Notas iniciais
Trevor e Cauê vão morar na aldeia, será que isso vai dar certo? Veremos. PS: desculpem se eu estiver escrevendo mal, mas eu passei muito tempo sem escrever (tortura) então estou desacostumada, mas relaxem, aos poucos recupero meu jeito!

Eu, quem sou eu? Eu sou só uma alma que está acompanhando a vida desses caras, e estou contando pra vocês (-é, tipo narrador) só que eu as vezes interfiro, minha representante no mundo dos vivos? Apenas uma aldeã qualquer que eu peguei por ai, seu nome é Isabel, é ruiva, tímida e tem olhos verdes (- Pff né, se eu tenho que escolher alguém pra ser minha representante no mundo dos vivos, tem que ser alguém bom né hueheuhe), ela mora numa parte recanteada da aldeia, não me pergunte no que ela trabalha, pq eu não sei, não fico olhando ela, eu olho eles, e chamo ela quando sinto que preciso interferir/ajudar, enfim, voltando ao foco da história....

Trevor, como descrevê-lo? Moreno, cabelos negros bem curtos, olhos castanhos, jovem ele e os amigos tem em torno de 20 anos, Trevos está se mudando com seu brotherpara uma nova aldeia, os dois eram muito amigos no orfanato, juntamente com Andrei, outro dos grandes amigos, porém, ele foi adotado prestes a fazer 18, mas não perderam o contato, continuam muito amigos, ele, Trevor e Cauê. Cauê é alto, usa um óculos de estrutura fina, tem cabelos castanhos bem claros cacheados ("-Nooossa que lindo", eh... nem tanto, desculpa) pele bem clara, órfão, como os dois amigos, não teve a mesma sorte que Andrei, e nunca foi adotado de verdade, apenas levado pro um dia e devolvido no outro repetidas vezes, tinha uma irmã que foi colocada pra adoção junto com ele, chamada Jane, era bem magrela, alta, tinha cabelos compridos castanhos escuros, não era a garota mais bonita do orfanato, podemos assim dizer, isso a deixava um pouco depressiva, mas Cauê a encorajava e dizia que ela era linda, e ela se agarrava naquelas palavras, um dia, simplesmente foi adotada, e a família nova não quis levar o irmão junto. Enfim, já os descrevi, podemos deixar a história rolar (-Só que eu vou comentar assim).

POV'S TREVOR

Chegamos, aqui estamos nesse vilarejo, e agora?

– O que vamos fazer primeiro? — perguntou o Kaka (- Apelido deles, fazer o que -.- )

– Acho que devíamos achar uma pousada, uma casa pra alugar, qualquer coisa.

– Ok, eu vou ver por ai, você pede informação, ok?

– Beleza — disse me virando e me colocando para caminhar pela vila, hm, pedir informação... Onde será que... olha lá um guarda!

– Oi? Com licença? Guarda?

– Pois não? — disse, se virando e revelando ser UMA guarda, e não UM guarda

– Então, é...

– Sofia

– É, Sofia, você poderia me informar se por aqui tem alguma pousada ou um hotel pra eu e meu amigo ficarmos?

– Ah, desculpe, você disse algo? — Sim moça eu disse, e você não está prestando atenção -.-

– Pousada! Tem alguma por aqui?!

– Não, acho que não, eu tenho que ir — disse se virando para ir embora

– Espere! — gritei segurei seu braço

– Fique longe de mim!! — berrou ela, gente, que que eu fiz?

– Ok ok, desculpe — e a deixei ir

– Que que foi isso cara? — perguntou Cauê, que surgiu do além

– Eu fui pedir informação pra guarda, ai ela disse que ia embora... Ah, deixa pra lá, teve sorte?

– Não... Vamos ver se alguém da vila sabe dizer, ali, pergunta para aquela moça — disse apontando para uma mulher segurando um coelho

– Hã, olá? Qual seu nome? — perguntei

– Sheryl, eu sou a sacerdotisa da vila, você é novo por aqui?

