveitem, mas não exagerem pois a vida é algo precioso! Beijão, Amber. ♥