Ei, esse Seme é meu!

15 El regalo mas grande – Tiziano Ferro and Dulce Maria


Notas iniciais
CONSEGUI! BUHAHAHAHAHAHAHA! CONSEGUI! EU NEM IA POSTAR HOJE! ENTÃO ME AMEM! Nhaaa, mais um casal em seu fim! CAPÍTULO FINAL DE MIDOTAKA! Espero que gostem meus lindíssimos pôneis! (e sim, eu estou adianto o NijiAka e o KagaKuro HOHOHOHOHOHO!!!!)

“Quero te dar um presente
Algo doce
Algo diferente
Não um presente comum
Dos que você perdeu ou nunca abriu
Que esqueceu em algum trem ou não aceitou”

On. Pov Takao

– Shin-san, conseguiu entregar os relatórios corrigidos ao diretor? – perguntei terminando de por as caixas de arquivo nas prateleiras.

– Sim. – respondeu ele rapidamente. – só preciso terminar isso aqui e teremos terminado por hoje.

– Está bem. – sentei-me na cadeira em frente a de Shin e suspirei.

A semana havia sido cansativa, ainda mais com a aproximação da feira de ciências e o festival de primavera que teríamos no fim do mês. Era uma época muito corrida para nos do conselho estudantil.

– Terminei! – disse Shin com um suspiro aliviado.

– Finalmente! – ri. – está com fome? Vou comprar alguma coisa na lanchonete aqui em frent-

Shin rapidamente se inclinou sobre a mesa e me calou com um beijo.

– Você não vai sair de perto de mim. – disse ele separando nossos lábios, deixando-me completamente corado e ofegante.

– Shin-san...

– Venha comigo. – agilmente deu a volta na mesa e segurou minha mão, arrastando-me junto a ele.

– Oye...! – tentei protestar. – o que está f-fazendo?

Shin simplesmente me ignorou, e também ignorou a expressão abismada e confuso de alguns outros estudantes que cochichavam entre si apontado para nos.

“Dos que você abre e chora
Que está feliz e não finge
E neste dia de setembro
te dedicarei
Meu maior presente”

Ai que vergonha... Meu rosto estava vermelho, MUITO vermelho, tenho certeza. Mas, em nenhum momento, Shin desacelerou os passos ou olhou para mim, continuava seu caminho determinado.

Saímos do prédio II, Shin entregou-me minha capa de chuva já que uma pequena tempestade começara. Ele vestiu uma também e seus olhos procuraram os meus.

– Shin-san, o que houve? – perguntei preocupado.

– Você me disse uma coisa no outro dia... – disse num sussurro e aproximou nossos corpos, colando nossas testas. – e agora terá que cumpri-la.

– Ah. – suspirei aliviado. – achei que estava irritado.

– É claro que não bobo. Só estou ansioso.

– Você ansioso Shin-san? – ri baixinho. – que coisa estranha.

– Idiota, eu só me sinto assim com você.

“Quero doar o seu sorriso a lua assim que
De noite, quem a veja, possa pensar em você
Porque o seu amor para mim é importante
E não me importa o que os outros digam
porque...”

Ele tornou a me guiar pelo campus, o rosto levemente corado.

Logo reconheci aonde estávamos indo, e não demorou muito para entrarmos no quarto de Shin.

Ele soltou meu pulso e trancou a porta, retirei minha capa de chuva. Meu rosto ruborizou ainda mais ao ver o comodo.

As cortinas fechadas, com apenas o blecaute aberto, dando uma luminosidade suave e um tanto alaranjada no quarto. Vários pontinhos espalhados por todo o comodo por causa do reflexo do sol com a chuva nas janelas. Os lençóis da cama eram brancos e estavam devidamente arrumados, com pequenas pétalas de rosas espalhadas por cima. Haviam algumas velas com um cheiro suave de hortelã.

– Isso é... – mal pude completar a frase.

O esverdeado abraçou-me por trás, deixando seus braços firmes rodearem minha cintura possessivamente. Ele já não vestia o paletó ou a capa.

