Elfos, Imortalidade e Magia.
3 Capítulo 3 - Lembranças
Com as imagens, sons e sentimentos na cabeça, Rurion acorda em seu sonho baseado em acontecimentos de 25 anos atrás. Ao acordar, Rurion se levanta, veste sua camisa de couro de ovelha, coloca suas botas casuais e vai à “casinha” fazer suas necessidades. Rurion se olha no espelho e vê que aquele garoto fraco do passado não existira mais, ele agora só vê um caçador de recompensas meio sucedido, com uma cicatriz que começa em sua orelha direita e termina bem ao meio de seu queixo, onde ali em volta da cicatriz, já não nasce pelo nenhum.
Com sua barba já meio crescida, cabelos longos e uma trança com um enfeite que sua antiga amiga lhe fez, fazendo Rurion nunca cortar aqueles fios onde o enfeite estava. Depois disso, Rurion vai ao salão do lugar onde estava hospedado. Ao passar pelo balcão, Rurion joga 5 moedas de ouro para o gerente que estava atendendo. Depois do ato do Caçador, o gerente lhe fala:
–Então jovem, dormiu bem? Quer algo mais?
–Não preciso de mais nada, só de uma boa refeição agora — Diz Rurion caminhando até salão para comer o que a pousada oferecia, tendo várias variedades de comidas, como carne de Montadores, fígado de Bales e várias espécies de peixes.
Ao terminar sua refeição, Rurion veste sua armadura que é feita de couro de lobos cinza, os mais resistentes na espécie dos lobos e também os mais malignos. Ele encobre seu arco que é cheio de espinhos e dois dentes de dragão a sua frente, veste suas luvas metálicas que tem um visual de ser várias laminas dobradas, embainha sua espada, suas pequenas agadas e vai para a cidade. Indo em direção à um bar, onde tem uma lista de procurados, Rurion bebe seu saquê vendo a lista de procurados.
Quando uma roda de homens começa a conversar sobre se pegam ou não a recompensa de um “desumano” que vive fazendo trabalhos escravos com as mulheres.
–Mas será que eu devo pegar essa recompensa? Ele é um homem tão orgulhoso.
–Nem sei, as mulheres dele são ótimas!
Ao ouvir a conversa deles, Rurion termina de tomar sua bebida, se levanta, e bate com a folha na mesa.
–Esse trabalho é meu.- Ao falar isso, todos encaram Rurion durante um tempo, depois começaram a rir. –Podem rir quando eu trazer minhas riquezas, eu lhes permito- Terminando sua fala, Rurion sai do bar, a procura desse escravizador.
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