Uma história de origem francesa com popularidade luso latina: a família Peugeot.

Século XIX, em 1810, uma família de Valentigney, Montbeliard, Franche-Comté, França; nascia uma empresa de ramo alimentício de café, moedor de pimenta e saleiros, chamado Peugeot, de Jean-Pierre Peugeot e sua família. Mais tarde, em 1858, foi inserida a marca de leão na empresa pelo Emile Peugeot, que viraria uma marca registrada para sempre. Seu filho, Armand Peugeot, em colaboração com Leon Serpollet, construiu um carro em 1889, um triciclo à vapor. Porém, em 1896, graças a uma briga com sua família, principalmente do seu primo Eugène, que discordou da sua ideia, Armand fundou a própria empresa de carros, a “Sociedade Anônima dos Automóveis Peugeot”.

Mesmo com a empresa se popularizando nos anos posteriores, a família Peugeot já tinha novos descendentes que se migraram para outros países europeus ou continuaram com a negociação da própria marca que hoje se chama PSA Peugeot Citroën. Não há registro sobre esses descendentes, infelizmente... ou não?

Bernard Paul Peugeot, nascido em 1890, se migrou para Portugal após um desentendimento da sua mãe com seu tio-avô, quando tinha quatro anos. Seus primos, Emile Bernard Peugeot, Marie René Peugeot e Alain Jules Peugeot, também foram com eles ao discordar da briga e separação. Viveu trabalhando em Lisboa, como carpinteiro, assim como seu primo Emile Bernard. Até que conheceu, Deborah Moraes, de 22 anos (em 1914), que se casou e tiveram seis filhos: Antônio em 1915, Raimundo em 1917, Fernando em 1919, Cléber em 1921, José em 1924 e Iolanda em 1927.

José Peugeot Moraes foi o filho mais destaque junto com Antônio, Cléber e Iolanda do casal Bernard e Deborah. Estudou engenharia junto com Cléber e trabalharam numa empresa de construtora. Porém, graças ao um desentendimento com a mãe, que vivia castigando fisicamente, em 1945, junto com Cléber que concordou a atitude do irmão, se migraram para uma ilha povoada e desconhecida, quilômetros no mar já no Oceano Atlântico, conhecida como Faceredlândia. José ainda encontrava algumas pessoas que também seu sobrenome: Peugeot. Construiu uma cabana que ficava no norte da vila, que até hoje pertence ao seu neto, Eddie, e após o término, conheceu uma mulher loira, de sobrenome Mori Neiva. Seu nome: Maria Mori Neiva. Casaram-se e tiveram dois filhos: João em 1951, e Tony em 1953.

João e Tony estudaram na escola no sul da vila. João havia adquirido do tio, um guia de mecânica e engenharia que levaram a dupla a estudar engenharia mecânica artesanalmente. Ambos trabalharam num galpão e o João foi o líder do grupo sindical dos moradores da vila. Em 1974, a crise de petróleo resultou uma grande crise na liderança do João no grupo e muitos queriam que ele renunciasse o posto, por conta de falta de dinheiro de pagar os barcos de transporte até Lisboa; mas uma ideia sugerida pelo pai José, que criasse um evento que possa repercutir mundialmente e botar a vila exatamente no mapa.

Após uma série de reuniões com alguns amigos e aliados da vila vizinha, Morilândia, João formou a Federação dos Pilotos de Automobilismo Independentes, embrião da FPLA. Organizou um evento de corrida que será disputada em Faceredlândia, mas a indisponibilidade da vila no mapa impediu e revoltou os moradores. Houve um plano B na mente do homem: João decidiu sacrificar o dinheiro para viajar ao Brasil, pois encontraria uma grande facilidade de organizar e trazer o dinheiro suficiente para controlar financeiramente a situação. Após a recusa da Prefeitura de Manaus para organizar uma corrida de rua, João foi ao interior, onde foi ao município desconhecido (na época, antes da Festa do Guaraná) de Maués. A cidade não tinha ruas asfaltadas e eram piçarras (barro ou terra para se disser). Os carros tiveram que trocar os pneus para adaptação da terra. Inicia uma corrida já legalizada pela prefeitura e João Peugeot já tinha alguns problemas no início: estava muito poeirento a pista, e os fenos não possam amortecer os acidentes. Mas a folga de correr estava mais ainda e conseguiu controlar alguns futuros problemas na corrida. Ficou liderando e conseguiu vencer a primeira prova do seu campeonato que formou o denominou de Fórmula Peugeot ao subir no pódio. A ideia veio quando o pai, José, preferiu denominação baseado na Fórmula 1 e colocar o sobrenome no título.