– Você disse que eu poderia te fazer meu. – sussurrou roucamente com os lábios colados ao meu lóbulo. – estou realizando seu desejo.

“Ainda que com ciúmes, sei que me protegia e sei
que ainda cansado o seu sorriso não iria embora
Amanhã sairei de viagem e levarei sua presença
para que
Nunca seja a ida e sempre a volta”

– Shin-san...

– Shin. – seu halito quente causava-me arrepios. – me chame apenas de Shin.

Suas mãos moveram-se sobre meu peito, desabotoando meu paletó.

Meu corpo estava paralisado, um súbito calor se apossou dele e minha respiração atrapalhou-se.

Shin retirou meu paletó, jogando-o sobre uma cadeira encostada a parede do comodo. Vagarosamente desabotoou os botões se minha camisa enquanto beijava meu pescoço. Beijos molhados e lentos, que me faziam ofegar. A cada botão que retirava, deixava as unhas custas acariciarem minha pele pálida deixando leves marcas avermelhadas.

– Aaah... S-Shin... – gemi tombando minha cabeça sobre seu ombro ao sentir uma de suas mãos acariciar deliciosamente meu membro por cima da calça.

– Te farei meu... – sussurrou.

“Meu maior presente (x2)”

Agilmente, girou-se, deixando-me de frente para si.

Fiquei roxo com seu olhar devorador sobre mim. Ele retirou os óculos , deixando-os sobre a escrivaninha e tornou a encarar-me.

Suas esmeraldas ficavam tão diferentes sem o óculos, pareciam mais fortes, brilhantes...

E sedutoras.

“Queria que você me presenteasse
Um sonho escondido
Ou nunca entregado
desses que não se abre
diante de muita gente
Porque o maior presente é
só nosso para sempre”

Seus lábios tomaram os meus num beijo necessitado, suas mãos seguraram firmemente minha cintura, massageando minha pele esbranquiçada entre os dedos.

Senti-o puxar-me ainda mais para mim, fazendo meus braços ficarem presos entre nossos corpos. Lentamente fui guiado em direção a cama. Delicadamente ele me deitou, acariciando meus cabelos e sussurrando algumas palavras carinhosas, e outras que me faziam corar.

Terminou de retirar minha camisa e a jogou para longe, tomando novamente meus lábios. Comecei a desabotoar sua camisa, Shin me ajudou algumas vezes e logo já tínhamos nossos troncos desnudos.

Eu estava nervoso. E se ele não gostasse...?

Fechei os olhos com força e balancei a cabeça negativamente, ignorando esse pensamento.

– Tudo bem? – ele perguntou separando o beijo.

Abri meus olhos, deparando-me com sua expressão melancólica.

– Se não quiser continuar, tudo bem. – disse com a voz um tanto magoada.

– N-Não é isso... Eu... – respirei fundo. – só estou nervoso.

– Nervoso?

– S-Sim... E-Eu nunca fiz isso... E se não for bom para você... N-Não sei o que fazer...

Então ele fez a última coisa que pensei que faria.

Uma risada rouca e sincera.

– Está preocupado com isso? – tornou a rir. – Takao, você é tudo o que eu preciso. E eu sei que deve ser ótimo nisso – meu rosto esquentou. – e mesmo que não seja, não vou te amar menos. Agora... Tudo o que preciso saber é: Posso te fazer meu?

Meu coração falhou uma batida, pequenas lagrimas salpicaram minhas bochechas e tomei seu rosto em minhas mãos.

– Sim. Por favor... – beijei-o. – me faça seu.

Off. Pov Takao

“Quero doar o seu sorriso a lua assim que
De noite, quem a veja, possa pensar em você
Porque o seu amor para mim é importante
E não me importa o que os outros digam
porque...”

On. Pov Midorima

Não foram precisas mais palavras para que eu avançasse sobre o menor.

Tomei seus lábios num beijo selvagem, movendo minhas mãos até sua calça e desabotoando-a. Assim que toquei-o suavemente sobre a box branca. O moreno ofegou e arqueou levemente as costas.

