Elementares: Fugitivos
18 Meu aniversário?
Notas iniciais
– Para matar um genético é no coração ou quebrar o pescoço, é como matar um vampiro, eles são espertos mas você tem que ser mais e como você faz para atacar o coração? Meu coração estava a mil acabamos de sair de uma luta o suor pingava pelo meu corpo tinha horas que estávamos treinando sem pausa o Dylan é do mal, ele estava cansado assim como eu, havia hematomas em seus braços e um roxo no olho esquerdo, culpada má seus machucados já estavam se curando, sabia que essa pergunta era para mim invés de falar mostrei uma estaca de madeira formou e saiu na minha mão- Bom, consegue fazer nas duas mãos? Fiz com as duas mãos na segunda saiu meio deformada concentrei mais um pouco ela saiu bem afiada.
– Satisfeito? Fiz umas manobras com as estacas.
– Muito, você vai precisa mais que isso tem que manjar. Eu ri quando Dylan falou manjar ano passado eu conheci uma menina brasileira um dia a menina queria brigar com ela, ela falou que manja nos paranuê é claro que ela falou em português depois eu perguntei o que era.
– Ta rindo do que?
– Manjar. Poquei de ri, não ligam eu sou doida. Dylan revirou os olhos ignorando a minha infantilidade.
– Preparada? Um outro ataque tava cansa de lutar cade minha água? Ataquei ele sem pensar duas vezes uma coisa que aprendi nunca em um ataque eles vão falar preparado e já. Joguei Dylan na parede do porão da tia Jamie o porão era enorme dava para treinar sem incomodar, corri em velocidade sobre humana e peguei o pescoço do Dylan a coisa me deu um golpe cai no chão e Dylan estava em cima de mim ( não pense em perversidade) — Tem que melhora. Sussurrou em meu ouvido, inverti a posição peguei seu braço contorci para trás fazendo grunhi de dor, o levantei erguendo no ar.- Melhorou muito deste a ultima vez, pode descansar
– Obrigada. O soltei e ele caiu no chão virei de costa indo para porta senti uma mão no meu ombro me jogar para longe e cair no chão o quebrando que raiva eu tinha me esquecido nunca dar as costas para o adversário.
– Nunca vire as costas para o seu inimigo. Ele me ajudou a levantar.
– Como será que o Zach e o Chris estão? O Dylan era o meu professor de luta e Zach do Chris.
– Vamos ver. Saímos da nossa sala de treino e fomos para a do lado, abrimos a porta, Chris dando uma rasteira no Zach e Zach tentando da um soco no Chris, entramos na sala tentando não interromper a luta, sentei no canto vendo um tentando derrubar o outro. Dylan sentou do meu lado trazendo garrafas de agua hoje o treino foi duro. O treino deles acabou saímos da sala Chris foi o primeiro a sair sem falar com ninguém.
– Por que o Chris ta assim já tem um mês que ele está estranho? Dylan sabia so que não queria falar ô raiva. Sai do porão tomei um banho bem merecido me troquei e sentei na cama eu divido o quarto com Branca ela tirou sua cama de casal e a substituiu por uma de solteiro para caber a minha cama. Um mês passou foi tão rápido, esse mês foi pior que um ano de escola sério bem pior, eu to um mês sem sair de casa não posso sair se caso eu encontra um genético eles dizem que eu ainda não estou preparada e muitos estão atrás da gente e para ser mais discretos, bobagem, queria ver meu pai no hospital ver como ele ta o que fizeram com já que a minha mãe era uma traidora e " desapareceu" não sei o que fizeram com ele queria tanto ver ele o tempo está curto para todos eu vou ter que deixar esse planeta e não sei que dia eu volto e também tem a Melani eu prometi que voltaria mas até hoje não voltei parti o coração dela eu queria ver ela me desculpa por não ter ido vê-la
– Natasha, você ta chorando? Branca me tirou dos meus pensamentos.
– Não. Disse limpando as lágrimas que derramaram em meu rosto.
– Você pode me contar as coisas sou sua prima e melhor amiga. Um sorriso amarelo apareceu no meu rosto me lembrar do meu pai me fazia chorar e muito- Seu pai? Assenti, Branca me abraçou me senti acolhida. — Tira essa tristeza do rosto eu quero ver o seu sorriso. Branca para mim não era só minha prima ou amiga ela em um mês ela se tornou uma mãe para mim a tia Jamie também, eu e Dylan estamos começando a nós entender ele é legal não parece aquele galinha covarde da escola, Zach é como meu irmão mais velho todas as tardes vamos para o Jardim Secreto mas nem tão secreto assim Branca, Dylan e Chris ficam com a gente conversando falando no Chris ele anda um pouco afastado conversamos mais no Jardim ele é tão calado. — O almoço está pronto borá descer.
– Borá. Descemos para a cozinha todos estão lá até o tio Daniel. eu chamo ele e a Jamie de tios agora agora eles são minha família.
