Elementares: Fugitivos
25 Um mês
Notas iniciais
Um mês, um mês se passou e nadas dos outros elementos se eu estou nervosa a flor da pele com isso? Sim totalmente, estamos um mês em Londres e nada deles, procuramos por evidencia e nada nem um rastro sabíamos que essa missão não seria fácil mas pelo menos eu achei que eles deixariam evidencias. Já estávamos em novembro o ano novo já esta chegando tínhamos pouco tempo tempo. Estávamos todos aflitos as visões de Branca não estavam funcionando ela so via borrado e nada mais, se nos não os encontramos nossa missão de salvar nosso planeta será arruinado eu vou ter fracassado, deixarei a morte do meu pai ser em vão e dos outros três reis, eu já sou um fracasso meu pai deve me achar uma inútil, eu sou posso pedir desculpa, Zach é o que mais está desapontado ele é o nosso líder nessa procura ele já esta cansado mas nunca admiti, sempre que podia ele saia a procura e eu sempre ia com ele, eu já peguei ele de madrugada saindo de casa. Zach liga para a tia Jamie quase todos os dia, ela esta cuidando de Melani o que me deixa um pouco mais leve eu falo com ela o máximo que eu posso. Jamie tenta ajudar com seus poderes e esta tentando saber como ela veio para cá nem Dylan sabe ao certo, eu estou cada vez mais perdida sem saber por onde ir ou pensar.
É tao calmo vim aqui nesse parque eu me sentia ligada com a natureza, aqui eu ficava mais sei la meus problemas pareciam desaparecer por um tempo, todas as vezes que eu veio aqui eu me lembro do Nicolas e do nosso "encontro"
Flashback on
– Olha quem está aqui. Aquela voz familiar, suei frio, minha mente falava para sair correndo mas meu corpo não me obedecia. Fui e virando devagar e minhas suspeitas estavam certas.
– Nicolas?
– Natasha quanto tempo. Me distanciei um pouco mas ele se sentou do meu lado
– O que voce quer? Falei o cortando e indo direto no assunto
– Pelo jeito voce já sabe, mas voce sabe o que eu quero. Ele mantinha o olhar fixo na lago
– Sei? Olhava para seu rosto querendo respostas
– Eu nao quero brigar, eu acho o que meu pai está fazendo é ridículo, brigar por poder. Pai? Então o líder dos genéticos é o pai do Dylan e do Nicolas? Bom saber — Eu tenho feito isso tudo por obrigação mas eu não quero isso, desculpa por ontem, ele está me vigiando com Dylan ele não é assim principalmente depois do que o Dylan fez, Dylan ganhou a confiança dele eu queria ser como o Dylan, determinado mas não apesar dos meus poderes serem mais fortes que o dele eu não queria isso sabe. Nicolas estava desabando comigo como se eu fosse meu melhor amigo eu ainda não to entendendo nada.
– Nicolas esperai, por que você esta me falando tudo isso? Ele me olhou com seus olhos azuis tempestade, ele parecia me analisar, ele suspirou e voltou seu olhar para o lago.
– Nao sei. Ele me olhou de novo e sorriu, ele estava sendo sincero- Eu vi que você ganhou a amizade do Dylan, ele é muito difícil de ser domado voce deve ser uma boa pessoa diferente de mim eu já fiz coisas que me arrependo amargamente, eu não vou ficar te enchendo, claro que nós encontraremos muitas vezes principalmente nos sonhos, então ate a próxima gatinha. Ele piscou e saiu, ele e Dylan são muito parecidos não na aparência, ate no gatinha tinha que ser irmãos. Claro que ia manter em segredo ninguém podia saber principalmente Dylan ele iria pirar. Continuei olhando para o lago ainda lembrando do que aconteceu segundos atras
Flashback Off
Me peguei rindo lembrando do doido do Nicolas, devez enquanto nos víamos nos meus sonhos, ele podia parecer ser do mal mas era um cara legal , ele nunca me contou sobre os genéticos o que o pai dele planeja nada do tipo, estávamos virando amigos, Dylan nem sonha que eu e o irmão dele conversamos na verdade ninguém sabia.
O céu ameaçava a chover, fui para a casa e todos estavam la jantando, passei direto sem responder aonde estava, nao estava no clima para isso, subi para o quarto e tirei meu sobretudo e deitei n cama, meus pensamentos me prendiam de tal forma que eu não escutava ninguém a não ser a voz "dele" em meus pensamentos, seus olhos ainda continuava em minha mente aqueles lindos olhos azuis da cor do mar, tudo vagava na minha mente, ele se preocupou comigo ele me salvou eu devia agradecer por ele ter salvo minha vida, chorei frustada por não o encontrar mas como eu o encontraria? So um milagre, entao veio um estalo lembrei de quando Zach me disse que me encontrou numa casa abandonada perto da praia talvez ele esteja la, eu ainda tinha minhas esperanças.
