Notas iniciais
Essa é uma Fanfic, vai ser longa. É minha 2 Fanfic. Comentem ♥''

Eu tinha acabado de descobrir, que o Pedro tava comigo por um contrato. O meu mundo caiu. Eu fui pro QG.

- Karina, vamos conversar.

- Eu não tenho nada pra falar com você. Como você pode? Me enganar esse tempo todo.

- Karina, eu tentei várias vezes contar a verdade. Naquele dia que eu descobri da traição do meu...

- Então... aquele dia você ia me contar?

- Sim...

- Porque não contou? Saberia de qualquer jeito eu iria ficar arrasada. Ah Pedro, quer saber. Eu tô cansada, vou a procura de alguém que me entenda.

Logo desisti de entrar no QG, fui para a praça. Começou a chover, eu estava com frio, chorando. Me perguntando o porque... Quando eu e ele ficamos trancados no banheiro... quando eu consolei ele... Dividiamos a ultima batata do pacote... Eu com meu rosto vermelho, minha boca seca, e meus olhos vermelhos... Vi o Cobra saindo do QG, trancando.

Eu então com a vista embassada. Acabei desmaiando, ele quando viu não percebeu que era eu. Andou devagar, mais quando se deu conta que era eu. Correu, e me pegou no colo. Eu estava desacordada...

- Karina. Karina, acorda. — Ele dizia, com uma voz desesperada. Acariciando meu rosto, vermelho e gélido.

Ele me levou até o QG, abriu a porta, e me colocou em um colchonete. Eu depois de algumas horas acordei. Pelando de febre. Já estava amanhecendo. Cobra estava do meu lado.

Apenas me observando, eu me mexi ele quando ia me tocar, percebeu que eu estava com febre. Eu me levantei bamba.

- Cobra, oque eu tô fazendo aqui?

- Você desmaiou na praça. E eu te trouxe pra cá.

- Obrigado, preciso ir. Meu pai deve estár furioso. — Disse eu, dando um leve sorriso.

- Eu vou te levar, até a academia.

- Não, não precisa... eu tô bem.

- Karina, tá na cara que você tá mal. Você tá com febre, com a pressão baixa. Eu vou te levar e ponto. — Disse ele, com uma cara de teimoso, já colocando meu braço por tras do seu pescoço. E sua mão em minha cintura, me levou devagar até a metade do caminho.

- Você se preucupa comigo não é?

- Sim, você acredita em mim. E você é especial pra mim.

Eu fraca ainda, cai no chão. Com uma forte dor de cabeça. Ele me pegou no colo, colocou minha mão, atrás do seu pescoço. E foi quando meu pai me viu. Correu até nós.

- Cobra, me coloca no chão. — Disse eu, com uma voz fraca.

- Filha oque aconteceu? Sua cara está péssima.

- Pergunta pra Bianquinha. Sua princesinha. Ela pagou o Pedro pra namorar comigo. — Disse eu, novamente me afogando nas lagrimas.

De repente eu vejo, o Duca, o Pedro, e a Bianca saindo da Academia, quando me virão, correram. Bianca logo tentou se explicar.

- Karina, não é isso que você tá pensando. Eu apenas dei um empurrãozinho...

- Bianca, você não sabe como é. Você viver ao lado de alguém, que você achava que amava. Quer dizer, você dar amor, para uma pessoa que só está com você... Por um contrato. CONTRATO! — Eu apenas, naquele momento. Abraçei o Cobra. Que me abraçou também.

Eu apenas sussurrei em seu ouvido.

- Cobra, me tira daqui por favor...

- Tudo bem.

Ele me deu a mão, e eu apenas andei. Meu pai perguntou.

- Aonde você vai Karina?

- Eu vou pra algum lugar, que não tenha vocês incluidos.

- Volta aqui Karina. — Disse a falsa da Bianca.

Cara, eu tô com um ódio dela. Que eu precisaria matar alguém, para apenas conseguir esquecer eles. O Cobra era o único que me entendia. Logo o Duca veio, correndo.

- Karina, vamos voltar, você não pode ficar andando com esse marginál.

- Marginál? Haha... Essa é boa, ele pelo menos não mente. E me compreende muito bem.

- Karina.

- Oque você veio fazer aqui PEDRO! Que tal você arrumar uma outra namorada, por contrato?

- K, vamos conversar. Deixa eu me explicar.

- Explicar? E isso tem explicação? Que saber? Tô cansada disso.

