Elfos, Imortalidade e Magia.
2 Capítulo 2 - Chegada Inesperada
Os navegantes não perceberam, mas humanos caçadores de recompensas o estavam seguindo. Rurion vê o navio dos humanos a distância e fica com uma expressão de puro medo.
Ouve-se um tiro de canhão disparado a quilômetros de distancia, Rurion começa a suar e fica imobilizado devido ao seu medo ao chão do porto.
O navio é atingido, apenas se ouve grito e desespero dos pequenos elfos. Após o primeiro disparo, os humanos começam a se manifestar com uma frota de navios. Os humanos começam a atacar a vila para não haver testemunhas do acontecimento ao Senado das Raças.
Logo, os caçadores desembarcam na vila, com armas de pólvora, espadas e machados afiados, do outro lado, elfos com arcos, magos poderosos e espadas capazes de cortar o vento.
Rurion corre para sair da vila, quando se depara com o líder dos caçadores, um humano grande, barba longa, olhar arrepiante, uma espada com força de 100 laminas e uma luva capaz de manipular e criar magia, seja magia boa ou das trevas.
O caçador encara Rurion e vê que o pequeno elfo é ainda um mero mortal. Com um tornado que saiu de sua mão pela luva, o humano arremessa Rurion a beira do rio, onde avista um corpo, ensanguentado e com marcas de ter sido cortado antes de falecer.
Rurion corre para ver, quando se surpreende ao ver que o corpo que encontrara é de Isabell, Rurion abraça o corpo de sua amiga e por ser meio lento, pede para que ela acorde, mas não se ouve nenhum suspiro.
Ao perceber onde se encontrara no momento, Rurion começa a chorar, um choro tão forte que o fez ficar louco e o desmaiar.
Após esse acontecimento, os elfos veem o grau de aonde essa guerra teria chegado, obrigado a usar uma magia poderosa e negra, que foi proibida a séculos, uma magia tão forte que o manipulador ficará com a mão amaldiçoada.
Logo a magia é usada, assim todos os humanos morrem em questões de segundos, mas só o líder deles sobrevive, mas o preço de sua vida foi sua mão e assim fugindo para a floresta negra.
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