Eddie e Seus Peugeots: Roads of Paradise
2 Sentindo a Velocidade
— Qual é o seu nome, detetive?
— Detetive Renan Hamilton-Button. E essa ao meu lado, é a Kerol Mori-Neiva, ou melhor, Detetive Kerol.
Eddie Peugeot, o seu irmão Freddy, mais os gêmeos amigos Yuri e Chelinka, conhecem os detetives Renan Hamilton-Button e Kerol Mori-Neiva, um casal experiente de investigação de casos quase impossíveis que “podem ter solução”.
O casal cumprimenta ao Eddie na sua apresentação.
— Experiência em investigação?
— Eu – disse o detetive, olhando na sua companheira – aliás, nós temos experiências semelhantes de investigação. A gente tentará rastrear um veículo de algum alvo, tentará rastrear algumas informações secretas da pessoa, e tentará resumir todos os detalhes da nossa investigação.
— Completando, Renan – disse a detetive – se essa pessoa tiver alguma ligação com o seu alvo, ou alguma pessoa que você está procurando, a gente dá as informações para você.
Eddie e Freddy ficam surpresos com a apresentação do casal.
— Olhe, sr. Eddie Peugeot – disse o detetive – eu sei que você está procurando pessoas de investigação para tentar interceptar aquele que causou o seu acidente meses atrás. Mas tenho uma péssima notícia que pode dificultar a essa busca, vai ser um longo caminho porque a sua "terra que você mais ama", que se chama Maués, conhecida mundialmente como a "Terra do Guaraná", está completamente infestada de inúmeros "papa-léguas" nas ruas da cidade: os corredores ilegais.
— Observe, sr. Eddie – disse a agente, trazendo um tablet do modelo iPad, amostrando um vídeo caseiro de corredores – muitos corredores estão postando vídeos no YouTube de corridas noturnas, diurnas, rachas, eventos de corrida de rua oficiais, tudo ambientado na cidade de Maués. Ou seja, "a sua terra que você mais ama" virou a "Terra do Racha". São carros personalizados, alguns que o Yuri e Chelinka já fizeram – Eddie olha aos gêmeos – outros fizeram artesanalmente. Com todo esse sucesso e polêmica, a polícia tentou de vez parar eles, porém a tentativa fracassou. Depois o pessoal da Câmara Municipal tentou de vez proibir as rachas, mas a pressão dos rachadores forçou o arquivamento da proposta, ou seja, também fracassou.
— E teve os indícios de acidentes? – pergunta Eddie.
— Houve, e gerou muitas reclamações dos contra-rachas – referindo ao pessoal que são contra as corridas ilegais – mas as tentativas de parar esse universo de corridas não foram sucessivas.
— Hm... – Eddie vira, e pensa sozinho por dez segundos – se um desses corredores pode ser o mesmo desgraçado que causou o meu acidente, eu quero que vocês investiguem e procurem um desgraçado que dirigia na época um Volkswagen Gol GTI ano 1989, cor preta, e exterior personalizado.
O casal de detetives se olha rapidamente, e depois concordam.
— Está aceito – disse o casal simultaneamente, acenando a cabeça.
— Estão fechados? – pergunta o Eddie para cumprimentar o casal novamente.
— Estamos – disse o casal simultaneamente, cumprimentando todos eles.
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— Tudo começou quando estive passeando pelas ruas do bairro Senador José Esteves, com o meu carro antigo que era um Uno Mille de cor azul, bem personalizado com insulfilm, rodas TSW, entre outros, e de repente me deparei com um Gol GTI 89 preto, personalizado, com aerofólio, insulfilm, rodas TSW, que mandou uma mensagem pedindo uma corrida na estrada. Em seguida, eu respondi aceitando a aposta, e logo depois, começamos a correr. O trânsito era pequeno, tinha motos passando, poucos carros, pouco a pouco formos desviando deles, e eu estava a uns 110 quilômetros na velocidade, e logo depois eu já estava atingindo uns 180 quilômetros quando comecei a perder o controle do carro e bati muito forte de frente numa árvore, próximo à rádio – detalha Eddie sobre o seu acidente.
