Elementares: Fugitivos

12 Como conheci ele ?


Notas iniciais
E aí povo ? Mais um capitulo para vocês

– Amy? Perguntei surpresa por esta ali daquele jeito.

– A senhorita deseja algo? Serio ela ta me assustando sendo educada.

– Hã, eu queria um meia pata preta, número 37. Amy fez cara de nojo subiu as escadas- Ainda estou com trauma de escada- Graças a minha audição ouvi suas murmurações sobre eu esta lá, nunca passaria na minha cabeça Amy ser vendedora de uma loja o meu coração pedia para tira uma foto ou espalhar esse babado mas minha consciência queria mais, vingança, ela desceu as escadas e vi que não era o certo a fazer.

– Aqui esta, ali tem um lugar para experimentar. Meu Deus o que fizeram com essa menina? Tudo nela esta diferente o jeito de conversar de olhar, impressão minha ou ela sorriu?

– Você esta bem?

– Estou é quem é você Amy? Sentei no sofá e a fitei ela não me respondeu simplesmente sumiu, experimentei o sapato, perfeito pensei fui ao balcão e toquei aquela companhia e ela apareceu descendo as escadas.

– Eu vou levar. Ela ficou séria e pegou o sapato.

– São $76,00. Abri minha bolsa e tinha cem dólares que peguei do meu cofre, agradeci e agora Starbucks aqui vou eu, alguém pegou meu braço na porta da loja.

– Posso te pedir um favor?

– Depende.

– Por favor não conta para ninguém sobre isso. Eu realmente não sei a resposta tenho uma chance de vingança ou ser uma boa garota

– Eu sei, eu fui uma péssima pessoa com você mas por favor eu faço qualquer coisa. Humm qualquer coisa né.

– Ok. Amy abriu um sorriu de orelha a orelha, eu ainda não acredito no que fiz ser boazinha as vezes é chato.

– Tchau. Fui direto para o Starbucks pedi um cappucino com canela, sentei em uma mesa próxima ao balcão de pedidos, tenho que visita meu pai pensei tem quase dois dias que não o vejo meu coração parte em pensar ir ve-lo deitado sem poder mexer, falar ou acordar.

– Alienígena floral. Chamou a mulher me tirando dos pensamentos apesar de odiar o apelido o Chris seria engraçado ouvir a mulher do balcão falar ou melhor grita, peguei meu cappucino toda sem graça a mulher achou engraçado sai para o hospital sem perceber já estava no local desejado, tomei um gole do cappucino e me preparei mentalmente pronta para ver meu pai naquele estado.

– Queria visitar Caleb Dias o horário de visitas esta aberto? Perguntei a recepcionista terminando meu café.

– Falta vinte minutos, você é? Joguei meu cappucino fora desejando ele encher de novo realmente estava muito bom.

– Sou a filha dele Natasha Dias aqui a identidade. Lhe entreguei minha identidade depois de checar tudo a mulher ficou branco papel já até imagino o porque e me deu o cartão de visitas

– Não se preocupe não sou um fantasma. Ta ela nem se quer falou nada, caminhei até o quarto do meu pai parei na porta podia ouvir seu coração bater fraco sua respiração com auxiliou de máquinas, meu telefone bipou me alertando de um mensagem.

Ta aonde?

Tinha que ser Chris me mandando mensagem em horas erradas

No hospital depois nos falamos.

Toquei na maçaneta forçando abri para um quarto azul meu pai no centro com varias máquinas ao redor, fechei a porta tinha pouco tempo para falar, chorar em seu ombro, me aproximei da cama beijei sua testa com um lágrima descendo em meu rosto me ajoelhei com a mão junto da sua.

– Pai como queria você aqui me ajudando nesse momento, tudo no mundo não faz sentido nenhum. Lagrimas exigiam descer abaixei a cabeça e às liberei — Você sabia eu encontrei meus pais não literalmente mas sei quem são, meu pai não quero falar muito dele minha mãe não sei quem é só tenho imagens dela. Pode me chamar de doida por esta conversando com uma pessoa em coma mas eu precisava liberar, conversar mesmo sem ninguém responder minha mãe não conversava comigo normal parecemos dois indivíduos estranhos.

– O tempo de visitas acabou senhorita. Limpei as lágrimas e sai.

Me encontre no parque

Digitei um mensagem para Chris, preciso de alguém comigo ele é o único que me entenderia. Deixei o cartão de visitas na recepção e corri no jeito sobre humano em segundo já estava no parque, estava a noite o tempo passou tão rápido, encontrei Chris sentado no banco cercado por pombas.

– Eu acho que vou chamar você de Kevin. Chris é louco chamar uma pomba de Kevin até que combinou.

– Kevin? Sentei do seu lado vendo o pombo cinza no colo do Chris.

– Sei lá combina com ele, mas então?

– Eu preciso conversar com alguém, to tão sozinha.

– Você tem a mim e o Kevin.

– Larga esse bicho- Ele me olhou feio- Kevin ele pertence ao céu, ser livre seu feio. Dei um empurrão nele e o bi quer dizer o Kevin voou para longe

– Kevin não. Chris agachou no chão com a mão estendida para o céu, dramático.