Eu sussurrei ao ouvido do Cobra,

- Me empresta sua chave, da moto?

Ele me emprestou, só que esqueceu que eu não sabia dirijir. Eu acelerei totalmente. Estava frustrada. Lembrando quando eu descobri que a Bianca e o Duca, estavam juntos. A Bianca, era minha irmãn cara... não sei como eu não percebi. Fui idiota. E denovo, ela me enganou. E o Duca sabia disso. Eles se merecem. E o Pedro? Ele que fique com aquela loira. Eu com raiva, apenas apertei o freio. Onde eu cai da moto, torcendo meu braço. Estava com a cabeça sangrando, e a boca também.

- Karina, que loucura foi essa? E pior, a culpa é minha.

- Tá preucupado com a moto? Eu pago. De algum jeito.

- Não, eu tô preucupado com você. — Nesse momento, ele apenas me ajudou a levantar, e foi se aproximando lentamente, fazendo nossos lábios se chocarem. Eu apenas abri um pouco a boca. E de um selinho, foi um beijo perfeito.

Meu pai viu tudo. Nos separou, e me mandou para casa.

- Karina vai pra casa agora. Está de castigo. E você, eu quero você longe da minha filha. Das duas. Se eu te ve, de brincadeirinha com elas, você é um homen morto.

Eu fui pra casa, com raiva. Abri a porta do meu quarto. E corri pra cama. A Bete, logo veio com um sorriso, mais depois ela ficou com cara de espantada, ao me ver daquele estado.

- Minha flor, oque aconteceu?

- Meu pai, ele não quer que eu fique com o Cobra. Logo agora que estava... Sei lá... acho que eu tô gostando dele.

- Minha flor, é só conversar com ele.

- KARINA! — Meu pai, gritou lá da sala.

- Já vou.

- AGORA!

- Ih... vô lá Bete. Antes que o meu pai, de um treco.

- Vai lá, flor... Tenta convenser ele.

- Acho meio dificil.

- KARINA!

Eu desci as escadas correndo. Já com uma cara melhorzinha. Meu pai, logo querendo me por para baixo, começou seu discurso.

- Karina, quantas vezes eu tenho que falar, não andar com margináis. O Cobra é perigoso, você não viu oque ele fez com a Jade?

- Eu sei, mais o Cobra não é marginál. E não é perigoso, eunão tenho medo dele. Tô de saco cheio.

- KARINA! Não vira as costas para mim.

- Chega. Mestre Gael. Eu tô indo embora.

Subi as escadas, e peguei uma camisola, foi a unica coisa que deu tempo, pra eu pegar. E andei até a porta. Desci calmamente, com meu pai gritando. Eu sem lugar pra ir, eu me sentei na porta da padaria. Perto do QG. Fiquei escutando música. Até que eu percebi a luz a acessa, tentei me esconder. O Cobra, veio correndo. E me viu.

- Karina? Karina.

- Oi, Cobra. — Disse, e fui abraça-lo.

- Tá tudo bem?

- Tá sim.

- Karina, tô falando sério.

- Ah... Tá legal. Eu sai de casa.

- Ué... quer passar a noite no QG?

- Sério?

- É... Eu vou pra casa. Ai eu deixo a chave com você.

- Valeu. — Disse eu, o abraçando novamente.
Nós entramos, e nos sentamos, coloquei minha mochila, ao meu lado. E ele me perguntou.

- Porque você saiu de casa Karina?

- Meu pai, fica chamando você de marginál. E ele fica gritando comigo.

- Você saiu de casa, por isso?

- É... algum problema?

- Não, não... — Disse ele, rindo.

Eu fiquei com sono. Ele percebeu e se despediu de mim. Apagou a luz. Eu me levantei rapidamente da cadeira. E agarrei pelo seu braço.

- Karina, eu preciso ir.

- Ir?

- Pra casa.

- Cobra, me faz compania.

Ele sorriu, e me deu um selinho. Eu fiquei sem reação. Eu o beijei, e andei até o colchão. Ele veio em seguida. Me abraçou. Eu coloquei sua mão no meu peito, e ele conseguiu sentir o meu coração batendo. Então eu perguntei.

- E se ele parasse de bater?

- O meu pararia junto.

- Cobra, você gosta de mim?

- Gosto.

Eu me virei, e olhei pra ele, logo disse.

- Eu também.

Notas finais
Próximo capitulo, em breve ♥'' Comentem ♥''