Edward E Victoria
6 Victoria (poema 6)
Notas iniciais
Amado Sir Edward
Perdoe-me pela longa ausência de minha resposta.
Por favor, não penses mal de mim.
O que tenho a dizer será muito importante.
Por esses três anos, assumi o trono.
Fiz tudo para salvar vosso país, vosso exército.
Meu pai finalmente se recuperou.
Minhas orações e de todo povo da Bretanha
Foram atendidas.
E o plano de Sir Alberich não foi concretizado.
Se não fosse meu irmão mais novo,
Ter descoberto frascos de veneno perto da mesa,
Meu amado pai teria morrido sob efeito do remédio.
Alberich foi julgado e condenado na fogueira.
No entanto, um medo inquietante surgiu em mim.
Antes de morrer, Alberich rogou aquilo que, segundo o mago ancião Merlin,
Julgaria ser uma praga, uma maldição.
“Uma era negra alastrará na Bretanha,
Cavaleiros de armadura negra,
E armas poderosas vão aparecer.
E uma sede de sangue eles possuem.
Para beber o sangue da família real de Aquitânia.”
Edward, mesmo que a missão pretensiosa de meu pai
Não se cumpra,
Em nome de meus antepassados, os Pendragons,
Retorne para Bretanha.
Nosso povo precisa de proteção.
Precisa de esperança.
Mesmo que esses anos tenham sido
Um tanto sofridos, eu sobrevivi
Por tu, cavaleiro de coração valente.
Mal posso esperar para meus lábios
Finalmente encontrar os seus.
E depois nossa união perante os laços reais.
Esperarei pela sua resposta.
Poema de Princesa Victoria de Aquitânia para Sir Edward Swen
Fale com o autor