Egoísmo

1 ...porque, apesar de tudo, não posso simplesmente deixar de te amar


Notas iniciais
É retratada em terceira pessoa, mas mostra a confusão passada na cabeça da Lisanna - ou seja, as frases podem soar contraditórias. A repetição é proposital.

Lisanna podia amar Natsu.

E ela amava.

Ainda não era proibido... Não é?

Ela continuava à espreita. Não era proibido.

Ela continuava a esperá-lo. O que os dois tinham era apenas uma relação fraternal, é verdade — talvez menos que isso. Contudo, não a impedia de desejá-lo, querê-lo só para ela, não a impedia de, às vezes, querer que Lucy nunca tivesse aparecido em suas vidas, querer nunca ter ido para Edolas. Era egoísmo, porque Natsu estava feliz. Não, ele e Lucy estavam felizes. Podia não ser oficial, entretanto todos sabiam. Eles se amavam e se pertenciam.

Não demoraria e Natsu tomaria vergonha na cara e se declararia... Ou Lucy.

Mas Lisanna ainda tinha esperanças.

Esperanças que um dia, ele acordasse e se descobrisse apaixonado por ela... Talvez Lucy ficasse com Gray, ou Loke, ou qualquer outro pervertido.

Aliás, isso não era justo... Por que Lucy tinha tantos pretendentes e ainda tinha Natsu?

Ela só queria um (ele) e não tinha nenhum.

Injusto, injusto...

Talvez, em seus sonhos, ela e Natsu ficariam juntos.

Enquanto isso não acontecia, ela se contentava em admirá-lo de longe.

Ainda não era proibido.

Vendo-o com Lucy e Happy, ela sabia que seus desejos eram egoístas, mas o que ela poderia fazer? O amor é egoísta.

Muito egoísta.

Ou pelo menos era o que Lisanna Strauss achava.

Notas finais
Deixem sua opinião! Eu sei que está pequeno, mas é a primeira vez que tomo coragem para postar, então preciso que me digam onde eu errei, onde posso melhorar, e o que ficou bom. Obrigada.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!