Educação À Moda Antiga

9 Capítulo IX - A Punição de Renesmee


Notas iniciais
Bom, chegamos ao fim dessa fanfic. Eu não sei se já perceberam, mas eu gosto de fics curtas que girem em torno do mesmo assunto... Isso porque tenho receio de me perder no tema, como vejo em muitas spankfics americanas. No futuro talvez haja uma fanfic maior, com um enredo mais complexo... Fico muito feliz que estejam gostando da minha maneira de escrever.

No mais, estou muito muito muito feliz que vocês começaram a comentar a minha história, como viram isso gera postagens mais rápidas...

Vocês são a melhor motivação que qualquer autor anônimo pode ter! :) Espero a presença de vocês nas minhas próximas fics e ideias sobre o que vocês gostariam de ler...

Minha ideia agora ´voltar para o meu casal amado - Miluxo e Camus...

Beijos enormes... Sarinha :)

Capítulo IX — A Punição de Renesmee


Minha filha permaneceu sentada, parecia paralisada pelo medo, me olhando com os olhos arregalados.

- Você ouviu o que eu disse, Renesmee?

Eu perguntei, tentando reafirmar minha ordem.

- Mas pai, eu...

- Não tem mais nem menos, Renesmee! Você já entendeu meu ponto, agora vou lhe ensinar duas coisas, mocinha – Eu disse fazendo o gesto com dois dedos – Primeiro, o que você fez foi errado e segundo, TODAS AS NOSSAS ATITUDES GERAM CONSEQUENCIAS e as suas más atitudes geram punições.

Eu estava exausto, novamente o protesto se instaurou na cabecinha daquele projeto de vampirazinha e palavras como injustiça gritavam em sua mente.

Eu, já sem paciência, apontei para os meus próprios pés e disse:

- Eu já falei para você e não vou repetir... Aqui Renesmee!

Ela, ao invés de me obedecer, cruzou os braços e começou a chorar batendo o pé no chão e resmungando coisas desconexas.

- Mas pai, isso não é justo, eu não vou fazer mais, você não pode fazer isso! Eu já sou grande... E...

Eu, já cansado de ouvir, dei alguns passos e agarrei seu braço com força com uma mão e com a outra coloquei o dedo em riste bem no nariz dela.

- Quando eu mandar, você obedece! Olhe bem para mim e entenda que você vai aprender a me respeitar por bem ou por mal!

Eu disse, já me sentando na cama e a puxando por cima dos meus joelhos, fazendo com que seu tronco ficasse sob minhas pernas e seu traseiro empinado. Como ela tentava a todo custo sair da posição, eu tive que prender seus braços em suas costas com uma de minhas mãos.

- Filha, por que você vai levar essas palmadas?

- Por que você é um monstro!!!

Eu revirei os olhos, dentro de mim soou o sino do “PÉÉEÉÉÉM, RESPOSTA ERRADA”. Esse foi o estopim, aquela era a hora, eu olhava para aquele bumbum tão inocente e não sabia se conseguiria discipliná-la.

Estava quase entregando os pontos, ela estava certa, como eu poderia bater na minha filha daquele jeito? Uma angústia tomou conta do meu ser, eu era o pior pai do mundo...

Quando afrouxei ligeiramente as mãos dela, ouvi um pensamento nítido direcionado a mim de dentro da casa. Era meu pai, claro...

“Filho, você é um ótimo pai e eu confio em você. Sei que fará por ela tudo que fiz por todos vocês”.

Pronto, era o que eu precisava, uma voz com razão, ele estava certo... Reafirmei a força nos braços da minha filha e comecei em silencio e com certa força.

PAFT

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A cada palmada ela gritava, esperneava e chutava o ar com toda a sua força tentando se soltar.

Eu parei por um momento, era minha deixa.

- Resposta errada Renesmee, eu não sou um monstro, eu sou o seu pai e sou quem mais quer você bem no mundo todo. Agora, eu vou perguntar de novo Renesmee, porque você vai levar essas palmadas?

Agora ela ficou muda. Eu revirei os olhos e continuei.

PAFT

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Logo ela me interrompeu chorando.

- Eu di-digo, eu digo pai, para por favor.

- Pois bem.

- Eu fuuu-gi.

- Muito bom Renesmee. Mas não é o motivo dessas palmadas.

