Ele Roubou-me O Melhor De Mim _ One Shot

1 Ele roubou-me o melhor de mim.


Notas iniciais
Esta história é da minha autoria, por isso não autorizo que façam cópias ou plágio para fins não autorizado pelo Nyah!Fanfiction. Foi escrita por mim e por mais ninguém. Não foi utilizada nenhum (livro, anime, filme, novela, etc) como base para a minha inspiração.

Havia um homem a minha frente, na sua mão estava uma arma de fogo apontada na minha direção. O seu rosto inespressivo não demostrava compaixão, em vez disso, um sorriso de puro prazer saía-lhe dos labios carnudos. Os seus olhos escuros, fixos nos meus de uma forma pouco natural, brilhavam de excitação e prazer. A sua pele bronseada brilhava de suor. O homem aproximou-se de mim, o que me fez de uma forma instintiva dar um passo atraz. Tinha a consciência da parede a um passo atráz. Estava completamente encurralada entre a parede e o homem que estava a minha frente. O objecto na sua mão era a única coisa que me metia medo. Do homem eu sentia repulsa e nojo pela forma como ele olhava para mim. Via nos seus olhos o brilho do desejo. Ele desejava-me, e não tinha ninguém para o impedir.

A Não ser eu.

Naquele momento fiz o impensavel. Saltei para cima do homem. Ele pego de surpresa não reagiu de imediato. E isso deu me alguns segundos que aproveitei para fazer cair a pistola que estava na sua mão.

Sendo ele um homem consegiu dar volta a situação. Num piscar de olhos fui subjugada por ele. Afinal, ele era um homem alto e forte e provavelmente teria uns vinte e sete anos. Enquanto que eu não passava de uma rapariga de dezassete anos. Comparado com a força dele eu era uma criança, embora tivesse o corpo bem desenvolvido para a minha idade. Nada do que fiz foi o suficiente para o impedir de me puxar pelos braços e fazer-me voar até a parede, onde as minhas costas foram esmagadas. Arregalei os olhos, não conseguia respirar.

Com a brutalidade que as minhas costas chocaram com a parede fez-me parar a respiracão por uns segundos. Não demorou muito a minha respiração voltou, eu respirava golfadas de ar até que normalizou. Assim, tomei a consciência do que se passava. Eu estava completamente imubilizada pelo homem.

Com uma mão ele prendeu os meus braços contra a parede em cima da minha cabeça, enquanto que a outra deslizava pelo meu corpo. A sua mão que deslizava suavemente pelo meu corpo parou no meu peito por uns segundos, depois continou a deslizar até a minha coxa, onde parou de novo.

Eu ali na parede completamente volneravel e a mercê do homem. Tentei a todo o custo soltar-me das garras dele. Mas foi em vão. Tudo o que consegui foi deixar-me ainda mais cansada do que já estava. Ele era muito forte. Sem nenhum esforço fui imubilizada e continuarei assim. A não ser que aconteça algum milagre. O problema era que eu não acreditava em milagres.

Senti a mão dele a lutar com os botões da minha blusa.

– Tira essas mãos de cima de mim – disse com um tom de voz que não permetia desobediencia. Mas não serviu de nada, ele continou sem sucesso, a tentar desabotuar-me os botões da blusa. Ele só tinha uma mão desocupado, por isso era-lhe mais dificil desabotuar os botões da minha blusa.

– Seu porco nojento, tire essas mãos de cima de mim – ordenei com um grito de furia, mas desta vez surgiu efeito. Ele parou o que estava a fazer e encarou-me, com os olhos nos meus, com uma expressão dividida entre a raiva e o divertimento. Saíu da sua boca um pequeno surriso de divertimento, enquanto que, sem tirar os olhos dos meus ele rasgou a blusa com a sua mão livre. Alguns botões caíram e saltitaram pelo chão.

Os meus olhos continuaram fixos nos dele.

Eu percebi sua a mensagem. Estava escrito nos seus olhos, no seu sorriso torto e cruel e na maneira como ele rasgou a blusa sem desviar o seu olhar do meu.

Da-li eu não saía.

Entrei em panico e comecei a gritar por socorro, mas eu sabia que era em vão. Ninguem ouviria os meus gritos de angustia naquele lugar deserto e desabitado. Na verdade nem sabia como fui parar naquele lugar. Na tentativa desesperada de fuga, acabei naquele lucal que não conhecia.

Enquanto gritava que nem uma louca, ele continuou a tirar-me a roupa. Eu estava praticamente nua.

E de repente senti algo no meio das minhas coxas, duro e tenso. Então, comecei a lutar com todas as forças que restava-me, enquanto as lagrimas húmidas e quentes rolavam-me pela cara abaixo. Consegui por pouco tempo manter as minhas coxas fechadas. Mas ele cansado de lutar, puxou-me para o chão e obrigou-me a deitar. Com todo o seu peso em cima de mim fui subjugada por ele mais uma vez. Ele abriu-me as pernas sem se deixar minimamente afectar pelos socos que ele recebia de mim. Assim ele entrou dentro de mim, e com um movimento rapido das suas mãos ele prendeu os meus braços contra o chão, um de cada lado da minha cabeça. Enquanto se servia do meu corpo, as lagrimas rolavam persistentemente pelo meu rosto e o odio era a única coisa que eu sentia por ele.

Fui obrigada a entregar-lhe o que eu tinha de mais precioso. A minha virgindade.

Ele roubou-me o melhor de mim.

Notas finais
Boa leitura!Não esqueçam de comentar.à importante para mim saber a vossa opinião.Obrigada!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!