Nem me pergunte por que eu deixei o Guut lá, mas sei lá, eu também não sei. Fazer o que, eu sou burrinha mesmo. Saí da escola e fui em direção a minha casa. Cheguei lá encontrei meus pais com cara de bosta, com a Jane que estava com uma carinha triste.

- Onde você estava Charllote? – minha mãe perguntou arrogante.

- Fui avisar a escola do por que eu não fui. – qualé galera uma mentirinha não dói.

- E você nem avisou para a gente? – agora foi meu pai com uma cara de preocupado?! Eita porra.

- Eu avisei a Jane. – disse.

- Mas a Jane não é a sua família. – disse minha mãe arrogante.

- Ela é muito mais minha família do que vocês. – disse finalmente.

Andei em direção a Jane, peguei em sua mão e fomos em direção do meu quarto, mas no caminho minha mãe nos impediu.

- Sabe eu penso seriamente em demitir essa incompetente.

- Nem ouse. – disse me virando para ela.

- Olha que garota insolente amor! – disse minha mãe.

- Soph não responde para sua mãe, você deve respeito a ela. – disse meu pai.

- E vocês devem muito para ela, que por 15 anos cuidou de mim, muito mais do que vocês que são meus pais. – disse e uma lágrima escorreu em meu rosto, eu não queria chorar agora.

- Nós pagamos muito bem a ela. – disse a minha mãe, que agora estava virando uma vaca.

- Muito bem, e a gratidão, essa pessoa aqui é quem cuida de mim, quem cuida da casa, ela é minha irmã e vocês não vão tirar ela de mim. – disse.

- Faz alguma coisa Anthony. – disse minha mãe olhando para meu pai.

- Soph não faz assim, você sabe que nós trabalhamos muito para dar isso para você.

- Tudo bem, eu reconheço, só não ouse demitir a Jane, por que senão vocês perdem uma filha. – disse.

- Não fala assim Soph. – dizia meu pai.

- Deixa essa insolente, Anthony, ela não sabe o que esta falando.

- Sei muito bem, minha vida esta do lado da minha irmã, e vocês não vão tirá-la de mim. – disse por fim, me virei ainda de mãos dadas com a Jane e a puxei para meu quarto.

Entramos no meu quarto e vi o rosto banhado em lágrimas da Jane. Subi em cima da cama, fiquei em pé e olhei para seu rosto e comecei a secar seu rosto com a mão.

- Eles não vão demitir você. Eu nunca irei deixar. Você é minha irmã.

Ela me abraçou pela cintura e começou a soluçar.

- Seus pais são horríveis YéhYéh!!.

- Eu sei Nany. – disse.

- Te amo tanto maninha.

- Pode crê, eu sei, todos me amam.

Ela me olhou e sorriu.

- também de amo Nany.

Notas finais
Capitulo curtinho, e logo mais tem revelações da infância da Sophie. Postei rapidinho, nem deu tempo de responder os reviews, mas logo responderei.
Beijooooos :3