Ei, esse Seme é meu!

9 Por que Coelhos são violáveis


Notas iniciais
ME AMEM! FIQUEI ATÉ AGORA ESCREVENDO ESSE CAP (01:43)! Só posso escrever no sábado e domingo então, hipoteticamente, não estou bulando nenhuma regra do acordo que fiz com meus pais de só escrever no fim de semana (não que eles saibam o que é Yaoi...). AAAAAAAAAAH, JÁ AVISANDO QUE ESSE CAP NÃO TÊM NENHUM CONTEÚDO! *-------* MAS EU TAVA DEVENDO UM LEMON PRA VOCÊS! Tradução: 99% do cap é só Lemon! Ah, fiz uma pequena One Jean x Marcoh (S.N.K), vou por o link no final do cap. Mordidinhas e até as N.F.

On. Pov Kuroko – Flash Back

Por que eu estava fazendo aquilo mesmo?

Ah, sim. Por que meu namorado pediu.

Há-há... Eu...

VOU MATA-LO DEPOIS DISSO!

Não me levem a mal. Eu o amo...

MAS NÃO É POR ISSO QUE ELE PODE ME POR A PORCARIA DE UMA FANTASIA DE COLHINHO NO ESTILO PROSTITUTA DA ESQUINA!

ARG! VOU FAZER GRAVE DE SEXO POR DUAS SEMANAS DEPOIS DISSO! QUERO VER SE ELE AGUENTA! Hunf.

Mas a culpa era minha, não devia ter topado aquela maldita aposta!

Quem fizer o outro gozar primeiro vai poder fazer o que quiser da próxima vez”.

MEEEEEEEEERDAAAAAAAA!!! POR QUE EU TOPEI ESSA PALHAÇADA???!!! TENHO QUE PARAR DE AGIR COM O CALOR DO MOMENTO!!!

Olhei-me nos espelho pela milésima vez, perguntando-me onde arranjaria cara-de-pau o suficiente para encarar Kagami com essa roupa.

Se é que tão pouco tecido pode ser chamado de roupa.

Ele podia ter pegado uma fantasia comum, MAS NÃAAAAAAAAAAAO! TINHA QUE DAR OUVIDOS A MOMOI E RIKU E COMPRADO ESSES FIOS QUE ELES CHAMAM DE ROUPA!!! ELAS ME PAGAM, AH SE PAGAM!!! EU ME RECUSO A SAIR DAQUI COM UMA LINGERIE!

Fiz um bico e ajeitei a calcinha fio-dental rendada com preto (SEM COMENTÁRIOS SOBRE ISSO, OK?), um pouco acima da bunda havia um fofíssimo e felpudo rabinho de coelho. Uma meia arrastão quadriculada cobria minhas pernas até o meio da cocha, com um lacinho vermelho-vivo prendendo-as de cada lado. A blusa (se é que se pode chamar aquilo de blusa) era de um véu preto transparente, sem mangas e nas costas era entrelaçada por uma enorme fita vermelha, dividia-se em dois e seguia até a metade de minhas cochas (N/A: Como aquelas roupas de mágico!). Mas conseguia ficar pior. Havia uma coleira, UMA COLEIRA, prateada em meu pescoço. Toda acolchoada e desenhada, com uma corrente presa a ela. Fora aquelas malditas orelhas brancas de coelho presas a meus cabelos.

Já falei que estava usando maquiagem?

BOM, EU ESTAVA. E ISSO ERA CULPA DAQUELAS MALDITAS QUE EU ME RECUSO A CITAR OS NOMES NOVAMENTE!

Era suave, minhas bochechas estavam com um blush leve, meus lábios com um gloss transparente (ai, como isso soa gay...), mascara de cílios e um forte lápis de olhos.

Definitivamente, vou mata-las quando sair daqui.

– Vamos lá Kuroko... – murmurei. – você consegue...

Engoli seco, contei até dez, respirei fundo.

Abri a porta.

Ah... Eu vou ter um troço...

Kagami. Estava. De. GANGSTER.

SIM, EU DISSE GANGSTER.

CORAÇÃO PODE VOLTAR A BATER QUE EU DEIXO!

– T-Taiga... – gaguejei.

Ele deu um sorriso pervertido e seus olhos brilharam ao me ver.

– Ficou perfeita em você Tetsuya. – disse meu nome enquanto lambia sensualmente o lábio inferior.

Parei de respirar sem perceber.

COMO AQUELE RUIVO PODIA SER TÃO GOSTOSO?