– Dramático.

– Você vai ver o dramático. Ele pulou em cima de mim e começou a fazer cócegas tentei me soltar era impossível ele pegou no meu ponto fraco coloquei minha mão no chão a raiz de uma arvore apareceu e pegou Chris pela cintura estendendo ele no ar.- Me desce por favor.

– Não, eu preciso respirar. Desci Chris começamos a ri nem pensamos nas consequências as pessoas nos olhava.

– O que vamos fazer?

– Olha eu aprendi hoje quando você foi embora. Uma névoa saiu das mãos de Chris atingindo as pessoas, após uns dois três minutos elas pararam de nos olhar estranho e caminhar normalmente, o que será que Chris fez?

–Essa névoa faz as pessoas esquecerem do que eu quiser.

– Hummm, já utilizou antes?

– Não, é a primeira vez sem contar no campo com uma senhora.

– Então o baile é amanha, não endento o baile ser na quarta.

– Pessoas doidas, vamos sair daqui. Assenti, coloquei as mãos nos bolsos, andamos sem destinos o silêncio nos dominava.

– Eu vou assim que acabar as aulas semana que vem to partindo.

– Não pode passar as ferias aqui? Perguntei um pouco desapontada com a noticia.

– Não, quero encontrar os outros dois eu vou ter tempo de sobra porque depois que começa as aulas eu não vou ter tempo. Disse olhando para céu com medo de olhar nos meus olhos, medroso.

– Eu posso te ajudar, me deixa ir junto.

– Você ainda nem terminou o ensino médio.

– Eu sou um alien não preciso disso, eu quero voltar para o nosso planeta natal. Realmente queria voltar quero conhecer minha origem minha mãe meu povo- Somos da realeza não podemos da as costas para o nosso povo assim temos que voltar. Toquei em seu ombro paramos de andar encaramos um ao outro, seu rosto não mostrava sentimento ele estava vazio assim como eu.

– Você tem razão, mas você fica e ponto final.

– Você que pensa. Sussurrei

– O que? Droga de audição apurada arruinando a vida de uma inocente.

– Nada, você acredita que a Amy é vendedora de uma loja de sapato eu não to julgando mas nunca pensei que ela pudesse fazer isso. Chris tinha cara de surpresa mas nem tanto assim.

– Eu sei fui um dia na loja com a minha mãe ela quase me esgoelou se eu contasse. Rimos (lê tento um ataque) sem brincadeira Chris caiu no chão eu não sou louca a esse ponto eu sentei no banco dando gargalhadas.

– Que companhia para casa?

– Seria bom. Segurei no braço de Chris eu queria saber se eu já o conhecia antes de vim para Terra será que já o conhecia e os outros? A dúvida me tomou de jeito meu colar brilhou do nada, borrões pretos apareceram minhas pernas tremeram não ouvia nada e nem enxergada direito tudo escureceu.

– Vem Na. Minha mãe me chamava para algum lugar corri em sua direção sem pensar duas vezes. Entramos em um salão enorme as paredes brancas com gesso cor de ouro o chão de mármore com uns desenhos estranhos havia uma mesa de jantar no meio da sala com um lindo banquete para um chá da tarde- Vai vim convidados importantes amigas da mamãe e você vai conhecer amiguinhos também. Um homem de vestes esquisitas apareceu falando algo no ouvido da minha mãe.

– O que foi mamãe ?

– Só não vai vim uma pessoa mas os outros vão vim. Disse num sorriso simpático, sentei em uma das cadeiras e esperei os amiguinhos estava tão ansiosa nunca conheci alguém da minha idade só velhos. A porta se abri revelando uma mulher com uma barriga enorme.

– Bella. Disse minha mãe.

– Jasmine. As duas se abraçaram minha mãe mexia na barriga da mulher.

– Como vai o bebe é menino ou menina?

– Não sei acho que é uma menina e quem é essa pequena?Desci da cadeira encarei a mulher barriguda.

– Você engoliu o bebe? Por que fez isso?

– Ela tem quantos anos? Perguntou a mulher pasma.

– Vai fazer dois. Minha mãe ria da expressão da mulher.

– Tem razão no que dizem que os dominadores são uma mais evoluídos. Riram da fala da mulher chamada Bella. A porta se abriu novamente.

– Zoe. As duas pularam em cima da Zoe como se não a via faz tempo, um menino saiu do vestido verde medieval da mulher, observação todas nos estávamos vestidas com vestidos de época medieval menos o menino claro. O menino era uns dez centímetros maior que eu sua pele branquinha com as bochechas vermelhas e olhos azuis celestes.

– Esse é Christopher. A Zoe puxou a mão do menino para frente.

– Oi. Falei tímida.

– Oi pode me chamar de Chris. Ficamos nos olhando.

– Vai brincar com ele Na.

– Ta com você. Toquei em seu ombro e corri olhei para trás ele corria atras de mim até eu cai no chão.

Notas finais
Gostaram? Podem comentar demora menos de dois minutos se tiverem preguiça manda ela embora, você fará uma autora feliz :)