Eliza Failutti
8 Capítulo 8 - Adeus
Era manhã, uma ensolarada manhã de quinta-feira, tudo estava calmo, mas algo dentro de mim ainda estava dolorido.Fui até a cozinha, preparei meu chá de camomila e peguei três torradas, como de costume; Levei minhas malas que estavam em meu quarto para a sala, me sentei no sofá e quase terminando o meu chá, peguei o telefone e liguei para um táxi, para que pudesse me levar para o aeroporto.
”triiim” o interfone tocou
— pronto?! — falei.
- bom dia senhorita! o seu táxi ja chegou — falou o porteiro.
- ah muito obrigado! ja estou descendo — falei.
Coloquei o interfone no gancho, peguei minhas malas abri a porta e desci até o térrio
— bom dia senhorita! — falou o taxista.
- bom dia moço — falei.
Ao longe e bem escondidinho um moço me observava, mas minha visão foi tapada por conta do Zé, que apareceu do nada para me desejar sorte
— oi pequena Eliza — falou o Zé.
- oi meu caro amigo — respondi o abraçando.
O abracei tão forte que uma lágrima rolou sobre minha bochecha.
- sentirei muito a sua falta.. você vai fazer muita falta pequena.. espero que seja muito feliz e tenha muita sorte! eu te amo muito ok minha pequena? — falou o zé chorando e sorrindo ao mesmo tempo.
- ai Zé, sentirei muito a sua falta! vou sentir falta de te ver todo fim de tarde e tomar aquele vinho! mas não se preocupe.. eu voltarei cheia de saudades e novidades para poder te visitar! não se preocupe, eu voltarei meu caro amigo — falei com um doce sorriso nos lábios.
- tchau pequena! — falou o Zé ascenando enquanto eu entrava no táxi.
Enquanto o carro ia andando, eu o avistei, era ele, o homem que me fez dar suspiros e sorrisos inevitavelmente.. mas agora, eu estraguei tudo...ascenei para ele, mas com uma dor insuportável na alma e uma lágrima escorrendo sobre meu rosto. Era ele, Ricardo, o meu ex- príncipe. Finalmente o táxi havia chegado no aeroporto, meu chefe me esperava, com as passagens na mão e uma pequena mala ao seu lado.
- oi Srt. Failluti, está pronta? — falou o meu chefe.
- estou sim Senhor! — falei.
- então vamos lá — falou ele me ajudando com as malas.
- ”A hora chegara, agora eu voarei sem ter asas, Agora me desejem sorte!” — falei para mim mesma.
Eu e meu chefe entramaos no avião, nos acomodamos em nossas poltronas, a comiçaria de bordo explicou tudo que teriamos que fazer se o avião caisse, e falou que pela manhã já estariamos em Paris.
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