E se Fosse Você?
4 Fiquei sabendo de uma história uma intenção
Notas iniciais
O almoço estava pronto e nenhum deles havia descido. O pouco tempo não lhes permitira se acostumar com o novo fuso horário. Camas macias lhes agradavam após uma viagem longa.
- Não desceram ainda? – Márcio perguntou para Catarina.
- Não. Devem estar cansados da viagem! Você não pensou nisso? – Como se tivesse lhe acusando por um erro fatal ela gritou e se retirou da sala.
Uma jovem ruiva, com alguns quilos a mais do que as pessoas costumam achar adequado. A massa dela não a impedia de ser a mulher que fazia Márcio se ajoelhar por muitas noites. O cabelo curto com algumas mechas de marrom em meios fios vermelhos claros e escuros. Um sorriso de quem usou aparelho por muitos anos era uma das formas de fazer com que se tornasse uma pessoa fácil de simpatizar.
Márcio ficou furioso com toda aquela comida desperdiçada, mas não podia transparecer. Chamou uma criada para que fosse tentar acorda-los. Em poucos minutos ela já estava de volta dizendo que não teria nada ao seu alcance que fizesse acorda-los.
Deep foi o primeiro a acordar e ir tentar conhecer a casa. Ao tentar abrir a porta da casa para sair. Estava trancada. Procurou alguém para perguntar por que estava fechada. Os empregados disseram que eles não podiam sair da casa. Novamente perguntaram se não tinham lido o contrato.
Deep já estava quase gritando com os empregados quando Sophie perguntou o que estava acontecendo. Após explicarem ela pediu para ver o contrato e foi negado.
Marina e Phellip ainda estavam dormindo quando os dois subiam as escadas.
- Não vou ficar aqui. – Chutou o degrau da escada.
- Deve existir um jeito de sairmos.
- Antes eu vi um tipo de sacada ali. – Apontou para uma janela grande no final dos corredores em que o vento vindo de fora fazia com que as cortinas fizessem movimentos semelhantes a uma dança.
- Uma janela?
- Vem. – Correu até a janela.
Juntos em frente à janela ele puxou as cortinas para as partes laterais. Pulou para fora usando com sua rapidez adquirida com seus anos de le parkour .Como se fosse um bom garoto estendeu a mão para que ela viesse junto a ele. Antes que pedisse para vir junto, Sophie já tinha pulado o que parecia estranho pra uma garota daquele tipo.
Uma pequena sacada posta em um lugar estranho. Devia ter um metro por dois de espaço. Grades a cercavam, as quais eram baixas e com pequenos detalhes formando círculos. Dali podia ver toda a cidade iluminada. Também conseguiram encontrar a garagem da casa em baixo deles. Para pular desta vez, Sophie precisou de ajuda.
Num total de oito carros dos mais variados modelos, alguns antigos e outros novos. Ele procurou algum que tivesse aberto. Só um estava.
- O que você vai fazer? – Assustada por o ver sentando no banco de motorista.
- Quer ir comigo? – Com as chaves encontradas no porta-luvas.
Sophie pensou em todas as suas promessas de fuga. Sempre quis uma aventura e aquilo seria a sua chance. Entrou no carro.
Com um carro vermelho antigo saíram de lá.
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