– Senta do lado do Chris Naty. Como a tia pediu sentei do lado do Chris que brincava com a comida ele estava distante em seus pensamentos, ignorei logo teremos uma conversa, o almoço de hoje era strognoffe de frango com batata frita e arroz coloquei em meu prato, todos estão muito calados hoje ninguém conversou na mesa o que é estranho muito estranho. Depois do almoço e de escovar meus dentes fui para o Jardim Secreto, sentei no pé da árvore encarei o céu azul sem uma nuvem o dia tão lindo fechei meus olhos para aprecia o dia.
– O dia ta lindo.
– Concordo. Abri meus olhos surpresa com o Chis sentado do meu lado-
O que aconteceu com nós?
– Como assim? Encarei aqueles lindos olhos azuis com angústia neles
– Você sabe mal nós falamos você não conversa mais comigo.
– Natasha é complicado. Gritou ele nunca gritou comigo antes olhei assustada para ele seus olhos desviaram dos meus para os pés brincando com a grama
– O que é complicado? Gritei de volta ele me encarou com medo de fala.
– Eu te amo, eu falei satisfeita? Eu não tinha ação o que eu ia falar para ele, eu não sentia o mesmo fiquei com medo de magoar seus sentimentos não falei seus olhos era indecifráveis, ficamos calados sem dizer nada um para outro suas bochechas estavam vermelhas.
– Chris.
– Não precisa falar nada, eu ouvi a sua conversa com o Zach quando ele terminou com Helena. Minhas mãos foram de encontro com a minha boca, eu magoei os sentimentos do meu melhor amigo a ultima coisa que eu faria mas a super audição tinha que fazer um troço desse. Vi ele se afastar da árvore lágrimas escorriam no meu rosto deitei na grama desejando que aquilo fosse só um pesadelo sem perceber adormeci. Acordei na minha cama do lado da de Branca olhei em volta o sol ainda ardia no céu.
– Ela acordou anda logo com isso. Ouvi um sussurro vindo da sala, desci para ver o que tava acontecendo, a sala estava escura as janelas cobertas eu estava em posição de ataque sei lá pode ser um genético querendo me matar.
– SURPRESA! Pulei de susto, estavam todos ali até Helena e Leonor, Branca veio segurando um bolo escrito feliz aniversário perai é o meu aniversário? Que dia é hoje?
– Feliz aniversário!! Branca falou animada colocando o bolo na mesa ele parecia bem apetitoso deve ser de chocolate, procurei um calendário era dia vinte dois de julho realmente era o meu aniversário como eu esqueci que era meu aniversário?
– Como é ter 17 anos? Quem faz uma pergunta dessas?
– Você tem quantos anos? É eu não sei quantos anos a minha prima tem palmas para mim.
– Em janeiro fiz 16 sua anta. Ela tem quantos anos? Ela parece ser bem mais velha que eu credo.
– Parabéns priminha. Zach me beijou na bochecha, a última vez que vi Helena foi mês passado Leonor sempre vem aqui ela é a mais doida e animada ela é Branca disputam esse cargo. Pela primeira vez vi Helena sorri :o passada- Aqui seu presente. Ele segurava uma caixa média vermelha
– Não precisava.
– Você merece. Sentei no sofá peguei a caixa e abri era um porta retrato com uma foto minha com Zach no Jardim Secreto perto da árvore.
– É lindo, obrigada Zach. Ele sorriu como resposta.
– Minha vez. Dylan sentou do meu lado com uma caixinha preta, abri uma linda pulseira dourada com vários pingentes tinha de folha, de nuvem, de chama, uma gota de água, uma lua crescente, o sol e um G- Cada pingente significa um povo cada um escolheu um pingente é um presente coletivo.
– Obrigada gente. Coloquei a pulseira, não toque em mim to chorona é muita emoção.
– Borá corta o bolo. Leonor gritou quase atacando o bolo.
– Primeiro temos que cantar parabéns. Helena a repreendeu.
– Parabéns pra você parabéns para você parabéns pra você parabéns pra você. Assoprei as velas e alguma criatura tirou uma foto.
– Você ta ficando velha. Os olhos do Chris ainda mostravam tristeza mas ainda sorria
. — Como se você fosse mais novo que eu. Mostrei a língua para ele, ele sorriu
–Corta o bolo logo eu quero comer. Cortei o primeiro pedaço e entreguei para Jamie e assim por diante.
– Quem quer mais? Perguntei e Leonor apareceu com o prato erguido.- Aqui está. O som da conversa e das risadas pararam, Branca estava tento uma visão tem muito tempo que ela não tem visão pelo menos umas três semanas e meia, todos mantinham a atenção na Branca eu não ficava para trás depois de uma hora Branca voltou, ela olhou para todos surpresa, esperamos ela falar algo.
– Os outros elementos, no ano novo. Nós entreolhamos o tempo está mais curto temos que agir rápido
– Tem mais informações? Perguntei nervosa
– Eu vi o Big Ben, fogo e água, fogos de artifícios pessoas comemorando.
– Seu pai estava certo Chris. Todos me olharam- O pai do Chris quando o Chris tinha completado ele falou para ir a Londres.