- Não?

- Não, as palmadas que você vai levar é para aprender sobre RESPEITO. Eu e sua mãe somos seus pais, e você nos deve respeito, assim como deve a toda a sua família e a todos os amigos da família. Você vai deixar de ser essa menina MIMADA na qual eu a transformei!

Ela logo começou a chorar e eu continuei, sem antes colocar a mão no cós da bermudinha dela e puxar para baixo junto com sua calcinha.

Nos pensamentos dela eu li total e completo desespero, misturado à vergonha de eu vê-la daquele jeito.

- Não pai, nãããooooo...

Eu ignorei e prossegui.

- Você PAFT vai PAFT aprender PAFT a PAFT nos PAFT obedecer PAFT e PAFT a PAFT não PAFT ser PAFT essa PAFT menininha PAFT mimada!

PAFT

PAFT

PAFT

Eu parei, admirando a vermelhidão misturada às marcas de dedos no traseirinho da minha filha. Foi quando senti meu coração doer, eu precisava castiga-la pela fuga de casa, por ter nos deixado desesperados de preocupação.

Olhei para a parede por alguns instantes, enquanto ela chorava desesperada no meu colo em meio a soluços. Ela já havia levado suas trinta palmadas, e eu tinha decidido que ela levaria umas cintadas pela fuga.

- Renesmee, eu realmente espero que você tenha entendido o que é respeito...

- Eu entendi pai, eu entendiiiii!!!

- Pois bem.

Eu disse me levantando e a sentando na cama. Obviamente, ela soltou um grande suspiro de dor e esfregava os olhos. Eu aguardei até que ela parasse de chorar e me olhasse.

- Agora, Renesmee... Olhe para mim.

Eu ordenei, meu coração estava em frangalhos.

- Você fugiu com um garoto envolvido em drogas, roubou dinheiro de casa e quase morreu nas mãos de vampiros nômades assassinos.

Ela me olhava incrédula, li nos pensamentos dela que nem ela mesma podia acreditar que tinha feito tamanha estupidez.

Eu olhei para baixo e comecei a desabotoar o meu cinto, o puxando devagar. Ela automaticamente se encolheu na parede. Eu olhei para o teto buscando forças para prosseguir.

- Não torne isso mais difícil do que já é, Nessie. Vem aqui...

Eu disse me sentando na cama e puxando ela para cima do meu colo. Ela chorava como se fosse o fim de sua vida, mas ao menos não me xingava nem tentava me bater, o que tornou tudo muito mais fácil para mim.

- Porque você vai levar essas cintadas, filha?

- Po-porque, e-eu fugiiiii com o Derik!!! Não me bate papai, por favor!

Eu decidi, silenciosamente, apenas assustá-la com o cinto. As travessuras era muito sérias, mas, por outro lado, era a primeira surra dela e eu tinha que dar um aviso e mostrar como as coisas seriam dalí pra frente.

- Você vai levar apenas três cintadas dessa vez, mas se voltar a fazer mal para qualquer um da família ou para você mesma pode ter certeza que a surra será muito maior e muito mais forte, mocinha!

Ela chorou como quem protesta, enquanto eu comecei.

SLAP

Ela deu um grito agudo.

- Você nunca mais vai SONHAR em fugir novamente!

SLAP

- Quando você pensar em sair de perto de nós de novo tente se lembrar o que acontece com os fugitivos nessa casa!

SLAP

- Isso vai ser fichinha perto do que vai acontecer com você se resolver se virar sozinha por aí novamente!

Eu parei... Já não tinha forças. Eu sentia vontade de chorar, eu parei e busquei abraça-la, sem saber se ela retribuiria o abraço do “monstro” como ela mesma disse.

Mas eu estava errado, Nessie passou um bom tempo chorando em meus braços até cair no sono. Logo que pude, a soltei na cama e a cobri com o cobertor, por alguns instantes apreciei seu rostinho sereno se tornar cada vez menos vermelho pelo choro.

Se eu estava bem? Na realidade a sensação era de dever cumprido... Assim que cruzei a porta me deparei com o meu pai me oferecendo um sorriso confortante e um abraço em meus obros de lado, enquanto andávamos.

- Bem vindo novo papai Cullen.

Eu sorri para ele e continuamos andando.

FIM

Notas finais
Comentem!!! :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!