Elle A Caçadora De Unicornios ➹
3 Aos Limites Da Floresta
☪ Depois disso, eu tentei fugir... do destino algo queria me alertar... na floresta. Mais presa em uma torre, não iria ajudar em nada. ☪
☪ As vozes em minha cabeça aumentava. Quando de repente o medo me afogentou. E sim, eu já estava cansada do tal loca, queria ir embora. Tentar descobrir novos lugares. Porque ir atrás de um objetivo que não era meu? Não iria esperar amanhecer, para me matar de raiva. Só por estar ali. Naquela torre. ☪
– Guardas! Me tirem daqui, preciso caçar... unicornios... — Minha voz, sumiu diante da ignorancia deles.
– Elle! Porque mentiu para mim sobre tudo? Disse que seu nome era Irina. Disse que seria a rainha da Tribo De Pearl.
– Mais... eu não menti, a respeito de virar a rainha da Tribo De Pearl. Só meu nome. E se você não viesse comigo?
– Eu morreria, lá. Seria melhor do que ter vindo com você.
– Eu sei que mentir não era certo... preciso sair daqui. Não posso correr atrás de um sonho, que não é meu.
– Desculpa, preciso ir. Me espere aqui. Ao anoitecer.
☪ Meu desespero chegava a mil. Presa em uma torre na vespéra da coroação. Em uma semana se completaria 18 anos da morta da mamãe. Estava anoitecendo e eu fiquei na janela. Escutei relincho, e quando olhei para baixo. Um cavalo, preto, já com sela. ☪
☪ Por impulço, fui até a porta, e procurei escutar qualquer ronco, ou barulho, indicando que os guardas estavam ali. Dei de cara com o Jeff, na pequena janelinha da porta. Logo resmunguei: ☪
– Voltou é?
– Acha mesmo que deixaria você aqui?
– Hum, não sei! Agora é o seguinte, vou pular a janela, e você desce para irmos logo. E estará livre para sempre, poderá seguir seu caminho, e eu o meu. — Logo abri um sorriso, empolgada para começar minha jornada.
☪ Peguei uma bolsa de couro, peguei minha bota, e vesti o vestido vermelho da mamãe, e logo cobri minha cabeça com o capuz. ☪
– Como estou?
– Hã... está linda.
– Eu sei, agora vai, preciso que vá, o mais rápido. Me encontre abaixo da torre.
☪ Após perceber que ele desceu as escadas, corri pegando já minha bolsa de couro, novamente, e pegando impulso, girando ao ar, já fora da torre, pulando no cavalo. ☪
☪ Logo percebi que ele já estava ao meu lado, então soltei as rédeas, quando já iamos ultrapassar o limite da floresta, eu apertei as rédeas, e olhei para trás todos os guardas estavam atrás de nós. Com tochas, e armas. E então continuamos. Após passarmos os limites da floresta, ele desceu do cavalo, e apertou minha mão, fazendo-me corar violentamente. E disse: ☪
– Boa sorte, com o seu destino, e o seu sonho.
– Ho... hora... boa sorte para você também. Preciso ir. Até... — Fiquei falando sozinha, após ver que ele já havia partido. Continuei. — Até nunca mais. — E sorri, com um aspecto de deboche.
☪ Logo olhei para trás, e percebi estár sendo seguida, então desci do cavalo, e olhei novamente para trás, percebendo um homen, de capa. Que me deu logo um soco na cabeça. ☪
☪ Cai desacordada, e fui arrastada pelo tal homen, até uma cabana velha na floresta. Depois de algumas horas, eu me levantei, bom ao menos tentei levantar. Cai ao chão novamente. Logo vi o sujeito entrar com outra vitíma. Tentei reconhecer, logo fui molhada e abri meus olhos totalmente, tucindo e limpando e olhei para o lado... Na outra sela havia um homen. Era o... ☪
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