Coloquei meu sobretudo de novo e sai ignorado o falatório, estava chovendo usei meu sobretudo para tampar minha cabeça, peguei um ônibus e seguir para praia, as pessoas devem me achar uma louca ir a praia numa chuva dessa e eu estou pouco me importando para elas.
Cheguei e claro não tinha ninguem, olhei para o mar e me lembrei de tudo o que aconteceu, tirei minha bota e coloquei os pés na areia aquilo era nao sei como explicar era bom sentir a areia o vento bater nos cabelos a não ser que esteja de gloss ai voce ta ferrada minha sorte que eu estou dem nada, Branca me obrigava pelo menos usar lapis de olho eu detestava esse tipo de coisa eu prefiro ficar ao natural sem filtro.
A sensação de olhar para o mar e sentir a areia era inexplicável, uma mistura de sensações, calma, paz, as sensações que "ele" me causava, mas eu nao vim aqui para apreciar a paisagem, andei sem rumo pela praia procurando a tal casa , usei meus sentidos eu me lembrava muito pouco do cheiro, era do mar com algo que eu não sei, Parei e fechei meus olhos tentei sentir pensei que o vento me ajudaria mas me enganei, percorri toda a praia e nada onde estaria essa casa? Dei mais uma volta mas um pouco afastada da praia e nada, minha paciência estaca esgotando. A chuva parava um pouco decidir voltar eu não iria A chuva parava um pouco decidir voltar eu não iria encontra não hoje, voltei de ônibus entrei em casa ninguém no andar de baixou subir e ninguém lá também, todos tinham saído, sem a menos deixar um bilhete, larguei minha bota num canto meus pés estavam cheios de areia, fui direto para um banho tirei aquela roupa molhada e tomei um belo banho quente. Logo após o banho coloquei uma roupa quente qualquer e deitei na cama, encarava o teto nem sabia em que pensar direito estava tudo me fazendo perder a paciência, nada estava certo, nada se encaixa, como eu acharia essas criaturas? Eu estava a beira da loucura, eu não tinha respostas para minhas perguntas parecia que eu jogava minhas perguntas para um nada, sentei na beirada da cama comecei a balançar minha perna freneticamente, eu não aguentava mais ficar sem respostas, era melhor eu cochilar me tirar um pouco desses pensamentos meus e deixar ser levada para um lugar distante. Um vento passou no meu ouvir e me acordou, assustei de início mas vi que não era nada demais, olhei para os lado estava escuro e ainda ninguém chegará, onde será que eles se meteram? Pensei, minha barriga roncou desci as escadas para a cozinha fiz um sanduíche de peito de peru e queijo. Enquanto comia me perdi em meus pensamentos, como eu encontraria fogo e água eles podiam ser previsíveis mas eles não estariam em um lugar tão obviou, eu e Chris não estávamos imagina eles.
– Na ta aí. Me despertei
– To aqui na cozinha. Gritei de volta logo Chris apareceu e sentou no meu lado pegando a outra metade do meu sanduíche, folgado — Onde estavam a até agora?
– Ainda estamos procurando e como a senhorita não quis ficar e ouvir o plano, mas só eu vim ver se você já tinha chegado, pelo jeito você ta bem eu vou voltar com os outros. Segurei seu braço, tinha tempo que eu não ficava com o meu amigo desde dessa confusão toda a gente nunca mais saiu juntos como amigos só nós dois como antigamente eu sentia falara das nossas palhaçadas claro.
– Fica comigo hoje por favor. Fiz ou melhor tentei fazer um biquinho ele me olhou
– Não faz isso, eu preciso ajudar.
– Por favor, eu to carente. Ele suspirou isso significa vitória, yeah. Peguei em seu braço e sair da casa com guarda chuva, rodamos a cidade a chuva estava baixa mas ainda continuava, a noite vinha.
– Agora que já passeamos podemos volta?
– Por que tanta pressa? Perguntei desconfiada tinha algo rolando ali que eu sei
– Você vai sair com alguém? Você ta aprontando, eu consigo ver nos seus olhos Chris.
– Morena você ta inventando coisa. Peguei seu braço o forçando a parar ele não me chamava desse apelido a toa só quando ele tem alguém segredo — Christopher eu te conheço desde que eu me conheço por gente, desembuche.
– Ok enjoada. Ri com seu lindo comentário — Mas por favor não conte a ninguém.
– E desde quando eu já contei segredo seu? Ele me olhou com significado de não.
– EutosaindocomaBranca. Ele falou rápido e nenhum humano conseguiria ouvir. Então juntei as peças, contive antes de pular de alegria como que aquela vaca não me contou eu vou matar ela quando chegar em casa.
