Elementar

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Essa é minha primeira história, espero que gostem

Não podia acreditar que ele estava a traindo, tenho um bom senso mas isso não para isso. Chamei minha irmã,Tara, que assim que o viu, os vidros da casa literalmente se explodiram. Caetano um garoto incrivelmente sedutor, bonito e... traidor. Seus olhos eram verdes escuros e esse era o segredo da onde vem tanta sedução, ele era realmente apaixonante, até trair minha irmã na minha frente, conduzi a água cuja Tara tinha derramado do aquário gigante da casa, até em volta da sua cabeça, não sentia nada além de satisfação de vê-lo afogando, parte dele estava desesperada por estar quase morrendo e a outra parte não está acreditando que isso está acontecendo, afinal veio uma água saindo do nada e estava em volta de sua cabeça.

Tara colocou sua mão em meu ombro e apertou falando.

— Anna, ele não vale a pena, ele é um viado

Resolvi me acalmar afinal todos da festa estavam paralisados com a situação, não imagino o porque.

— Tudo bem, ele vai ficar louco mesmo.

Liberei a água em torno de Caetano, que ainda estava em choque. Abri minha bolsa e peguei um saco com areia australiana, minha irmã já sabia o que fazer, fiz uma bolha em torno da cabeça de Caetano novamente mas dessa vez com ar conduzido pela minha irmã, quando vi ele respirando normalmente joguei um pouco de areia para cima e Tara ajudou a espalha-la, todos que estavam lá caíram desmaiados e ninguém se lembrará de nada exceto Caetano que estava com a proteção que fiz.

Segundos depois nosso pai apareceu e Tara resmungou.

-Droga! porque ele sempre chega nessas horas.

-Vocês estão malucas!? O que aquele gaela esta fazendo no pobre menino! Anna pode me explicar!- Meu pai, Dante apontou para o garoto com um ar de " ai meu deus de novo não", um pouco despreocupado por acontecer isso tantas vezes.

— Ele traiu a Tara na minha frente não podia ficar sem fazer nada.

Meu pai apesar de ser um grande dominador, não passa de um garotinho que fica perdido no meio de nossas bagunças. Eu sempre tenho que consertá-las. É basicamente um ciclo, minha irmã se mete em encrenca, meu pai fica perdido sem saber o que fazer e eu...bom, conserto. Exceto dessa vez que fui eu que fiz a bagunça. Está tudo certo!

— Relaxa pai! Anna já apagou a memória de todos e não terá problemas.

Nosso pai tirou aquela postura de divertimento e ficou sério.

— Para mim já chega! — Ele abaixou a cabeça e pela primeira vez tive medo do meu pai- Vocês vão para Londres imediatamente.