Vestia uma blusa social branca dobrada até os cotovelos. O paletó preto aberto e também dobrado nas mangas. Uma gravata frouxa e uma calça colada acima do normal. Um chapéu escuro caiam sobre seu olho esquerdo, os cabelos levemente bagunçados e os primeiros botões da camisa desabotoados.

POR. QUE. EU. ACEITEI. OS. FETICHES. SEXUAIS. DESSE. HOMEM?

Minhas pernas travaram ali, não conseguiria me mexer nem se quisesse. Não sei se era pela vergonha ou pelo fato de que fiquei excitado sem ele ao menos me tocar.

Ele se sentou numa poltrona vermelha que havia no cômodo (que até agora eu não sei como ele arranja dinheiro para reservar esses quartos temáticos, mas deixe quieto...), estendeu o braço e disse com a voz rouca:

– Venha.

E, incrivelmente, meu corpo se moveu, quase correndo em direção há ele. MAS NEM FODENDO QUE VOU ME ENTREGAR ASSIM! PERNAS PAREM! PORRA CORPO ME OBEDEÇA!

Claro que meu corpo não deu ouvidos a guerra que se passava em minha cabeça e parei em frente a Kagami que me engolia com os olhos.

EU NUNCA MAIS VOU APOSTAR NADA COM ESSE RUIVO MALDITO!

Off. Pov Kuroko

On. Pov Kagami

Tinha que admitir, Momoi e Riku sabiam muito bem o que faziam.

Elas haviam entrado no motel conosco (vocês tinham que ver a cara da recepcionista!), entraram no banheiro com Kuroko e a única coisa que escutei foram gritos e até pancadas. Por fim elas saíram dali completamente descabeladas e com algumas marcas de unhas pela pele, ambas riram e apenas me disseram “aproveite” antes de saírem.

Agora posso admitir que amo essas duas!

Nunca havia visto Tetsuya tão... Tão quente.

Aquela roupa se encaixava perfeitamente em seu corpo magro e repleto de curvas. Dando um belo destaque nas coxas fartas e naquela bundinha redondinha perfeita que ele tinha.

– Venha. – estiquei meu braço.

O menor veio a passos trêmulos em minha direção, como se estivesse indeciso, mas em nenhum momento interrompeu seu caminho. Parou em minha frente, observando-me de cima abaixo completamente vermelho.

Kami-sama, como ele está sexy nessa roupa.

Segurei delicadamente sua mão e o sentei de lado em meu colo, apoiando suas costas no braço da poltrona.

O azulado desviou seus olhos dos meus, suas bochechas mantinham um forte rubor vermelho e suas pernas estavam um pouco tremulas.

– Qual o problema Tetsuya? – perguntei sorrindo maliciosamente.

Ele abriu e fechou a boca algumas vezes, me encarando, para por fim desviar novamente o olhar e ruborizar ainda mais.

Ri mentalmente de suas reações constrangidas e levei meus dedos até sua bochecha direita, acariciando-a lentamente. Ele inclinou um pouco a cabeça para o lado com meu toque e suas safiras azuis procuraram meu rosto. Deslizei até seus lábios, massageando o inferior que ficou levemente avermelhado, aproximei meu rosto do seu, aspirando o aroma adocicado de sua pele, meus dedos seguiram pela linha de seu maxilar e rocei meus lábios nos do azulado, acariciando-o com a ponta língua e me afastei.

O vi franzir a testa e me controlei para não rir, queria deixa-lo louco.

Contornei seu quase invisível pomo-de-adão, chegando à clavícula. Acariciei seu pescoço com a ponta de meu nariz, deixando meu hálito quente tocar na pele esbranquiçada. Pude senti-lo se arrepiar em meus braços e sorri minimamente. Continuei tocando-o apenas com os dedos, seguindo um caminho lento sob a lingerie transparente, chegando a um dos mamilos cobertos e rodeei-o com o indicador, imediatamente fazendo-o ficar ressaltado contra o tecido.

– Hm... Taiga... – gemeu Tetsuya com a respiração atrapalhada.

Continuei o lento caminho até chegar a seu umbigo desnudo, rodeei-o, massageando dentro algumas vezes e continuei a descer...

– Aaah... – senti o menor tremer em meus braços.

Toquei suavemente seu membro por cima da calcinha rendada preta, sentindo-o endurecer automaticamente com meu contato. Massageei sutilmente, mas não demorei muito ali e logo já estava com uma mão entre as pernas do menor, acariciando sua entrada por cima do minúsculo tecido.