– Você é tão sensível... – sussurrei ao pé de seu ouvido, vendo-o se arrepiar em baixo de mim.

– Eu não... Aaah... – gemeu deliciosamente assim que apertei seu membro por cima da box. – S-Shin...

Puxei sua calça para baixo, exibindo aquelas pernas macias e leitosas que eu tanto amava. Que vem invadindo meus sonhos mais profundos desde aquele dia.

Eu queria matar a Momoi e a Riku.

Mas depois que elas arrumaram o quarto para nos... Bem, eu deveria é agradece-las.

“Ainda que com ciúmes sei que me protegia e sei
Que ainda cansado o seu sorriso não iria embora
Amanhã sairei de viagem e levarei sua presença
para que
Nunca seja a ida e sempre...”

Comecei a deslizar minhas mãos para cima, apertando seus mamilos eriçados entre meus dedos.

O moreno gemeu alto, agarrando-se aos lençóis esbranquiçados e despedaçando algumas pétalas vermelhas.

– Gosta disso...? – sussurrei antes de chupar aquele botão macio com força.

Sua voz tornou-se ainda mais alta e erótica aos meus ouvidos. A pele completamente arrepiada e as pernas tremulas,

Desci meus beijos por seu tórax, até o abdômen, marcando alguns chupões ali.

Marcando-o como meu.

“E se chegasse agora o fim que seja em um abismo
Não para me odiar se não para tentar voar e...
E se você se negar toda esta extrema agonia”

Pulei seu membro e observei aquelas pernas pelo qual eu tanto babava, logo desci meus beijos ali, mapeando cada detalhe de seu corpo delicado.

Acariciei seus quadris com minhas unhas, deixei uma mão escorregar mais para baixo e ergui um pouco sua perna, a colocando sobre meu ombro e comecei a beijar a parte interna de sua cocha.

Era a parte mais macia de sua pele, tão quente e suave. Com um sabor único e viciante.

Tudo em Takao era viciante.

Subi lentamente meus lábios para perto de sua ereção, o menor continuava a gemer alto, amassando os lençóis e chamando debilmente meu nome.

– Isso... sussurrou ele, o halito quente. – é... T-Tão bom...

Seus olhos procuraram os meus, excitando-me completamente com seu rosto corado e levemente suado.

– M-Mais... – disse com a voz falha. – eu quero mais...

“Se a vida te negasse, respira a minha
E estava atento a não amar antes de te encontrar
E descuidava a minha existência e não me importava
Não quero me machucar mais amor...amor...amor”

Deixei para trás qualquer resquício de consciência que havia deixado e puxei seu rosto quase que violentamente em minha direção, dando-lhe um beijo de tirar o folego.

Desabotoei minha calça e a retirei, Takao aranhava levemente minhas costas, seus braços trêmulos tentavam manter-se firmes. Sua respiração atrapalhava-se numa série de gemidos eróticos, as cochas macias colavam-se a meus quadris.

Esse garoto quer me enlouquecer, só pode.

Colei ainda mais nossos corpos, comprimindo uma ereção na outra, ainda através do tecido que se tornava cada vez mais incomodo e úmido.

Continuei a beija-lo e comecei a acariciar sua entrada por cima da box. O menor contorceu-se em meus braços, quase gritando de tanto prazer e empurrando seu quadril contra meus dedos.

Arranquei quase que brutalmente sua box, exibindo seu membro completamente ereto e rosadinho. Um pouco de pré-gozo escorria sobre a pele excitada, suas unhas fincaram-se com força em minhas costas. Seus gemidos eram abafados por meus beijos, seus dedos deslizavam para dentro de minha box escura, tentando tira-la.

– Calma aí... – ri baixinho e inclinei-me para baixo, pegando um pequeno frasco que estava ao lado da cama. – não quero te machucar.

Abri o frasco e espalhei exageradamente o conteúdo em meus dedos, direcionando-os a entrada de Takao.

– Relaxe. – sussurrei, e coloquei lentamente o primeiro dedo.