Os testes dos outros circuitos internacionais duraram até outubro, com bom faturamento; ajudou a situação financeira da vila. O sucesso internacional do João Peugeot nos anos posteriores ainda levou a vila na tentativa de pôr no mapa. Várias propostas ao governo português de elevar a vila para categoria de cidade foram botadas em pauta, mas muitas vezes foram rejeitadas, para a indignação do povo. João batalhou muito e quando vencia as corridas, amostrava um cartaz com pedido de elevar a vila na categoria à cidade. A pressão era muito grande do público com o governo português, além do povo da vila. Mas a grande pressão veio em 1979, com a crise financeira da vila atingida pela segunda vez, João Peugeot estava vencendo mais, mas pressionava muito à política. O Grande Prêmio de Portugal estava marcado para Lisboa no circuito de Estoril. Poucos meses antes de ser notificado sobre a crise, João conheceu uma mulher loira, parecida com sua mãe, além da cor do cabelo, tinha um nome primário também igual, com sobrenome diferente: Maria Ferruccio Neiva. Casaram-se em novembro de 1978, mas a grande esperança veio no mês seguinte, quando Maria confirmou a sua gravidez.

A grave crise que quase custou sua carreira de piloto e de líder foi piorado com os poucos dias da gravidez da Maria. O dinheiro era do transporte e do pagamento do parto. Então, João decidiu enviar uma carta ao governo português, como uma última chance de chamar a atenção da política para elevar a vila na categoria à cidade. João escolheu Christian Collor para assumir a prefeitura caso seja aprovada a proposta; até que o desejo foi realidade: Faceredlândia foi elevada a categoria de cidade, com um nome novo: “Peugeotlândia”. Data? 12 de Agosto de 1979.

Como presente, além do nome, o evento do Grande Prêmio de Portugal foi transferido para Peugeotlândia em Setembro e preparação de asfalto e calçada meio fio e sarjeta, iluminação e energia elétrica. João Peugeot saiu-se vitorioso do já extinto grupo sindical e abraçou tanto sua esposa quanto o seu amigo Christian Collor, agora escolhido como primeiro prefeito da cidade.

Vésperas do Grande Prêmio de Portugal veio uma informação importante, a bolsa estourou e João Peugeot leva a esposa para dar a luz uma nova criança, um menino, no novo hospital da cidade. Nascia, no dia 07 de setembro de 1979, o menino Eddie Andrade Peugeot Ferruccio Neiva. Assim como pai, Eddie recebeu geneticamente os cabelos azuis, algo que aconteceu com o próprio José no nascimento por uma falha na melanina.

45 dias depois, período de pós-parto, João e Maria pensam sobre o filho, no qual o próprio João pensou que o Eddie seria o futuro piloto da Fórmula Peugeot. Porém, Christian Collor chamou Maria para ser a vereadora da cidade, no qual ela nunca se preparou para a política. João disse: “Você ficou louco? Vereadora? Indo para política? Ela acabou de ter um filho meu!”. Eram as grandes e pressionáveis reclamações políticas do João Peugeot contra Christian Collor, que não aceitou que sua mulher seja vereadora e que seja aceita pelo povo. Afinal, o jeito de fazer reclamações passou para o filho anos mais tarde.

No final de novembro, outra surpresa inacreditável: mais um filho à espera com a gravidez de um mês da Maria. E em 22 de julho de 1980, nascia Freddy Andrade Peugeot Neiva, de cabelos loiros como a mãe.

Mas o João confrontava o seu velho rival Tony Mori Neiva, que ainda não estava casado, que acabou perdendo o título de 1980 para o marmitolandês da Scuderia Marmito. João estava muito nervoso com a derrota e não aceitava o que Tony Mori sempre dizia: “Agradeço principalmente a ele, João, por ter criado e expandido toda essa ideia de automobilismo.”.

O Eddie parecia ser um menino eufórico, meio desentendido, mas prestava muita atenção nas aulas na escolinha. Durante o recreio, pegava um caderno e desenhava uns tirinhas e bonequinhos. Apenas desenhava os esboços na escola e depois pintava em casa. Sempre era um hobby para o Eddie: desenhava e pintava os quadrinhos que ele fazia. Seu pai já chegou a ver o que ele fez. Durante as férias de 1984, Eddie chegou a desenhar uma revista e idealizou-se para fazer o próprio quadrinho. Começou a desenhar uma pessoa masculina de criança, que tinha cabelos azuis, iguais a ele. Tentou idealizar um nome, porém preferiu é inserir a si mesmo no quadrinho: dando o nome de Eddie Peugeot. Desenhou uma menina morena que conheceu na escolinha e batizou de Brena Dortmund, o mesmo nome da menina que foi colega na escolinha.

Desenhou e fez sete edições, preferindo pagar uns 10 euros de cópias da sua primeira edição. Aos quatro anos de idade, no dia 14 de março de 1984, seu pai divulgou a sua obra, nomeando o de “Eddie Peugeot e Seus Amigos”. Foi um pequeno sucesso, já que uma cópia custava 6 euros.