— Caramba, correndo por uns 180 quilômetros de velocidade, você podia ter morrido, mano – disse Freddy, acompanhando a descrição do irmão sobre o acidente.
— Eu estava de cinto de segurança, Freddy! – exclama Eddie ao seu irmão – se eu não tivesse usado o cinto, eu já estaria morto!
— Enquanto você estava zonzo e abatido, o que você viu antes de desmaiar, Eddie? – pergunta a detetive Kerol.
— Naquele momento... eu vi o carro passando, com a minha visão completamente embaçada, e depois, já estava completamente apagado. Depois, só acordei deitado num leito de hospital meses depois.
— E foi assim?
— E foi assim – finaliza Eddie.
— Eddie, embora que as ruas estão completamente recheadas desses "papa-léguas", esse suspeito de ter feito o acidente que levou você ao hospital está entre os corredores. A gente não sabe o nome, mas pouco a pouco, vamos tentar descobrir algumas pistas que levam ao responsável – disse Renan – mas tem um porém.
— Como assim "porém"? – pergunta Eddie.
— Se a gente tentar chegar nesse suspeito, o único jeito de fazer isso é que você entre nesse mundo de corredores lá fora.
— O QUÊ? – grita Eddie, surpreso – nem a pau, idiota! Acabei de sair do hospital, sofri um acidente que quase morri, e agora você quer que eu seja um corredor de rua? – aproxima mais do detetive – VOCÊ QUER BOTAR A MINHA VIDA EM RISCO DE NOVO?
— Mano, calma – disse Freddy, que recebe uma cotovelada no rosto pelo próprio irmão – ai, meu, na minha cara não! – reclama.
— Eddie – disse o detetive – se você não aceitar essa proposta, vai ser impossível descobrir quem é esse suspeito de ter feito esse seu acidente grave.
— Por favor, mano – implora Freddy, que segura as mãos no rosto ainda sentindo o impacto da cotovelada – aceite porque é importante!
Eddie fica apreensivo, pressionado e indeciso dessa proposta do detetive Renan que está propondo-o. Olhando para o irmão Freddy e dos gêmeos mecânicos Yuri e Chelinka, e depois ao próprio casal de detetives Renan e Kerol, Eddie pensa, e demora oito segundos para se decidir. Até que...
— Eu aceito, detetive.
— Até que fim – disse Freddy felizardo ironicamente.
Eddie olha para o irmão vendo a felicidade irônica...
— Desculpe aí.
— Para iniciar a nossa investigação – disse o detetive – você precisa construir e aumentar a sua reputação nas ruas, que isso chamará a atenção de alguns corredores e dos organizadores.
— Então, quer dizer que se eu corresse e vencesse mais corridas, aumento a minha reputação e que chamará a atenção de alguns corredores e dos organizadores de eventos?
— Isso mesmo.
Sem nenhumas palavras entre os dois, Eddie e o detetive Renan se cumprimentam, como o sinal de compromisso afirmado para a investigação mais importante dos irmãos Peugeot e também dos gêmeos Yuri e Chelinka, amigos dos irmãos. Era o início de uma jornada mais longa e dura de procurar um responsável que fez o mal ao Eddie.
O casal deixa o galpão da oficina dos gêmeos, saindo por um carrão clássico exótico. O quarteto observa um Chevrolet Corvette Stingray 1963 preto partindo do local para rua.
— Mas que carro é esse, cara? – questiona Freddy após observar o veículo.
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Rua Francisco Magnani – Sentido Sul / Mário Fonseca Antarctica – 19:48
— Mano, por que tinha que ser esta noite? – disse Freddy.
— Você não sabe que a frequência das corridas não é alta todas as noites e nas madrugadas, Freddy?