– Temos que comprar as passagens o mas rápido. Zach se prontificou indo para o computador, ele ficou por la e comi o resto do pedaço do meu bolo.
– Desculpa por atrapalha a sua festa.
– Você ajudou muito. Helena, Leonor, Dylan e Chris aproximaram de nós
– Então gostou da surpresa?
– Se eu gostei? Não. Todos me olharam aborrecidos — Eu amei. Sorri e eles sorriam de volta. Assim foi a noite conversamos até a noitecer Helena e Leonor já tinham ido. Tia Jamie, tio Daniel e Dylan já tinham subido, Zach ainda tava pra la só estava eu Branca e Chris na sala sentados sem falar nada.
– Eu vou dormi. Branca subiu me deixando sozinha com Chris.
– Você quer falar sobre...
– Amigos? Surpreendi com a fala de Chris
– Amigos. Apertamos as mãos eu sei que eu tinha magoado ele seus olhos me falavam isso- Me desculpa. Sussurrei com a cabeça baixa não queria olhar em seus olhos e me sentir mais culpada
– Você não precisa se desculpa você não tem culpa por não senti o mesmo. Ele tocou as mãos em meu rosto o levantando obrigado olhar em seus olhos azuis desviei meus olhos para o seu cabelo preto que caia de lado- Olha nos meus olhos. Olhei em seus olhos com medo.
– Desculpa Chris. Foi a vez dele desviar o olhar, mordi meu lábio inferior quase o machucando- Chris eu te amo mas só como amiga. Beijei sua bochecha
– O seu presente. Estendeu uma caixa azul gélido peguei sem graça desfiz o laço era um ursinho meio acabado sua cor era marrom, no meio dele tinha um coração com as inicias C e N aquele ursinho não me é estranho, olhei para Chris sem intender.
– Lembra quando abriu uma loja de fazer seu urso você me fez ficar na fila por um tempão para ser a primeira. O meu Deus aquele era o nosso ursinho.
Flashback on
– Anda Chris, eu quero ser a primeira. Correu a menininha de dez anos animada para fazer seu primeiro ursinho com o seu melhor amigo.
– Isso é coisa de menina. Esperneou Chris chegando mais perto de sua amiga que tinha uma paixão secreta ele não queria está lá se não fosse pela sua amiga ele não estaria ali. — Natasha tem certeza que quer fazer este tal de urso de pelúcia? Perguntou sem paciência.
– Tenho. Eles estavam esperando tinha um bom tempo- Eles já vão abri. A menina desesperou pegou a mão do amigo e entrou na loja, ela ficou maravilhada sem saber para onde ir primeiro. — Faz esse urso e vamos. Emburrou Chris seguindo sua amiga, ela pegou um urso vazio e feio e pediu pro moço encher e ele o fez.
– Quer colocar algo no meio do urso no coração. O moço não parecia muito animado em atender eles, ela assentiu- Vai colocar o que pequena?
– C e N. Chris ficou surpreso com sua resposta, o moço gravou as inicias no urso satisfeita Natasha pegou e abraçou o urso com as sua iniciais e a da seu amigo. — Você tem que ir no caixa, ok? A menina super feliz pagou o urso e saiu da loja com seu amigo.
– Chris para você. Ela entregou o urso para ele, Chris ficou feliz pode ser um presente bobo para um menino de onze anos mas vindo da sua amiga ele ficou feliz. — Obrigado. Beijou a bochecha de sua amiga e sentiu seu rosto corar.
Flashback off
Lágrimas escorreram em meu rosto por causa da lembrança, ele ainda guardava o urso que eu dei para ele a sete anos.
– Você guardou.
– Sim foi um dos presentes mais especiais que eu já ganhei. Deixei as lágrimas escorrerem Chris as limpou eu o abracei olhei em seus olhos não tinha palavras ele se afastou e subiu com lágrimas nos olhos. O sono não vinha de jeito nenhum por que eu tinha que dormi no jardim? Vi o dia surgi não tinha sono não depois do que fiz com Chris.
Chris P.O.V
Eu não acredito que eu fiquei na friendzone. Suas palavras ecoavam em minha cabeça "Chris eu te amo mas só como amiga" O sono não chegava tentei dormi mas nada amanheceu e o sono não vinha. Desci para beber água e vi Natasha dormindo no sofá feito anjo, cheguei mais perto tirei uma mecha do seu cabelo negro que tampava seu rosto delicado passei os dedos em sua pele morena clara passei os dedos pela a sua boca grossa vermelha misturada com rosa, seus cabelos caíram mais uma vez em seu rosto delicado os coloquei para trás, eu a amo tanto meu coração doeu lembrando de ontem de suas palavras ditas. Beijei sua testa e depois sua bochecha.
– Eu te amo. Beijei sua testa de novo, fui na cozinha bebi minha água o sono começou aparecer. Antes de subi peguei Natasha no colo ela é tão leve, sorri abri a porta Branca tava dormindo então eu tinha que fazer silencio, coloquei Natasha na cama olhei seu rosto novamente- Boa noite. Fui para o meu quarto nas pontas dos pés sem fazer barulho
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