Certo dia, Eddie recebeu do seu tio, Tony Peugeot, uma história sobre o seu avô, José, contada por ele. Após contar a história, mais difícil, Eddie disse ao seu tio que guardaria esse segredo para influenciar alguns discursos sobre a família e também desconfiar de algumas pessoas que possam assemelhar com os inimigos do avô, principalmente influenciando a sua bisavó Deborah, que era agressiva e violenta com seu filho, o seu avô José.

Porém, em 22 de Agosto de 1985, seu pai foi internado no hospital por problemas cerebrais. Foi constatado que estava sofrendo uma trombose cerebral, que morreria no dia 25 de agosto, véspera do Grande Prêmio de Portugal daquele ano. Uma perda irreparável para a família tradicional na categoria que resultou o cancelamento do evento. Para o Eddie, foi traído pelo divino que caiu numa crise de choro por três dias, período de luto na cidade. Esse termo de dizer que “foi traído pelo divino” resultou que Eddie não fosse para igreja nos domingos e conversou que já está renunciado a sua fé cristã, pessoalmente. Um sofrimento grande que acabou sua confiança divina.

Enquanto sofria da morte do pai, seu tio, Tony, em setembro, flagrou seu pai conversando com uma senhora de mais de 40 anos e morena. Começou a seguir o seu pai José pela praça em Lisboa, e flagrou um momento mais comprometedor num motel, já que fez um truque de esconder debaixo de uma Corvette 1963 vermelha e segurar com mais fôlego de estar dentro do porta-malas, um caso com essa amante. Invadiu o quarto e fotografou o momento do relacionamento com sua Polaroid. No dia seguinte, 25 de setembro de 1985, filho e pai se brigam por conta desse caso. Brigado, José pegou seu Corvette e fugiu para a estrada, com uma foto da sua amante. Porém, na tarde daquele dia, pela autoestrada A5 no Parque Florestal Monsanto, José perdeu a direção e bateu violentamente com um caminhão. Morreu ao chegar ao hospital.

Para tentar reconquistar a confiança do seu filho mais velho, Maria, já viúva, ofereceu que ele viajasse para o exterior. No ano seguinte, a família Peugeot deixou a cidade de Peugeotlândia para o Brasil, por onde passou pela cidade de Manaus e mais tarde, em Maués. Antes de ir ao município do interior, passou por uma concessionária de automóveis e adquiriu um Fiat Uno 1986 azul, onde foi transportado de balsa até o município.

Ao chegar a Maués, adquiriu um terreno no “Bairro Coronel Negreiros”, onde construiu uma casa de alvenaria e uma garagem, reservada ao carro que estava vindo. Mesmo assim, Eddie e Freddy iriam estudar na cidade, pois haviam chegado no primeiro semestre de 1986. Havia cinco principais escolas: Santina Felizola, São Pedro, 1º e 2º Grau (hoje Maria da Graça Nogueira), Walton Rodrigues Bizantino e recentemente Mirian Sakiyama. O primeiro foi o mais adorado pelo Eddie e Freddy, mas a mãe escolheu São Pedro, para o desgosto dos irmãos. Eddie tinha seis anos de idade, pouco antes de completar sete em setembro, e Freddy tinha cinco anos, pouco antes de completar seis em julho. Certo dia, pouco antes de confirmar a matrícula na Escola São Pedro, Eddie ouvia uma conversa de alguns alunos do colégio, opinando a situação da escola: muito autoritária, pouca diversificada no recreio e até tem inspetores para devolver os alunos na sala com castigos físicos. Eddie lembrou a história do avô, contada pelo tio, que castigos físicos eram inaceitáveis por ele e fugiu da mãe, sua bisavó. Por conta disso, Eddie e Freddy desenharam e pintaram nos papeis que pediram a sua mãe para matricular na Escola Santina Felizola e não no São Pedro. E conseguiram; Eddie inicialmente se matriculou para o segundo semestre. Em 1987, Maria conseguiu matricular Freddy na escola; portanto ambos começam a estudar na mesma escola, só que uma série diferente: Eddie já estava na primeira série, enquanto Freddy ficou na alfabetização.

No tempo de escola, Eddie mostrava-se bem interessado no estudo, prestava muita atenção nos assuntos de Português, Matemática e demais disciplinas. Evitava muitas conversas com os colegas, já que é um incômodo para a professora e para ele, por concentração. No ano seguinte, 1988, já na segunda série, foi ainda mais interessante e estudioso, ganhando até prêmio por ter sido um aluno destaque do primeiro semestre. Seu irmão, Freddy, já na primeira série, mostrou também seu interesse no estudo, mas prestava pouca atenção em algumas disciplinas, para a raiva do irmão, que queria o Freddy repetisse o seu sucesso do ano anterior. Depois de completar a quarta série (5º ano), o diretor chamou além dele e sua mãe, para uma conversa séria: permanência ou mudança da escola. Eddie preferiu, ao lado da mãe, permanência até a oitava série (9º ano). E não foi como ele conseguiu se manter até esta série? Às vezes, teve alguns conflitos com alguns colegas que não gostavam dele, algumas injustiças que deixou profundamente com raiva e etc. mudaram muito a sua postura e comportamento.