Os irmãos Peugeot estão ao bordo no Chevrolet Opala SS 1976 amarelo do Freddy, procurando um lugar para poder aguardar um evento de corrida para iniciar uma jornada de construir e aumentar a sua reputação das ruas e também para procurar um possível responsável do mal. Os dois param em numa alameda próximo ao local abandonado onde abrigou um antigo hospital já demolido e uma praça inabitada e depredada, que antigamente foi conhecida como "Praça da Bíblia".
— Quando eles vão chegar, mano?
— Eles marcaram para cinco para às oito da noite (19:55). Já, já, eles aparecem com três carangas que para nós, não parecem nada difícil.
— Você acredita?
— A gente pode acreditar, e não ser surpreendido essa noite por eles. Acredite, porque as surpresas podem acontecer.
— Tomara.
Em seguida, três carros de cores diferentes e personalizados respectivamente aparecem em filas inversas, ou melhor, filas de dois, tendo um espaço reservado. Uma oportunidade para os irmãos para disputar uma corrida, uma primeira corrida para iniciar uma jornada longa nesse universo de corridas de rua ilegais.
A dupla começa a sair e depois, se posicionar no espaço vago entre os três Opalas, largando em quarto – e último – lugar. Os irmãos observam os Opalas bem personalizados respectivamente, também do modelo SS 1976 – rodas TSW, BBS e Infinity, cores azul, preta e verde, com aerofólio, insulfilm de variadas cores, e para-choques cromados, todos respectivamente – que começam a esquentar os pneus para o início da corrida noturna. Os próprios irmãos também começam a fazer o mesmo.
— Vai começar – disse Freddy.
— Prepare a música, porque a corrida tem que ter uma excelente música.
Por ironia, Freddy coloca uma fita cassete no reprodutor antigo do carro, e em seguida, começa a tocar uma música clássica de rock internacional, e depois ajusta o volume do áudio.
— Por que fita cassete, Freddy?
— Este carro não é dos anos 70, mano? Naquela época, as fitas cassete eram o único jeito de ouvir música antes dos CDs e MP3s. E o pior, não tem Bluetooth para o seu celular.
Os carros começam a se partir numa corrida de rua ilegal, ao ver um ônibus passando pela Rua da Saudade, no cruzamento pela Rua Francisco Magnani, e logo, o Opala verde dispara na frente, enquanto o Opala amarelo dos irmãos Peugeot pegam o vácuo do Opala azul, que é o segundo colocado, passando do Opala preto.
Mesmo com o trânsito noturno de mais motos e menos carros, o quarteto de Opalas não liga e continua desviando e correndo mais, passando pelos cruzamentos das ruas Rui Barbosa, José Hugo Dinelly, João Verçosa, desviando até dos caminhões que estavam passando pela rua, e logo depois, o quarteto se vira para a Rua Miranda Leão.
O traçado por onde os irmãos Peugeot estão correndo tem a largada na Rua Francisco Magnani, depois pegando toda a Rua Miranda Leão, virando no fim para a Rua Coronel Tito Leão – rua da orla da cidade com a vista do Rio Maués-Açu e da comunidade Ilha de Vera Cruz – ligando para a Avenida Dr. Pereira Barreto, pegando uma alta velocidade na média de 240 quilômetros – mesmo desviando do tráfego – e no final, vira para a Avenida Antártica – também da orla da cidade com a vista do Rio Maués-Açu e da Praia da Antártica – por completo, até o final próximo à fábrica de extração do pau-rosa.
Em terceiro colocado, os irmãos Peugeot começam a acelerar para perseguir o Opala azul para chegar à segunda colocação. Mas a dificuldade vem do tráfego, que começa a apertar ainda nessa noite na rua que liga até a feira principal da cidade, com mais motos, e dificulta muito a ultrapassagem, já que a cidade é mediana, porém tem ruas que são difíceis de ultrapassar por conta da sua largura, que são apertadas, parecendo as ruas do Circuito de Monte Carlo, em Mônaco. Colando muito mais, com a chegada dos quase 200 quilômetros, mas a curva fechada obriga que os carros reduzissem a velocidade para virar a Rua Coronel Tito Leão por distância, mesmo passando num cruzamento com as ruas Adolfo Cavalcante e Ramalho Júnior.