– Hunf... Aaah... T-Taiga... – ele se mexeu em meu colo, empurrando sua bunda contra meus dedos. – por favor...

– Por favor, o que Tetsuya? – continuei com o toque leve. – o que você quer que eu faça?

– E-Eu... Aaah... – suas bochechas estavam quase roxas. – q-quero que me toque...

– Mas eu estou te tocando. – ri mentalmente e usei um pouco mais de força nos dedos, o fazendo arquear as costas e quase gritar de prazer.

– N-Não... – gemeu. – e-eu... Aaah... Q-Quero mais f-forte...

– O que quer mais forte?

– Hm... Aaah... S-Seus dedos... – seu hálito quente soprava em meu rosto. – m-mais forte...

Sorri de canto e penetrei-o com um dedo.

Ele abriu os lábios, num grito mudo e suas unhas curtas perfuraram minhas roupas.

– T-Taiga...!

Não estoquei-o como ele esperava, apenas massageei seu interior, ouvindo-o gritar de prazer.

– Por f-favor... – choramingou. – f-faça direito...

Retirei meu dedo e o virei em meu colo, o colocando de frente para mim. Segurei firmemente suas coxas e grudei seu peito no meu e aproximei meus lábios dos seus, sem nunca desviar o olhar.

– Você me deixa louco, sabia? – sussurrei com a voz mais rouca que conseguia fazer.

Ele me olhou de modo sedentário e colou os lábios nos meus, forçando a língua para dentro de minha boca.

– Que droga Taiga! – reclamou assim que nos separamos para respirar. – se vai me comer, coma direito!

Fiquei surpreso com suas palavras firmes, elas não combinavam nem um pouco com o rosto extremamente vermelho e hesitante.

– Têm ideia do que está dizendo, não é?

Ele desviou o olhar e fez que sim com a cabeça.

Como ele pode ser tão violável?

Um fogo abrasador se acendeu em meu peito. Segurei-o pela cintura, levantando-me e o joguei na cama quase que brutalmente.

O azulado soltou uma pequena exclamação de surpresa com minha súbita mudança de atitude e arregalou os olhos.

– Não se preocupe – coloquei-me sobre ele, segurando a corrente de sua coleira e a puxando para mim. – eu vou te foder até não aguentar mais.

Ele gemeu com minhas palavras e empurrou seu corpo contra o meu. Em busca de mais contato, colou sua ereção a minha e jogou meu chapéu em algum cômodo do quarto.

– Então faça logo isso. –ele devia estar muito excitado para estar falando aquilo. – Me foda até eu não conseguir mais ficar em pé.

Novamente, fiquei mudo com suas palavras.

Ah, mas nesse jogo, os dois podem jogar.

Sorri e segurei suas mãos que já haviam até retirado meu paletó.

– Shh... – coloquei um dedo sob seus lábios quando ele ia protestar. – fique quietinho meu coelhinho.

Ele fechou os olhos e abriu os lábios, chupando libidinosamente meu indicador. Quase gozei só por ve-lo fazer aquilo, mas me contive e afastei-me dele.

– Ainda não. – sorri.

Ele me lançou aquele olhar de “Você fumou?”, mordi o lábio inferior e me afastei, sentando do outro lado da cama.

– Eu quero que você se toque para mim. – falei.

Ele me olhou incrédulo por alguns segundos, em nenhum momento o rubor deixou suas bochechas.

Não me respondeu, apenas respirou fundo e se sentou, afastando lentamente uma perna da outra e seus olhos procuraram os meus.

– Quer que eu me toque? – sussurrou com a voz falha devido a excitação.

– Quero.

Ele desceu a mão esquerda lentamente até sua ereção mal guardada dentro da calcinha, massageando-a por cima do tecido que já estava meio úmido.

– Quer mesmo que eu me toque? – levou a mão direita ao abdômen, o acariciando e levantando a lingerie por onde passava, chegando aos eriçados mamilos rosados. – ou... – continuou a massagear sua ereção, escorregando a outra mão lentamente pelo pela coleira no pescoço, chegando aos lábios e chupando provocativamente os dedos. – quer me tocar?

Levou os dedos até sua entrada, ainda por dentro da calcinha. Jogou a cabeça para trás e não conteve nenhum gemido de prazer.

Com a mãos esquerda começou a retirara a calcinha, enquanto a direita continuava a trabalhar em sua entrada, afastou o tecido fino e deixou-o escorregar até os joelhos, chegando a enrolar um pouco das meias quadriculadas.