– Ah, sim, na verdade, acabamos de chegar

– Interessante — respondeu — Bem-vindo

– Obrigado. Você sabe me dizer se tem algum lugar para passarmos a noite? — finalmente perguntei

– Bom, eu não sei te dizer, mas pode perguntar para o ferreiro, ele conhece bem a vila, ele mora naquela casa de pedras ali com um forno na frente — disse ela voltando a atenção para o coelho (-Há, eu disse que todas as casas são de madeira? Poucas são de pedra, só tipo, a casa do ferreiro, a igreja, etc). — quer que eu te leve lá? — perguntou, e eu respondi que sim.

– Ok, venha, é por aqui — disse me guiando até a casa, ela me deixou na porta e foi embora.

– Olá? Alguém em casa? — perguntei pela porta aberta — estou entrando — anunciei

– Olá senhor, o que deseja? — perguntou ele se levantando de uma cadeira em frente à um forno interno, ele era bem alto e fortão, 'será que ser ferreiro "bomba" as pessoas?' pensei, tinha cabelos loiros e uma barba grossa.

– Oi, eu queria informações de lugares para passar a noite, tipo, uma pousada, um hotel, ou alguem que esteja alugando um quarto com duas camas de solteiro — fui direto ao ponto

– Bem, esse tipo de lugares nós não temos, mas eu tenhoo quartinho ali atrás, você só precisa tirar a poeira e umas coisas do caminho, eu te ajudo. Uma noite apenas?

– Puxa, que sorte. Uma duas ou três no máximo. Quanto é?

– Não precisa pagar não, bobagem, pra mim não vai nem fazer diferença, na verdade eu que saio ganhando, por que você vai me ajudar a arrumar lá atras.

– Justo, mas tem camas né?

– Sim, estou certo que tem pelo menos umas três

– Ok então, vou chamar meu amigo pra ajudar. — disse, me retirando e indo atrás do Cauê

– Kaka! Consegui mano, achei, o ferreiro tá com um quartinho com umas camas, ele disse que se a gente arrumar a gente pode ficar lá! — empolguei-me

– Jura? Que maravilha! O que a gente tá esperando? Falta pouco pra anoitecer — são 18:30 — vamos logo para esse tal lugar. — então eu o levei até o ferreiro

– Veja só, já está de volta! — surpreendeu-se o ferreiro

– Bem, precisamos de um lugar pra dormir, achamos bom começar logo... — disse Cauê

– Que bom, gostei da iniciativa — disse o ferreiro abrindo um largo sorriso — vamos, é atrás daquela porta ali — apontou ele.

Entramos, realmente, precisava de uma arrumação, tinha barras de ferro logo na entrada, ferramentas e várias coisas, tinha um buraco no teto e muita bagunça em cima das camas, tinha dois guarda-roupas vazios e empoeirados.

Cauê soltou um "Wow" e o ferreiro disse:

– Agora entenderam por que não é justo cobrar por esse lixão?

– Bem, então temos muito a fazer, começando pelo buraco no teto... — disse

– Vamos precisar de madeira, a casa no fim da rua é do carpinteiro, peça pra ele uma daquelas placas de madeira que ele vende, ele vai saber qual é, você tem dinheiro? Não é muito caro.

– Ah, um pouco, acho que suficiente, então eu vou lá.

Eu fui no tal carpinteiro e comprei a placa, puxa, como era grande, daria e sobra para tampar o buraco! Voltei pra lá, o ferreiro estava guardando as barras de ferro e as ferramentas num gabinete da entrada da casa, e o Kaka estava varrendo o chão do quarto.

– Voltei — anunciei

– Ótimo, passea madeira pra cá garoto, que eu conserto o teto, vá ajudar a passar um pano — disse jogando para mim um pano velho.

Comecei a limpar, e estávamos conversando enquanto trabalhávamos.

– Como é morar por aqui? — perguntou Cauê — É uma vila bem calma?

– É um pouco monótono, mas digamos que é bem interessante... — respondeu soltando uma risada estrondosa, o que ele quis dizer com isso? Eu e o Kaka demos uma risada, não porque a gente entendeu, porque a risada dele era muito engraçada mesmo.

Notas finais
Ai ai, eai? Gostaram? O começo realmente vai ser um pouco chato, mas depois melhora, acreditem kkk Deixe ai seu comentário, diga se está bom, se está ruim, se está uma bosta, o que tem que melhorar e talz, é muito importante.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.