Depois de virar para a Rua Coronel Tito Leão, Eddie faz uma ultrapassagem arriscada passando o Opala azul, e assume a segunda colocação, mas o Opala azul também perde para o Opala preto, ficando em quarta e última colocação. Por ser uma rua estreita e que tem algumas motos estacionadas próximas a calçada dos quiosques da orla, os carros precisam reduzir a velocidade e depois começam a pegar a curva para a ligação a Avenida Dr. Pereira Barreto, passando pela Praça da Matriz. Mas quando o Eddie olha rapidamente para a vista noturna do Rio Maués-Açu, uma parte da música que está ouvindo começa a tocar: o refrão.
"Take me down to the paradise city
Where the grass is green and the girls are pretty
Oh, won't you, please, take me home, yeah, yeah?
Take me down to the paradise city
Where the grass is green and the girls are pretty
Take me home"
O motivo do Eddie de ouvir esse trecho da música é porque a mãe dele na época quando ele e Freddy eram ainda muito novos, na chegada à cidade, ela disse que estão numa cidade do paraíso. Daí, que ela apelidou Maués como "A Cidade do Paraíso", o Eddie nunca mais se esqueceu desse dia e também da declaração da mãe, então até hoje, gosta da música por conta do apelido que a mãe deu para a cidade.
Pegando um vácuo logo ao entrar na avenida, Eddie se prepara para pegar um trânsito calmo e mais espaço para ultrapassar, mas algo não estava muito bom; mais trânsito de motos no lado oposto está dificultando esse feito para ultrapassar o Opala verde, líder da corrida. Pior para Eddie, porque a Avenida Antártica, próximo caminho do traçado a pegar, é apertada e difícil de ultrapassar, diferente quando via as competições da Fórmula Peugeot na cidade quando a avenida era extensa, mas com o calçadão construído no final da década de 90, apertou a situação.
Mas, um algo impossível acontece: Os irmãos Peugeot conseguem, com muita impossibilidade, uma ultrapassagem arriscada na virada para Avenida Antártica, por cima do Opala verde, deixando a dupla de irmãos na liderança da corrida. Agora, o momento é segurar a liderança e aproveitar o aperto da rua para manter a ponta. Mas, como a avenida é extensa, precisa evitar qualquer vantagem do Opala verde para a tentativa de ultrapassagem.
O carro chega aos 200 quilômetros mesmo com desvios ao tráfego, e dificulta as tentativas de ultrapassagem do Opala verde. Por fim, os irmãos Peugeot chegam ao ponto de chegada, no fim da avenida, e depois, brecam imediatamente, fritando os pneus e comemoram a primeira vitória na corrida de rua.
— Vencemos, mano!
— Ufa – respira Eddie, pois a corrida foi cansativa de segurar o volante na liderança – isso foi no sufoco – exclama, esfregando a testa.
— E que corrida!
— Agora já estou cansado – suspira – e é hora de voltar para a casa.
— Tem razão – finaliza Freddy, que mais tarde os irmãos deixam o local.
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Residência do Eddie Peugeot – No dia seguinte
Freddy está checando como está o carro depois da corrida em que ele e o Eddie tiveram para aumentar a reputação. O irmão também está presente na garagem da sua residência, mas está atendendo uma ligação que acabou de receber.
— Nós vencemos, detetive, mas apertados, porque aquele Opala verde quase tentou nos ultrapassar no finalzinho da corrida. E mais, ganhamos uma recompensa de três mil reais pela vitória e fomos muito bem recepcionados pelos corredores – disse Eddie.
— (Vejo também que a repercussão da sua corrida já está grande nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Twitter – disse o detetive Renan, via celular – o momento em que eles estão elogiando são essas ultrapassagens que vocês fizeram).