Em 1994, depois de sete anos no Santina Felizola, Eddie finalmente chegou à Escola Estadual 1º e 2º Grau, hoje Escola Estadual Profª. Maria da Graça Nogueira, para cursar o ensino médio, o 2º grau. E lá conheceu alguns colegas e velhos amigos que concordaram serem colegas de ensino médio, como Jean Carlos Tricks, Hedust Fritade, Brena Dortmund, Donner Peugeot e Supreda Ferruccio Neiva. Mas tinha alguns problemas já no início do seu curso: um colega sempre atormentava e atrapalhava as suas apresentações e foi um grande teste de paciência para ele. Certo dia, Eddie perdeu a paciência com esse colega e partiu para cima dele, apanhando em frente dos colegas e do professor. Um psicólogo visitou a escola e teve um contato com Eddie, revelando-o que está sofrendo um transtorno bipolar: fica bastante calmo em bom tempo, mas o temperamento agressivo estoura inesperadamente. Mesmo com os problemas com os colegas e com alguns professores, por serem arrogantes com ele, Eddie conseguiu passar do ensino médio, em 1996. Só que no final do ano, um pastor de uma igreja evangélica arrombou a casa do Eddie, na exata 13 de dezembro de 1996, e chantageou em público com um megafone: Eddie era ateu, um segredo que estava guardado com sua mãe e seu irmão. Foi hostilizado e impossibilitado de tentar garantir uma vaga para faculdade.

Para manter o Eddie em sigilo, Maria decidiu batalhar para destronar o responsável pela chantagem. Vendeu o carro que tinha por 10 anos, para a tristeza do filho, que queria herdar o Fiat Uno 1986 azul se adquirir a carteira de motorista, para um lucro de 50 mil reais, no qual o 2% do lucro ficou com ela para viajar para Lisboa, 5% para trazer o Tony Peugeot para cuidar do Eddie e Freddy até atingir a maioridade, 18% para contratar um advogado para processar o pastor que chantageou o filho, e o resto para se sustentarem. Agora, Tony começou a pensar o que o seu sobrinho possa fazer antes de atingir a maioridade: fazer a limpeza de identidade e interessar da herança do seu irmão que contou antes de morrer, disputar uma corrida da Fórmula Peugeot. Então, Tony entrou em contato com a Scuderia Família Peugeot para produzir um carro competente para a temporada de 1997 da Fórmula Peugeot, uma categoria de automobilismo criada pelo seu irmão João, onde disputou até 1990, apesar de ter perdido ele em 1985, e com acima dos concorrentes, mas dentro das regras da FPLA. Em janeiro de 1997, Tony, Eddie e Freddy viajaram para Lisboa, em Portugal, para levar Eddie ao teste do carro SFP9734, construído a base da Ferrari F310 com o motor da marca homônima, no circuito de Estoril. Com sucesso, Eddie já credenciou pela primeira vez na equipe dinástica da sua família. A estreia veio em Adelaide, no circuito de rua da cidade australiana, em março; antes disso, passou 21 horas viajando em rotas diferentes até a cidade centro-sul australiana, com o encontro dos mecânicos da equipe. A pole position foi um pouco sufocado, já que os pilotos que ele enfrentou eram bem profissionais; ele estava se profissionalizando nessa corrida. Conseguiu ultrapassar os Marmitos ao largar em quarto; Emerson Peugeot, seu parceiro de time, foi pole position. Depois de algumas corridas e paradas de trocas de pneus, Eddie se sentia um vencedor e via tanto a alegria de vitória, estava sentindo por pouco o retorno de esperança perdida há 12 anos com a morte do pai.

O sucesso estava grande, mas se sentia ainda inacabado: precisava recuperar sua religiosidade e fé, seu desenho já engavetado com o vexame, e a pressa do processo judicial contra o pastor que o chantageou. Porém, seu tio, Tony Peugeot, queria que seu sobrinho se tornasse um grande empresário, para a contra-vontade dele: por conta disso, ofereceu uma proposta ao governo brasileiro para adquirir uma concessão de canal de televisão aberta de Maués, indicando o canal 14 UHF. Foi aprovado e Tony contratou uma empresa de engenharia para construir um prédio num terreno que havia adquirido para habitar a nova empresa do sobrinho que está deixando. Ao saber dessa nova empresa que o seu tio possa passar para ele, Eddie reclamou que não tem formação de empresariado: “Tio, o senhor pirou? Eu não tenho a porra da formação de empresariado! Me rejeitaram por conta dessa merda de preconceito para cursar a faculdade!”. No dia 12 de Dezembro de 1997, Eddie inaugurou a “Televisão Eddie e Seus Peugeots” com transmissão ao vivo para a cidade inteira.

