E se Eu Fosse Você?
1 O encanto!
Notas iniciais
E se eu fosse você?
Uma duas e mais umas dez vezes Alucard estava discutindo com Celas (ou melhor, dando lhe uma bronca) e a pequena vampira apenas escutava quieta.
____Você simplesmente não sabe como é ser um vampiro de verdade. – disse por fim da bronca.
Essa última palavra me fez levantar a cabeça e olhar atentamente para meu mestre. Ele retribuiu o olhar e disse com mais calma:
___Por favor, saia daqui.
___Sim. – falo sem esconder o desapontamento na voz e saio.
Deixando aquele ambiente. Ando pelo corredor e vou vagando pensativamente para meu aposento. Entro, fecho a porta com cuidado e sento no coxão do caixão e volto meus pensamentos para breve bronca do meu mestre.
“Você simplesmente não sabe como é ser um vampiro de verdade.” Aquelas palavras repetiam em sua mente.
___Talvez Alucard tivesse razão, simplesmente não sabia como era ser um vampiro autentico como ele. Apesar de ser a melhor do quartel general, nunca ai se igual ao seu mestre. Abaixo a cabeça, levanto vou ate a janela e comtemplo o jardim da mansão Hellsing.
___Tenho que fazer algo para merecer a aprovação do Alucard e vou fazer! – falou determinada e sai do quarto.
Andava apressadamente a procura do mordomo sir. Walter, pois ele sim saberia como ajuda e muito. Pensou animada agora.
____Walter... Sir Walter. – chama-o pela mansão.
Vira um corredor um pouco estreito que possuía quadros valiosos ali, encontra o limpando um deles e ele vira ao perceber a policial ali.
____Sim senhorita Celas.
____Preciso de sua ajudar sir. Walter. – pedi
Ele termina seu afazer e vira prestando atenção em mim.
____É só pedir miss Celas. – disse com aquele ar misterioso que ele só tinha e que era mais que do Alucard.
___Bem, preciso ajudar mais o meu mestre, pois estou cansada de ser vista como um nada a ele, os meus serviços não são valorizados e eu queria... Queria tanto que um dia ele viesse a reconhecer. – falo com cautela e tristeza.
___Hum entendo minha cara, mas o que pretende?
___Talvez se eu o conheço um pouco e soubesse como agrada-lo. Poderia lhe ajudar de algum modo. — explico.
____É uma ideia nobre miss Celas. Que tal a gente dar uma procurada na biblioteca antiga, quem sabe não encontramos algo que ajude?
___Sim, sim. Muito obrigada meu querido amigo.
___Disponha. – e sorri.
Na biblioteca: meia hora depois.
Estava sentada numa mesa olhando uma pilha de livros e mais livros. Será que isso ñ tem fim? Viu se perguntando. Ate que me deparo com um livro de capa azulada, com bordas de ouro e estava escrito com letras de ouro “Magic”, hum parecia ser interessante e abro-o. Aparecem umas paginas meio estranha como de pergaminhos, passo o dedo pelas letras e sorriu como se tivesse encontrado o tesouro de Peter Pan.
Sir. Walter se vira, me olha e quando vê o livro que estou nas mãos. Ele arregala os olhos, toma o livro de minha mão imediatamente e diz:
____Esse é um livro que se pode ser lido.
___Por quê? – pergunto curiosa.
___Por que dizem que é uma maldição que só pode ser causada por vampiros e quem leu houve medidas drásticas com si. – disse e arruma os óculos.
___Hum, entendi desculpa. – responde sem interesse.
____Tudo bem. – e guarda o livro na estante.
Levanto com intenção de sair.
___É melhor eu ir andando, antes que Alucard se zangue. – falo com um sorriso.
Ele sorri também.
___Ate mais senhorita Celas.
____Ate querido Walter.
E saio daquele local e vou cuidar dos meus afazeres.
Uma hora depois.
Parece que aquele dia não ia terminar mesmo, estava cansada bem MAIS QUE CANSADA, tudo que pensava era em uma boa dormida, porém aquele maldito livro de Magic, estava atormentando desde que pusera os olhos neles. E como se algo estivesse levando para tal lugar, estava parada na entrada da biblioteca. Hum se desse só uma olhada nele, não iria fazer grande estrago? Não Celas lembre que o mordomo disse esse livro não deveria ser lido e ponto...
Corre para dentro do quanto e olhando para os lados; como se tivesse cometido um crime, entra no comado escuro já, fecha e senta na cadeira perto de uma mesa. Abro o livro, vou olhando fascinada pagina por pagina, ate que paro em um encantamento de vampiros e leio. “Incantion á de plus grandes réalisations d’um autre vampire á une plus petite.”
___Nossa era isso mesmo que precisava como fazer. (e leu o enunciado)
Era só desejarem a mesma coisa e pronto!
____Mestre? Esta ai? – pergunta mentalmente.
Nada lhe venho.
____Mestre, mestre? – chamava-o novamente.
*Sim garota policial?*
Ate que ouve um pequeno suspiro e a voz roca do vampiro.
____Gostaria de pedir desculpas pelos transtornos de hoje mestre. – fala cuidadosamente.
*Era só isso?*
____Er... (respiro fundo). E vou tentar no máximo compreender o senhor e fazer o melhor. – sorri.
*Entendo sua decisão menina, mas lhe advirto que será meio difícil, entretanto é bom ouvir isso*.
*QUERO QUE MELHORE* — pensam ambos ao mesmo tempo.
E como se algo tivesse possuindo Vistoria sente uma sensação ruim e um tanto prazerosa. Uma mudança em si e a cabeça começa a latejar. O mesmo que o pobre do Alucard. E quando dou por si, estava agachada no chão, me levanto calmamente ainda sentido zonza e dor de cabeça; coloco a mão na testa e olho em volta. Droga o que foi isso. Sinto como se algo tivesse diferente, pois estava no quarto de seu mestre e...
Arregalo os olhos, olhando para si própria, merda o feitiço!
*Mestre?* – chamo-o pelo pensamento.
____Sim... Sim – responde.
*O senhor esta bem?*
Pela primeira vez olhava pra si, mais que??
____Ahhhhhhhhhhh. – grita.
*Me... Me... Mestre?* — indaga assustada.
____CELAS O QUE FEZ?? – gritava com sua voz e incrédulo.
*He he he Ops*
***
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