Seus olhos não se desviaram dos meus nem por um misero segundo, fazia todo o processo observando minha expressão completamente surpresa e excitada. Abriu levemente os lábios, deixando sua respiração quente e desregulada atingir meu rosto, ergueu a mão esquerda e disse numa voz enlouquecedora:

Vem.

Como negar um pedido desses?

Aproximei-me tão rápido quanto um carnívoro se aproximava de sua presa, agarrando seus pulsos e o beijando desejosamente.

Ele estremeceu com o meu toque e enroscou as pernas em minha cintura. Rapidamente, separei o beijo da mesma maneira que havia começado e o coloquei de costas para mim, completamente empinado.

– Foi você quem pediu.

Ele sorriu minimamente e colou ainda mais o peito ao colchão, consequentemente, ficando mais empinado.

– O que está esperando? – perguntou num tom irritado.

Retirei minha camisa, arrancado os botões e a joguei no chão. Desatei desesperadamente o cinto e abri a calça, revelando minha ereção pulsante.

Sem nenhuma cerimonia o penetrei de uma única vez.

Ele gritou, agarrando as cobertas com fora e jogando a cabeça para trás.

– S-Se mexa... – gaguejou. – se mexa logo...!

Obedeci sem pestanejar, forçando seu corpo contra o meu e estoquei-o. Uma, duas, três... Parei de contar depois da decida e só me concentrava em seus gemidos e...

Por Kami, que garoto apertado.

Ele se contorcia de prazer, gemendo seu pudor algum e pedindo desesperadamente por mais. O azulado ia gozar, pude sentir quando seu interior estremeceu e se comprimiu, apertando deliciosamente meu membro.

– T-Taiga...! – gemeu alto ao chegar no ápice.

Seus joelhos cederam e ele caiu por completo na cama, estoquei-o mais algumas vezes e logo cheguei ao meu ápice.

Respirei fundo, ainda sobre o menor e saí de dentro do mesmo, vendo meu prazer escorrer por suas cochas macias.

Larguei-me ao seu lado, respirando pesadamente e sorri, tocando de leve seu rosto. Estava com uma expressão de prazer por causa do pós-orgasmo. Suas pupilas estavam completamente dilatadas, o rosto vermelho e a respiração desengonçada.

Ajudei-o a retirar a coleira, deixando-a ao lado da cama. Lentamente desfiz o entrelaçado de suas costas e o ajudei a tirar a lingerie.

Ele sorri de canto, fechou os olhos e adormeceu.

Peguei minha camisa do chão e cobri seu corpo desnudo.

Também estava cansado, então logo me juntei ao menor no mundo dos sonhos.

Off. Pov Kagami

◦◦◦

On. Pov Kuroko

Estava frio.

Acordei sentindo minhas pernas arrepiadas e um tanto gélidas, mas, estranhamente, meus braços estavam aquecidos.

Senti uma movimentação na cama e logo uma mão cuidadosa tocou de leve minha cocha.

– Bom dia Tetsuya.

Me remexi, sem querer levantar. Espreguice-me e abri lentamente os olhos.

– Boa dia Taiga.

O maior me deu um selinho e se levantou, soltei um suspiro e me sentei, sentindo um pequeno incomodo no quadril, mas resolvi ignorar.

Isso doi até a hora que tentei levantar.

Minhas pernas falharam drasticamente e caí novamente na cama, a dor aumentava.

– Foi você quem pediu. – disse Kagami com um sorriso malicioso, ele já havia percebido o que se passava comigo.

Mostrei-lhe a língua e tentei ficar em pé novamente.

Nada,

– Como vou me mexer agora? – fiz uma careta. – temos aula amanhã, como vou ir à ela?

Kagami limitou-se a sorrir e aproximou perigosamente os lábios dos meus.

– Já que não vai poder ir amanhã, que tal uma segunda rodada?

– O que? Tai-

Jogou-se sobre mi na cama e reitrou a blusa que eu vestia, logo atacando minha já tão marcada pele.

E, mais uma vez eu me pergunto:

POR QUE ACEITO OS FETICHES SEXUAIS DESSE HOMEM?!

Off. Pov Kuroko – Fim do Falsh Back

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Notas finais
>................< gente, tô roxa até a raiz dos cabelos depois de escrever esse cap *~* nhaaaaaaa, tô TÃO FELIZ! Hoje, no caso ontem (?), reencontrei meus colegas de minha outra escola! *0* KAMI TAVA COM TANTA SAUDADES DELES! Ah, mas o que isso têm a ver com a fic? NADA. Então esqueçam! Mordidinhas e jaa neeeeeeeee!!!