Os olhos de Takao reviraram em suas órbitas, sua boca salivou com mais intensidade e o vermelho de seu rosto se tornou quase roxo.

Deixe-o se acostumar um pouco para logo começar a estoca-lo com o primeiro dedo, em seguida coloquei o segundo, até estar o satisfazendo com três dedos.

Em algum momento, atingi seu ponto de prazer e ele, de fato, gritou tamanho era o prazer.

– Shin... Por favor... – choramingou. – ponha logo… — estendeu os braços. – quero você dentro de mim.

– Takao...

Espalhei parte do conteúdo em meu membro, já completamente ereto, e posicionei-me entre as pernas do menor, as colocando em meus ombros.

– Está pronto? – perguntei afagando suavemente seu rosto.

Ele afirmou com a cabeça e lhe dei um beijo na pontinha do nariz, antes de começar a adentra-lo.

Lagrimas inundaram seus belos olhos castanhos, seu grito doloroso foi abafado pela mão que mordeu, seu membro quase murchou.

– D-Dói... – disse ele choroso. – dói Shin...

– Eu sei. Shh... Já vai passar.

– Aaah... – segurou meus ombros, arranhando-os com força. – s-se mova... P-Por favor...

Não esperei mais nenhuma palavra, comecei a estoca-lo lentamente, deixando-o se acostumar um pouco. A expressão dolorida de seus rosto passou rapidamente para prazer e seus lábios procuraram meu pescoço, mordendo-o.

Acariciou a pele com a língua úmida, e subiu até meu ouvido.

– Mais forte. – sussurrou sensualmente antes de morder o lóbulo.

Meu rosto corou, o formigamento em meu estomago se intensificou e obedeci-o automaticamente.

– Aaah... I-Isso... Aaah… — empurrou os quadris para baixo, tornando a penetração ainda mais profunda. – é tão bom... Mais forte... Mais...

Minhas pernas chegavam a doer pelo esforço, mas a adrenalina que corria por minhas veias me fazia ignorar qualquer outra coisa que não fosse Takao.

Quente.

Apertado.

Macio.

Sexy.

Não haviam mais palavras para descrever aquele momento.

“Quero doar o seu sorriso a lua assim que
De noite, quem a veja, possa pensar em você
Porque o seu amor para mim é importante
E não me importa o que os outros digam
E você...
Amor negado, amor roubado e nunca devolvido”

Em algum momento, acertei novamente seu ponto de prazer e ele gritou mais alto do que todas as outras vezes, antes de se desmanchar em meu abdômen.

Seu interior se comprimiu violentamente, fazendo uma onda de calor percorre meu corpo suado e me desmanchei dentro dele.

Larguei-me ao seu lado, ouvindo sua respiração desconcertada. Nossos peitos subiam e desciam sem ritmo, foram necessários vários minutos para nos recompor-nos.

– Shin. – chamou ele.

– O que foi? – perguntei um pouco sem fôlego.

– Eu quero fazer de novo.

– An? – ergui as sobrancelhas assustado, eu estava acabado.

Takao colocou-se rapidamente de quatro em cima de mim e me olhou com uma expressão inocente.

– Eu quero que você entre de novo em mim. – sussurrou. – eu quero que me foda novamente até que eu não consiga mais andar.

– O qu-

Ele me calou com seus lábios e suas mãos agarraram meu membro.

Espera, como assim...? O que ele...

Seus lábios apossaram-se de meu pescoço e ele sorriu perversamente.

– Vamos fazer hoje até eu cansar. – sussurrou com um tom malicioso.

O QUE ACONTECEU COM MEU DOCE E INOCENTE TAKAO?!

“Meu amor tão grande como o tempo,

em você me perco
Amor que me fala com seus olhos aqui de frente
E é você
é você”

Off. Pov Midorima

Notas finais
HOHOHOHOHO TAKAO PROVOU OS PRAZERES DA VIDA! SE F**** MIDO-CHAN!!!! *---------* O que acharam meus amores de arco-íris?