Ei, esse Uke é meu!

6 The Drug in me is you – falling in reverse


Notas iniciais
HAI MINNA-SAN! :D Tudo bem com vocês? Bom, espero que o cap não tenha ficado estranho por que escrevi ele na casa da minha tia (eu primeiro escrevo no meu caderninho e depois passo pro pc). .-. Mas tipo, lá foi muito estranho. O meu tio tem um peru (ou é piru?) de estimação (NÃO PERGUNTEM POR QUE!), mas minha tia quer troca-lo por um carneiro (????), ai eles começaram a discutir. O nome do peru é Perseu ‘-‘ (ofendendo o pobre do Percy Jackson), e meu tio se apegou a ele e talz (???). *_* escrevi enquanto escutava a briga, então realmente espero que o cap não tenha ficado estranho! ENFIM, VAMOS AO LEMON!

“Ouvi uma batida na minha porta no outro dia

Abri para encontrar a morte me encarando

A sensação de perseguição mortal ainda reverbera

Para todo lugar que eu vou, arrasto o caixão, por precaução”

On. Pov Kuroko

– Tetsuya... – sussurraram ao mesmo tempo. – quem você escolhe?

Senti minhas pernas ficarem moles enquanto meu corpo se arrepiava.

– E-Eu... – gaguejei.

Mas não sabia como responder aquilo. Não dava para simplesmente escolher. Eu amava Kagami, mas nunca havia pensado dessa maneira em Akashi. Tentar algo com o ruivo menor talvez não fosse má ideia.

– N-Não sei. – admiti. – desculpem-me... – mordi o lábio inferior, nervoso.

– Por favor, vamos tentar de novo! – insistiu Kagami segurando minha mão com cuidado. – eu posso te explicar! Não é que você está pensando!

– Então o que era aquilo Taiga? – falei sentindo meus olhos arderem. – como pode explicar o que aconteceu?

– Não chore. – disse o maior receoso. – Tetsuya, me de uma chance, por favor deixe-me explicar!

– Não quero ouvir suas desculpas! – puxei a mão que ele segurava. – não me toque!

Senti um braço de Akashi envolver meus ombros e puxar-me para seu peito, num abraço protetor.

– Não entendeu que ele não quer nem mais olhar para sua cara? – disse Akashi friamente. – se manca!

Dito isso, levou-me até a cabine e pegou minhas coisas. Kagami nos observava sem nenhuma expressão. Seu rosto estava impassível, seus olhos ilegíveis.

Antes de ser arrastado por Akashi para fora da biblioteca pude olhar para Kagami mais uma vez e pude ler seus lábios trêmulos que diziam mudos:

Eu o perdi.

“Meu corpo trêmulo envia arrepios para a minha espinha

Adrenalina começa a se mover intensamente

Seus segredos te mantêm doente,

Suas mentiras te mantém vivo”

– Venha Tetsuya. – dizia Akashi guiando-me pelo dormitório.

Levou-me para um quarto que eu não conhecia e entrei junto a ele que trancou a porta e largou-se num sofá vermelho que havia ali.

– Ser líder do dormitório tem suas vantagens. – disse ele com um sorriso de lado. – tenho meu próprio quarto, sem ter que dividi-lo com ninguém.

Baixei os olhos, desconfortável com a situação. Eu era louco, fumava algo estragado, por que não era possível um único ser humano como eu se meter em tanta confusão.

– Akashi-senpai, vou para o meu quarto. – falei, mas ele havia trancado a porta.

– Espere! – Akashi segurou meu pulso. – por favor, escute o que eu tenho a dizer.

“Dois pontos cada vez que você joga com dados desonestos

Eu senti a escuridão enquanto ela tentava me destruir

O tipo de escuridão que assombra uma casa de cem anos”

– Está bem. – suspirei e sentei ao lado do ruivo que sorriu vitorioso.

– Eu sei o que ele fez com você. – disse ele depois de um suspiro longo. – mas esqueça-o. – fixou aquelas orbes monocromáticas em mim. – seja meu Tetsuya, vou cuidar de você como ele não cuidou.

– Não sei Akashi-senpai... – baixei os olhos.

– Pode me chamar só de Akashi. – ele sorriu.

– Hm... A-Akashi... Isso é muito repentino não acha?

– Não. E a culpa disso é sua.

– Minha?

– Sim. – ele começou a me empurrar, deitando-me no sofá. – seu cabelo sedoso, seus olhos brilhantes, sua pele macia, seus lábios cor-de-rosa, seu pescoço liso, sua mandíbula delgada, seus ombros delicados, seus braços frágeis, sua cintura fina, suas coxas fartas... A culpa é toda sua por ser tão irresistível. Faz as pessoas quererem te ter só para elas... E eu não sou exceção. Eu quero você Tetsuya.