Em 1998, após conseguir sucesso na Fórmula Peugeot com o campeonato e a religiosidade recuperada, Eddie ainda focava na sua série, já renomeada como “Eddie e Seus Peugeots”, e na sua rejeitada emissora de TV de Maués, que não pontuou um ponto de audiência. Para fazer ambos um sucesso, Eddie viajou para Brasília para conseguir uma concessão de canal de TV em Manaus e uma proposta de transmissão via-satélite. Encomendou para Embratel, pouco antes de ser privatizada, uma frequência de ondas para ser adicionada no satélite StarOne/Brasilsat, nomeada de “TVESPSat”. Para trazer a sua emissora de TV para a capital amazonense, queria adquirir a concessão do canal 8 VHF, no qual é sintonizada a Rede Boas Novas, da Igreja Assembleia de Deus, antes abrigou a TV Ajuricaba da família Hauache e Rede Brasil Norte do Grupo Simões, como vingança ao pastor, que é dessa igreja, que o chantageou em 1996. Infelizmente, a negociação fracassou quando os representantes do canal 8 manauara fizeram um lobby que forçou a reprovação da licitação; mas Eddie ameaçou os representantes de serem difamados em breve, no qual o azulado adquiriu o canal 7 VHF como provocação, pois ambos os canais são muito próximos na sintonia.

Ainda causando polêmicas que viraram manchetes de jornais, Eddie ainda tem um conflito com o seu parceiro de equipe Emerson Peugeot, que queria ser mais do que o azulado. Com sua emissora crescendo no estado amazonense, já que no dia 5 de setembro de 1998, inaugurou sua primeira retransmissora em Manaus, Eddie ainda via outro problema que estava acontecendo: a crise do seu canal favorito de TV, a Rede Manchete, que foi mais profundo do que ele não esperou desde 1992. Eddie temia que o canal não fosse fechado com o acumulo de dívidas e da greve dos funcionários, semelhante na primeira grande crise de 1992; mas estava piorando ainda mais no decorrer do tempo, sendo vendido para uma igreja evangélica, porém retornou ao seu dono original, Pedro Jack Kappeller, o Jaquito, sobrinho do Adolpho Bloch, fundador da emissora. Via também nos jornais já em 1999 que a emissora pode ser fechada porque não renovou a concessão vencida em 1996 e tinha o prazo até 18 de maio. Então Eddie acionou os seus advogados para conversar com os advogados do Jaquito sobre a negociação de pagamento das dívidas. Infelizmente, era tarde demais, porque chegou um empresário que adquiriu completamente a Rede Manchete, fora as dívidas. Eddie se sentia fracassado por não ter conseguido salvar a TV Manchete, que acabou no dia 10 de maio de 1999; mas gravou um depoimento que lamentou o fracasso da negociação, que não foi ao ar por conta de não ser transmitido para todo o Brasil a sua emissora; porém foi exibido dez anos depois.

Para se recuperar do fracasso da salvação da TV Manchete, Eddie foi a Brasília para adquirir mais uma concessão de canal de TV, dessa vez em São Paulo. O então ministro das comunicações conversou amigavelmente com Eddie sobre o fracasso que ele teve, mas aceitou a licitação da concessão, que mais tarde foi sancionada, a compra do canal 38 UHF de São Paulo. Pouco antes de conseguir a concessão, Eddie adquiriu um terreno em Itaquera, São Paulo, localizado próximo ao um enorme terreno que pertencia ao Sport Club Corinthians Paulista, seu time de coração, que hoje está a Arena Corinthians, um dos estádios que recebeu a recente Copa do Mundo no Brasil, e mais tarde iniciou a construção do prédio enorme que abrigaria a sua retransmissora. Ainda, mais uma vez encomendou a Embratel para disponibilizar a franquia no satélite que transmite para as parabólicas e retransmissão nacional. No dia 18 de Julho de 1999, inaugurou a sua retransmissora em São Paulo, formando sua rede nacional da “TV Eddie e Seus Peugeots”; mais tarde ganhou novas afiliadas nos outros estados e regiões estaduais.

Em setembro de 1999, véspera do seu aniversário de 20 anos, Eddie criou e estreou o seu polêmico projeto: denominado “Eddie Alerta”, baseado no telejornal “Cidade Alerta” da Record, “Cadeia” e “190 Urgente” da CNT, como objetivo de noticiar casos de polícia e histórias de casos de crime, baseadas das histórias contadas pelo seu ídolo Gil Gomes, na época antes, no telejornal “Aqui Agora” do SBT. Além de noticiários, tinham os comentários do Eddie que deram o que falar em todo o Brasil; alavancou a audiência da sua emissora com isso. Desde o ano anterior, a emissora do Eddie Peugeot transmitia a Festa do Guaraná, em novembro, fazendo que sua emissora chegasse às cinco primeiras colocadas de audiência.