– O que, não ouvir. Tentei não ri, ele bufou e me olhou no fundo dos meus olhos não aguentei e pulei em cima dele e beijei sua bochecha, ok isso foi estranho.
– Doida. Disse Chris limpando a minha baba na sua bochecha — Não conte para ninguém principalmente ao Zach por favor eu confio em você.
– Retardado claro que eu não vou contar né, ou você acha que eu sua amiga desde de sei lá quando ia contar e estragar o casal no qual eu shippo? Ele me olhou sério — Sim eu shippo vocês dois, problem? Rimos com toda situação eu sabia que aqueles dois ficariam mas só tinha um problema que eles terão que enfrentar é por serem diferentes, eu odiava essa lei ela era ridícula eu não entedia ela de jeito nenhum.
– E hoje a gente vai sair, agora que você sabe podia me ajudar sabe.
– Claro que ajudo. Sorri já com um plano e claro eu ia atrás para ver, sim sou curiosa. Chegamos em casa e fui direto para o quarto Branca estava ainda se arrumando e dei um susto nela, foi engraçado ela deixou a caixa de jóias cair e tudo foi pro chão, ajudei porque eu não sou tão ruim assim. — To ligada. Disse colocando um brinco de argola dourada na caixa.
– Em que? Ela disse sem me olhar e pegar as jóias caídas no chão
– Você e o. Ela nem me deixou e colocou a mão na minha boca e me encarou
– Como você sabe? Tirei sua mão da minha boca lambendo ela
– Realmente você acha que ele guarda segredo de mim? Disse arqueando minha sobrancelha
– Sei lá. Ela suspirou e colocou um anel por ultimo na caixa preta com detalhes douradas nela.
– Não se preocupa vou ajuda vocês. Pisquei para ela e Branca sorriu.
– Ajudar em que? Leonor apareceu do nada- Em nada, a arrumar as jóias que tinha caído. Branca guardou a caixa e eu sorri amarelo, Leonor nos olhou desconfiada e saiu. — Vai logo não temos muito tempo. Apressei Branca
…
– Vocês sabem o plano?
– Já. Os dois me olharam entediados mas tinha ter a certeza que eles sabiam o plano se não tudo iria para o beleleu.
– Então podemos ir, e depois nos separamos e deixo os pombinhos namorarem ok. Dava para ver que eles queriam ir logo, puxei os dois pelo braço chamamos um taxi, descemos no centro de Londres tudo estava tão iluminado e agitado era tão lindo eu me apaixonava por essa cidade a cada dia, Branca e Chris foram para um lado e eu fui passear pela cidade, só que não quando eu percebi que eles estavam distraídos eu ativei meu plano ir atrás dele. Fui passando despercebida pelas pessoas, eles iam para o London Eye, clichê isso eles não tinham um programa melhor não tipo ir ao restaurante ou soverteria sei lá porque London Eye é o lugar mais clichê para se levar a namorada, rolei meus olhos e sentei no primeiro banco e observei os dois entrarem na cabine, eles pareciam estarem felizes, apaixonados, eu queria sentir isso me apaixonar de verdade por alguém sentir aquelas sensações que todos falam nos livros, filmes. Suspirei ao ver os dois se beijarem no topo mais clichê. Eu estava ali por meia hora, depois de quase devorar a maiorias dos caminhões de lanche eles finalmente saíram abraçados e se beijando, me escondi e continuei a seguir eles até que algo me chamou a atenção, um grito mas não era um grito qualquer ele era diferente de como se fosse urgente ele começou a invadir meus ouvidos, era doloroso demais, gritei mas não saiu sim algum cai de joelhos e tampei meus ouvidos mas o grito so aumentava eu vi o Chris caído com as mãos nos ouvidos assim como eu. Branca se virou e me viu caída também ela desesperou e levantou Chris, me levantei com custo e fui até eles.
– Esse não é um grito normal. Disse
– Parece o grito que ouvi no dia que você afogou. Chris ainda tinha as mãos nos ouvidos
– Chris no dia que isso aconteceu, Zach ligou para minha mãe ela nos contou que vocês quatro tem algum tipo de ligação. Um estalo veio na minha mente algum elementar estava em perigo- Branca vamos nos focar aqui. Seguir os gritos a cada passo que dava eles aumentavam então vi chama sair de um lugar escuro apressei meus passos e era um parque abandonado, quando fui pular a cerca os gritos estavam no máximo desequilibrei e cair no chão alguém me ajudou era Branca, sorri e uma chama foi em nossa direção corri em direção da onde essas chamas vinha Branca e Chris estavam do meu lado, era agora que acharíamos um dos elementos, sorri com meu pensamento.
– Não vou te desapontar. Olhei para cima sorrindo pensando no meu pai
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