Os dedos longos do ruivo começaram a livrar-me de deu casaco e desabotoaram minha blusa.

– Akashi, isso não é certo. – falei, em vão, tentando sair dali.

– Não fuja de mim Tetsuya. — ele puxou algo de dentro da calça e mostrou-me A tesoura. – não vou deixar você ir agora. Nos vamos até o fim.

“Eu luto com os meus pensamentos,

eu apertei a mão da dúvida

Correndo do meu passado, eu estou suplicando:

Pés, não me falhem agora!”

Ele guiou a tesoura em minha direção e cortou minha gravata.

– Pare Akashi! – tentei empurrar seu braço.

Ele empurrou meu ombro para baixo e sorriu sadicamente.

– Pare de resistir Tetsuya, eu sei que você me quer.

“Eu perdi a droga da minha cabeça

Isso acontece o tempo todo

Eu não posso acreditar que o meu destino é mesmo estar aqui

Tentando consumir”

Colou os lábios aos meus, mordi-os, mas ele não me soltou. Senti o gosto metálico de seu sangue e enjoei-me.

– Pare com isso...! – consegui dizer quando ele separou os lábios dos meus para respirar.

– Não posso! – falou aflito e amarrou meus pulsos com a gravata rasgada antes que pudesse reagir. – não posso te deixar ir, eu te amo.

– Isso não é amor! – tentei soltar meus pulsos. – você...

– Não fale sobre o que não sabe! – gritou ele e fincou a tesoura ao lado de minha cabeça, prendendo-a no sofá. – eu te observo desde o dia em que entrou aqui! Ninguém mandou você ser tão irresistível, agora arque com as consequências!

“A droga em mim é você

E eu estou tão miserável

Você não vê?”

Tomou meu rosto entre suas mãos e me beijou novamente. Agora mais luxuriosamente e mordeu meu lábio inferior com força, ferindo-o um pouco.

– Naquela vez... – sussurrou roucamente em meus ouvidos enquanto suas mãos acariciavam meu abdômen. – quando você se esfregou em mim daquele jeito pervertido, me segurei para não toma-lo ali mesmo... – mordeu lentamente meu lóbulo. – mas agora não preciso me segurar mais.

Ofeguei com suas palavras e virei o rosto para o lado, envergonhado. Nunca pensei que Akashi me via daquela maneira, se soubesse, teria deixado Momoi se ferrar. Deve ter uma placa na minha cabeça escrita: “ESTUPRE-ME”, POR QUE TODO MUNDO QUER ME ASSEDIAR!

Os lábios do ruivo deliciaram-se com a pele de meu pescoço, prendendo-a entre os dentes e marcando-a com chupões.

Kami-sama, não fazia nem seis horas que eu havia sido “estuprado”, isso ia acontecer de novo?!

Akashi cansou-se de meu pescoço e desceu até a clavícula, mordendo-a com força e arrancando um grito meu.

– Shh... – sussurrou ele acariciando minha pele com a língua úmida. – quer que alguém te escute? Como vamos explicar isso? – apontou para minha pele marcada e sorriu.

Sádico. Akashi era um sádico!

Encolhi-me contra o sofá e fechei os olhos com força. Estava com muito medo.

– Não fique assim Tetsuya. Eu não mordo com muita força. – sito isso apertou minhas coxas enquanto abocanhava um de meus mamilos.

Mordi o lábio inferior com força, contendo aqueles sons indecentes que teimavam em escapar por minha garganta. Sem brincadeira, eu ia passar a semana sem poder sentar direito...

Off. Pov Kuroko

“Eu tenho estas perguntas sempre passando pela minha cabeça

Tantas coisas que eu gostaria de entender

Se nós nascemos pra morrer e todos morremos pra viver,

Então qual o objetivo de viver a vida se ela só se contradiz?”

On. Pov Akashi

Kami-sama, como ele podia ser tão provocante sem saber?

A maneira como mordia o lábio inferior, deixando-o inchado e as bochechas coradas junto as pupilas dilatadas pelo prazer, era quase como se ele gritasse: “Viole-me”!

–P-pare Akashi-senpai... – implorou novamente.

Ignorei seu pedido e apertei mais suas coxas por cima da calça, ouvindo-o arfar. Subi minhas mãos até o cós de sua calça e puxei-a para baixo, arrancando-a.

– Fique quietinho, ou terei que puni-lo. – ameacei enquanto descia meus lábios pelas linhas finas de seu abdômen.

O corpo dele extremes seu e fixei meus olhos naquelas coxas leitosas. Elas tinham varias marcas roxas e vermelhas, junto a algumas mordidas.

Quem foi o filho da puta que marcou o meu Tetsuya?

O ciúme explodiu em meu peito e abocanhei aquela pele macia com força.