— Obrigado, detetive – disse Eddie – mas será que recebi alguma mensagem, algum comentário de um organizador de corridas para algum evento que eles possam me convidar?
— Ainda não – nega o detetive – mas essa reputação ainda é muito fraca que vocês estão aumentando. Para isso, precisam disputar e vencer algumas corridas, daí que a reputação aumenta e que chamará a atenção dos organizadores, mas cuidado, Eddie.
— Como assim?
— Alguns organizadores possam ser maliciosos, porque eles podem ter uma ficha criminal de roubo de carros e de contrabando de peças de personalização, ou até mesmo, uma ligação com o responsável que fez você sofrer o acidente meses atrás. Falando em roubo de carros, eles também premiam para os vencedores de corrida carros roubados e personalizados como novos.
— Ah, tá – disse o Eddie – mas detetive, o problema é que vou usar o carro do Freddy para vencer essas corridas e posteriormente, esse evento que irei participar de algum organizador. E que seja o prêmio de um carro bacana, não aqueles lata-velhas de Gol GTI, Voyage, Palio, Prêmio, Fusca, nenhum deles, porque são podres de tunning! Eu quero e sempre vou querer é um Camaro das antigas! Isso sim é carrão nostálgico!
— Pior que esse Camaro antigo que você quer é contrabandeado aqui no Brasil.
— Cala a boca – grita – porque eu vou querer esse carro, eu vou vencer essas corridas, eu vou vencer esse evento e eu vou ganhar esse carrão! Tudo isso é para tentar chamar atenção desse responsável que causou esse acidente em mim! – termina Eddie, desligando o celular em imediato.
— Mano, parece que esse trabalho vai ser difícil, porque esse carrão que eu tenho vai ser a sua principal e única arma para participar desse evento do que você está falando – disse Freddy.
— Se o detetive acha que esse Camaro pode ser roubado ou não, eu vou ganhar, porque acabei de encontrar um evento que irei me inscrever quando a minha reputação estiver nas alturas. E o prêmio? Bem que atende o meu pedido. Olha aqui, irmão – mostra o celular para o Freddy, mostrando um pôster de um evento de corrida.
— "Maués Rumble Rally"? – disse o loiro – E o prêmio é um Camaro SS 67?
— Ainda irmão, esse evento é organizado por uma organizadora chamada "Lisa Berger", que tem esse perfil aqui no Facebook... e ela trabalha nessa empresa de organização chamada "Lisa Stevens Organization".
— E o que tu vai fazer quando você for participar, mano?
— Eu vou tentar não só vencer essas etapas preliminares, mas tentar conquistar o meu favoritismo pra ela, enquanto consigo avançar para as eliminatórias.
— Olha, mano – alerta o loiro – tu tinha uma namorada muito bem do que tu quis e agora quer dar uma de sedutor pra ela? Está querendo de que o seu favoritismo na etapa vá pra ela de qual jeito? Pagar de playboy pra ela? Seduzir? Rolar um "tchaca-tchaca" (N/A: traduz-se transa, sexo) secreto? Tu é leso, mano – questiona com ironia.
— Não é do que você se imagina, Freddy. Ainda hoje, o seu carro pode chamar mais atenção quando eu irei participar de mais corridas que aumentará a reputação.
Freddy olha para o seu Opala SS amarelo e depois olha de volta para o seu irmão.
— Está ok, mano – entrega as chaves do carro – mas tome muito cuidado com o meu carrinho, porque não quero ver um arranhão cometido por tu.
— Eu pago o conserto quando isso acontecer.
Os irmãos se cumprimentam firmando o acordo dos dois. Agora, o Eddie pode usar o Opala SS amarelo do Freddy para participar de algumas corridas que aumentarão a reputação nas ruas e que poderá participar do evento que ele quer cujo prêmio é um Camaro SS 1967.
(CONTINUA)
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