Em 2000, Eddie voltou a ser manchete de jornais com duas polêmicas: sua oposição ao então prefeito de Maués, Carlitos Agroneves; e o seu conflito ao Rafael Mori Neiva, filho do rival do seu pai Tony Mori Neiva, da Scuderia Marmito. O primeiro causou repercussão nacional, já que estava no período eleitoral, que resultou uma tentativa de golpe de acusação grave do prefeito contra o Eddie, criminalizando-o de sonegação fiscal e de golpe eleitoral. Eddie soube que ele seria acusado desses golpes e fugiu para São Paulo, onde chamou os seus advogados para entrar em recurso de inocência e mais tarde, para Peugeotlândia. Não retornou ao Brasil até outubro, já inocentado do golpe, onde foi às eleições na cidade de Maués que elegeram o Ediney Oliveira, seu candidato preferido para a prefeitura. Dias depois, noticiou para todo o Brasil uma manifestação que resultou o incêndio do Fórum que estava localizada na época no segundo andar do Banco do Brasil, através do “Plantão da TV Eddie e Seus Peugeots” e “Eddie Alerta”; foi uma cobertura incrível e com audiência estrondosa, mas recebeu muitas críticas contrárias. Mais tarde, Eddie disputaria o Grande Prêmio do Brasil da Fórmula Peugeot em Maués com o título na mão. Mesmo sob a forte chuva que ocorre no período da corrida desde 1992, Eddie não se ligou nas goteiras e respingos e fez uma incrível ultrapassagem na Avenida Dr. Pereira Barreto, por cima dos três pilotos. Antes de correr, Eddie pediu que a produção de transmissão pudesse tocar a famosa “Tema da Vitória” na transmissão ao vencer a corrida; e foi cumprido quando venceu.

No ano seguinte, viria que o Brasil pudesse ser tão melhor o que ele previa; mas não. Naquele ano de 2001, Eddie via a fraqueza surpresa da equipe na Fórmula Peugeot quando os Marmito venceram as três primeiras corridas. Iniciou um enorme conflito com a equipe arquirrival, que começou a ficar mais duro a partir de uma investigação do engenheiro do Rafael Mori, no qual o piloto titular se demonstrou nas pistas muito agressivo contra o Eddie, que corria além de agressivo, corria calmamente. Eddie e Humbertyo Peugeot fizeram um jogo-de-equipe leve para impedir as vitórias do Rafael Mori e Losger Mori, tio do Rafael. Nas últimas corridas, a situação estava muito pior e a chances do Rafael Mori de conquistar o título da temporada eram muito grandes, já que a equipe deles foi considerada culpada e parte dos patrocínios estava caindo em plena decadência da Marmito, e apenas as posições do Grande Prêmio de San Marino dependia a decisão do campeonato. Rafael Mori venceu a corrida, mas Humbertyo Peugeot e Eddie Peugeot chegaram em terceiro e quarto lugar, impedindo a chance da conquista. A decisão veio em Maués, com uma corrida acirrada em plena chuva, mas secando brevemente, o título veio quando Rafael Mori e Losger Mori sofreram problemas respectivos: superaquecimento do motor e colisão na mureta; resultando o quarto título do Eddie.

Nos anos decorrentes veio três tragédias na vida do Eddie, duas muito piores e abaláveis; em 2002, no dia 18 de Maio, sua mãe sofreu um acidente vascular cerebral, o AVC; foi atendida, mas morreu horas depois. Eddie tinha muito amor pela mãe que infelizmente, não quis aceitar a perda dela, mesmo tido ido ao velório e enterro, transmitido pela sua emissora de TV, que estava de luto por conta da morte dela, considerada pela sua série como a avó do “Eddie e Seus Peugeots”. A bipolaridade do Eddie não foi agravada com a morte de sua mãe, mas abalou os sentimentos, em que toda a vez quando revê ou ouça a parte sobre o noticiário, mesmo falando sobre esse assunto, Eddie cai no choro por conta de ter perdido a mãe. A única tragédia que não foi abalável foi a perda do título da Fórmula Peugeot naquele ano para Naruto, no qual virou seu pior inimigo por conta da equipe ter tomado parte o que era da equipe da família, a Scuderia Família Peugeot.

A terceira tragédia, que foi abalável, foi a perda do seu parceiro e tio Humbertyo Peugeot, em maio de 2003, durante o Grande Prêmio da Bélgica, quando o piloto se acidentou violentamente na curva Blanchimont, acima dos 300 quilômetros. O piloto estava desmaiado, mas foi socorrido, e morreu ao chegar no hospital. Foi a segunda pior perda na vida do Eddie, segundo ele, mas não chegou a superar a perda da mãe no ano anterior. Seu tio, Tony, foi rival dele nas disputas de 1986 e 1987, mas escreveu o nome dele e o seu no capacete do Humbertyo em cima do caixão. Por problemas sentimentais, Eddie não disputou o Grande Prêmio de Mônaco daquele ano.

