Klarins apesar de não aceitar que Manfor fosse o escolhido para essa missão, foi até a Montanha da Morte, onde existiam cavernas como um labirinto. Escuras, poucos entraram e depois saíram deste lugar, diz lendas que uma criatura protege aquele lugar, uma serpente enorme, que tinha um chifre em sua cabeça.

Ele sabia os riscos que corria ao entrar naquele lugar, mas ele queria provar a todos que Manfor estava errado.

Klarins e outros três magos estão à frente da entrada da caverna, todos receosos, por não saber como fariam para encontrar o Lagolés.

A forma de um Lagolés era igual a um humano, sem seus poderes ele tinha uma aparência de uma caveira, com um capuz negro como a imagem da morte, mas com sua força restaurada ele parecia um humano de boa aparência. Ele usava sua beleza e simpatia para se aproximar dos fracos e inocentes, para dominá-los, quanto mais alma ele corrompesse mais forte ele ficava, até que se tornasse invencível.

— Klarins chegou o momento. Diz um de seus pupilos:

— Vamos, não podemos perder tempo, temos que aprisionar de vez essa criatura nesta montanha, e seremos como heróis quando retornarmos.

Eles entram e a única luz existente dentro da caverna é a luz que emanava de seus corpos, Klarins levou seus pupilos, para aprender como lidar em situações difíceis, eles eram magos inexperientes, mas com grande potencial, homens íntegros, que fariam qualquer coisa para defender e apoiar seu mestre.

A caverna escura, muito úmida e fria, um lugar propício para uma criatura tão horrível ser aprisionado. Um Lagolés quando destrói a alma dos bons, ele os deixa da mesma forma que aquela caverna, um lugar de tristeza e solidão.

Klarins e seus pupilos se deparam com um salão exuberante, enorme, no interior da caverna, onde em sua frente existiam quatro passagens, mas qual escolher? Nem mesmo Klarins sabia que direção tomar, então decide se dividir, quem encontrasse a câmara onde o Lagolés estava preso faria um feitiço de localização, onde guiaria os demais a irem ao local. Mas essas passagens existiam armadilhas, e uma criatura que protegia a câmara, onde se encontrava o Lagolés impedindo que o libertasse. Mas Klarins achou que seria uma boa ideia se dividirem.

A escuridão fica mais forte no interior da caverna, as luzes que emanavam neles apenas o faziam possível ver a uns dois metros de distância, então o que acontecer naquela ocasião seria surpresa até mesmo para eles, um lugar misterioso, e sombrio.

Eles adentram nas passagens, e o primeiro se deparou com um precipício que não parecia ter fim, não havia passagem por aquele lugar, o fim era um buraco gigantesco, se não fosse sua luz que emanava de si, ele teria caído, e morrido.

O segundo encontrou armadilhas pelo chão, onde eles pisavam as rochas se moviam formando faíscas, podendo causar grande explosão, por que ali tinha grande concentração de gás,por ele ser bem detalhista sentiu o cheiro, e evitou a explosão, atravessou a armadilha, era um túnel sem saída, então retornou a entrada, se encontrando com seu amigo que não havia tido êxito no trajeto.

O terceiro não foi muito feliz, não percebeu os riscos que corria a sua passagem dava a uma espécie de câmara, idêntica ao que o Lagolés foi aprisionado, mas na verdade, fazia que aquele que adentrasse nele, desse de cara com uma criatura monstruosa, ele observa que a sua frente existe um cristal bem transparente, onde ele podia ver a câmara onde o Lagolés estava. Mas não o permitia ouvir, nesta câmara vive uma serpente gigantesca que protegia as câmaras. O pobre rapaz observa que Klarins havia entrado na câmara e tenta fazer contato, mas Klarins não pôde vê-lo, na verdade o cristal era apenas um feitiço que mantinha a serpente em uma posição expiatória do que acontecia na outra câmara, dando á ela tempo para planejar seu ataque, como aquele lugar era muito escuro, o rapaz não percebe a presença da serpente, e de repente “pow” ela da o bote, e um grito emana da caverna, Klarins ouve o grito e faz o feitiço de localização, os dois entram e encontram Klarins desmaiado.

Enquanto Klarins estava fazendo o feitiço alguém se aproximou dele o suficiente para olhar em seus olhos e sugar toda energia que ele possuía, formando uma grande tempestade e com muitos raios e trovões, pois o poder de um mago real é imenso fazendo com que qualquer ser tivesse poderes inexplicáveis, nunca alguém se atreveu a tocar num mago real, até aquele momento, e sua energia é sugado, por isso ele cai adormecido profundamente.

Os jovens observam que a parede estava rachada e que algo saiu de lá, mas não encontraram nada na câmara, somente Klarins caído, desacordado.

Eles não imaginavam que os perigos ainda existiam, o Lagolés havia sido libertado, mas a serpente ainda vivia lá.

Ninguém o viu, não sabia sua forma, nem estatura. Tinham que avisar a todos, mas não poderia deixar Klarins ali, então resolveram levá-lo. Quando de repente, deram de frente com a serpente, enfurecida, eles como se preparassem para atacar protegem o corpo de Klarins, ali mesmo começando uma batalha difícil, onde a vida de ambos esta em risco.

A serpente tem um único propósito, defender habitat, pois ela estava encarregada de proteger a prisão onde o Lagolés havia sido preso e encerrado para todo o sempre.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.