O azulado gemeu um pouco alto demais, mordendo novamente o lábio em seguida por onde um filete de sangue escorria.

Não apiedei-me dele e continuei a morder aquelas coxas alvas que agora tinham um tom carmesim. Lambi toda a extensão, desde a parte interna do joelho até a linha fica que dividia a coxa do lugar que eu tanto desejava tocar.

– Akashi... – gemeu ele tombando a cabeça para trás assim que mordi seu membro por cima da box.

Ele tinha ideia do quão sexy estava naquele momento? Certamente não.

– Tetsuya... – sussurrei deixando minha voz o mais rouca possível. – deixe-me ter você...

“Eu senti a escuridão enquanto ela tentava me destruir

O tipo de escuridão que assombra uma casa de cem anos

Eu luto com os meus pensamentos,

eu apertei a mão da dúvida

Correndo do meu passado, eu estou suplicando:

Pés, não me falhem agora!”

– Hm...- ele abriu os olhos, observando-me extasiado. – M-Me... Me tenha. – dito isso corou ainda mais e desviou o olhar. –por favor... Faça-me esquecer... Faça-me esquece-lo...

Sorri com suas palavras e escorreguei minhas mãos até seu membro enrijecido, massageando-o entre meus dedos.

Aqui também precisa esquece-lo, não é? – ri maliciosamente. – mas não se preocupe, vou cuidar muito bem para que mais nenhum resquício daquele traidor sobre em você.

Beijei seus lábios suavemente, com uma delicadeza que eu próprio desconhecia eu tinha.

– Eu vou concertar seu coração. – acariciei suas bochechas coradas. – costurarei pedaço por pedaço e cortarei fora o que te ferir. Vou remenda-lo para que nunca mais seja rasgado, para que ninguém além de mim possa cura-lo.

“Eu perdi a droga da minha cabeça

Isso acontece o tempo todo

Eu não posso acreditar que o meu destino é mesmo estar aqui

Tentando consumir”

Ele fechou os olhos novamente, com um sorriso tímido nos lábios e tentou soltar-se. Desamarrei seus pulsos e levei-os até meus lábios. Beijei-os delicadamente e depois dei um leve chupão em cada um, deixando uma marca pequena, mas bem visível.

– Estou te marcando como meu. – falei beijando sua mão. – não se atreva a deixar alguém além de mim te tocar. Você é meu.

“A droga em mim é você

E eu estou tão miserável

Você não vê?”

Tetsuya passou os braços envolta de meu pescoço, beijando timidamente meus lábios num selinho demorado.

– Posso me apoiar em você? – pequenas lagrimas surgiram em seus olhos de safira. – você não vai me trair? Você não vai fazer o que ele fez, não é?

Eu podia ouvir o desespero, o medo e a mágoa em sua voz. Aquele garoto havia tido sua pureza despedaçada com a traição. Ele tinha medo de se magoar novamente, mas eu não deixaria aquilo acontecer ao meu Tetsuya.

“Eu enlouqueci

Você tentou me alcançar,

Mas você simplesmente não pode me ajudar

Até logo, adeus

Você tentou me salvar,

Mas isso não vai funcionar desta vez”

Como resposta, dei-lhe um beijo mais demorado. Segurando seu rosto delicado entre meus dedos.

– Eu te amo. – sussurrei. – desde a primeira vez que o vi, sempre o quis para mim.

Ele sorriu corado e afundou o rosto em meu pescoço.

– Tenha-me. – sussurrou.

Preparei-me para ataca-lo novamente, quando ouvi a porta ser destravada e uma cabeleira esverdeada familiar entrar.

– Que droga Akashi, já falei pra não trancar essa porta! Sabe que como vice-presidente do conselho estudantil você tem que... – calou-se.

“Eu perdi a porra da minha cabeça

E não tem mais porra de tempo

Eu não posso acreditar que o meu destino é mesmo estar aqui

Tentando consumir”

Midorima olhou-nos assombrado, sem mover um músculo sequer e dizendo com a voz alterada.

– Mas que porra vocês estão fazendo?

“A droga em mim é você

E eu estou tão miserável

Você não vê?”

Off. Pov Akashi

Notas finais
Sendo apedrejada em 3, 2... HAHAHAHAHAHA!!! FOI SÓ PRA DAR UM GOSTINHO AS FÃNS DE AKAKURO! HOHOHOHO cof cof. Parei. *0* Ai como é bom narrar pelo ponto de vista de um Seme novamente! Então amores, o que acham que o Mido-chan vai fazer? NEM EU SEI AINDA! *---------------------------* o cap saiu 12 horas mais cedo por que quando terminei de transcreve-lo já havia passado da meia noite e não dava mais pra programa-lo para o meio dia... T.T