Mas em 2003, a partir daquele ano até 2007, Eddie ganhou um novo problema: Naruto Uzumaki virou acionista do Eddie e Seus Peugeots e virou um tipo “ditador” na série e na emissora de TV. Eddie não gostava do que ele queria tanto para mudar a emissora; isso custou o seu principal atração do seu canal: Eddie Alerta, que saiu do ar por conta desse conflito e das ameaças do Ministério da Justiça em tentativa de obrigar a mudança para noite, por conta dos palavrões excessivos que o Eddie falava nas suas opiniões. Veio ainda mais dor: a reclamação do público, em pedir a demissão do Naruto, por conta de ter escolhido um tema mais ridículo para o início da transmissão da Fórmula Peugeot: a música “The Chain” de Fleetwood Mac, no lugar de “Truth” de T-Square.

Por conta dessa crise, Eddie queria limpar a sua identidade, sujada pelo Naruto e dos políticos que o criticou. Porém, seu irmão Freddy, deu uma ideia inusitada e inesperada: pintar o cabelo e sobrancelha de preto. Inicialmente, achou uma ideia absurda, mas aceitou. Era o fim do Eddie azulado e o início do Eddie de cabelo preto, a segunda fase do Eddie para todos. Foi considerado o presente dos presentes a mudança da identidade do Eddie, no aniversário dos 25 anos de idade, em setembro.

No decorrer da vida, Eddie e Freddy mudaram muito que a emissora precisava e a vida deles também, além da equipe e carreira de piloto.

Em 2007, Eddie finalmente encarou Naruto e no final, o chefão, como é conhecido, conseguiu nocautear Naruto e suspendeu por seis meses a aparição. Em maio, inaugurou a sua mansão, localizada originalmente onde ficava a sua antiga casa, com espaço expandido sob o acordo de aquisição dos terrenos das casas vizinhas. O interior da sua mansão é bem estilo da mansão do Tony Montana do filme Scarface, mas o formato é bem diferente, semelhante à mansão do Tommy Vercetti do jogo GTA Vice City. Dois andares, cinco quartos (três no superior e dois no principal), dois banheiros (uma de cada andar), uma sala, uma cozinha e dois porões (um principal e um inferior), além de um escritório e uma escada principal, tudo no estilo neoclássico e moderno.

Mesmo com o passar do tempo, Eddie mudou sua alimentação, passando não só alimentando carne vermelha, frango, peixe; mas também alimentando frutas, verduras, legumes; tudo pelo bem da alimentação e para evitar algumas doenças terríveis que possam comprometer com seu organismo e não sofrer as mesmas doenças que seus pais tiveram que resultaram em morte. Ainda, Eddie mesmo tendo uma forte amizade com Brena Dortmund, sua amiga de infância, se apaixonou por ela. Mas o seu irmão também tinha um elo com ela, muito íntimo, para ele. Por conta disso, preferiu se afastar dela.

Em 2010, uma quadrilha corrupta envolvendo políticos de Peugeotlândia e Marmitalândia causou um alvoroço mundial: acusa Eddie Peugeot pelo assassinato hediondo do ex-prefeito de Peugeotlândia, Cartel Gunter Almeida. Ainda acusa seus dois amigos de longa distância, Syo Itisuki e Bartz Klauser, pelo auxílio do assassinato, no qual o último nunca se envolveu, mas ajudou Eddie apenas no trabalho em Vice City para acabar com Tommy Vercetti. Os três foram julgados e uma decisão unânime sentenciou 15 anos de prisão ao trio. No dia da escolta de transferência, após o julgamento, Eddie fugiu junto com Syo quando uma quadrilha da cidade de Hurinando bloqueou a escolta e massacrou todos os policiais, além de levar o Bartz e deixar uma bomba no meio da ponte, que explode, separando temporariamente Peugeotlândia e Marmitalândia isoladamente. Dias depois, aproveitando o seu refúgio, Eddie acionou vários advogados, incluindo o seu amigo e rival Rafael Mori para encomendá-los, para investigar e enviar recursos de recorrência da acusação. Certo dia, Eddie e Syo foram capturados sob inalação do gás tranquilizante, e foram levados ao julgamento. Estavam sendo julgados pela fuga da prisão, mas veio a prova dos recursos de recorrência, que resultaram a inocência do Eddie e Syo. Mais tarde, Eddie descobre quem estava envolvido nas acusações que armaram para ele, foi o Rafael Mori: estava ligado a quadrilha de Hurinando que cobrava propina com as autoridades do Estado de Peugeotlândia, e colocou Eddie Peugeot na parede; e o líder dessa quadrilha era Alex RTP, no qual conseguiu acabar, mesmo ter enfraquecido o grupo ao destruir a favela no norte da cidade antes.

Em 2012, cansado de sofrer tantos fracassos na Fórmula Peugeot, Eddie conversou com o presidente da Scuderia Família Peugeot, seu tio Kenneth Peugeot; o diretor de engenharia da equipe, o italiano Luigi del Vianna (ex-diretor de engenharia da Scuderia Marmito de 1997 até 2001); o técnico de engenheiros, o inglês Bruce Bradley Rogers (ex-engenheiro de Kenneth Peugeot em 1995); e seu tio Tony Peugeot, diretor-geral da equipe. O motivo da reunião foi o reforço da equipe quando assinaram o contrato da Ferrari como fornecedora de motores da equipe, depois de 10 anos com os motores Cosworth. A temporada começou ruim no Grande Prêmio da América em São Paulo no Circuito do Anhembi, quando os irmãos Peugeot se colidiram na primeira curva (S do Samba). No decorrer da temporada, Eddie aproveitou a briga entre Cray Woren com Naruto Uzumaki e venceu as demais corridas do que os dois. Era o reinicio do predomínio da SFP depois de 10 anos, que chegou a Maués com o sexto título do piloto-titular. No ano seguinte, Yuri e a estreante Krile Mayer entraram na briga com Eddie pelo título. Quem saiu bem melhor foi o Eddie de novo, superando o recorde de Naruto e do seu pai, conquistando o sétimo título, já em Abu Dhabi. Anunciou que quer se aposentar das pistas já no ano de 2014 com o oitavo título, no qual está na briga com Rafael Mori e Yuri, seus novos concorrentes nesse ano; já que a equipe arquirrival voltou com seu piloto titular e entrou na briga.

Em 2014, após vários investimentos grandes, como a produção dos seus dois recentes jogos que serão lançados, como “Abismo”, RPG prometido do aniversário da sua série lançado em março, mas foi um fracasso de vendas, não chegando a superar o mais recente do mês; e o “2014”, que prometeu que seria a “vingança do fracasso” e causaria mais polêmicas do que o “Maués” de 2007, marcado para ser lançado em novembro.

Nesses 35 anos de idade, Eddie Peugeot, pode-se considerar pelos amigos e fãs como: polêmico, crítico duro, provocador, ambicioso do povo, opositor dos políticos rejeitados do povo, o homem do povo, ágil nas pistas, e favorito de todos. Foi casado com Brena Dortmund, sua amiga de infância, tem um filho, chamado Pedro Teixeira Peugeot, tem uma grande quantidade de primos e tios, vindos de Portugal e França, e uma grande quantidade de fãs e de inimigos, entre eles, os políticos. Recentemente em abril, Eddie se divorciou em acordo com Brena, deixou a guarda do filho para ela e paga trimestramente uma boa quantia de dinheiro para os dois. Muitos acham que podia ser pensão alimentícia, mas não.

Essa sua inimizade com os políticos de Maués, já no período das eleições em 2014, resulta a sua fuga imediata para outra cidade, dessa vez, para São Paulo, onde mora no Itaquera Apartamentos, onde moram os seus principais funcionários da Rede ESP São Paulo Canal 17 (em 2004, a emissora trocou de canal paulistano para facilitar a sintonia, acordo reconhecido pelo Ministério das Comunicações). Quando passeava pelo bairro, popularizado pela construção do Estádio do Corinthians, a Arena Corinthians, que recebeu a Copa do Mundo, encontrou uma garota de mais de vinte anos, mais jovem do que ele, com cabelo azulado, semelhante como era o Eddie antes de 2004. Os dois tiveram uma conversa amigável, no qual a garota se chamava Karolyina. Momentos depois, Eddie recebeu a ligação da Brena, dizendo que a tal garota era a prima dela: Karolyina Dortmund. Mesmo admirando a conversa dos dois, Brena terminou a ligação dizendo: “Boa sorte”.

Eddie Andrade Peugeot Ferruccio Neiva – Nasceu no dia 07 de Setembro de 1979, filho de João Andrade Peugeot e Maria Ferruccio Neiva Peugeot, irmão primogênito de Freddy Peugeot Ferruccio Neiva, e neto de José Peugeot e Maria Mori Neiva. Amigo de Brena Dortmund, Jean Carlos Tricks, Donner Peugeot, Donaldo Peugeot, Hedust Fritade, Supreda Ferruccio Neiva, demais pessoas, e Karolyina Dortmund. Pai de Pedro Teixeira Peugeot. Nascido em Peugeotlândia, Portugal, e naturalizado em Maués, Brasil. Cursou nas escolas: Alfabetário de Peugeotlândia, Escola Santina Felizola de Maués, Escola Maria da Graça Nogueira (antiga Escola 1º e 2º Graus) de Maués, e CED (Centro de Ensino à Distância) UFAM (Universidade Federal do Amazonas), Bacharel em Empresariado.

Notas finais
Comentem essa história. Postado dedicado ao aniversário do personagem, exatamente no feriado de Sete de Setembro.

Até as próximas atualizações dos outros contos.

OBS: Qualquer erro que tenha um significado, pode comentar também, porque atualizarei a parte da história.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!