E se Eu Fosse Você?
7 Luta & Ciúmes
Notas iniciais
Continuação
Já fazia 04 dias que permanecia no corpo de seu mestre e onde seu mundo virou de cabeça para baixo. Suspira a garota sentindo-se um pouco cansada com tudo aquilo. Precisava de uma bebida forte isso sim! Pensou enquanto olhava para cidade, dentro do carro luxuoso, soltou outro suspiro, estava exasperada com aqueles joguinhos de Alucard, encostou o cotovelo no vidro e fechou os olhos por um momento tentando respirar.
Seu mestre nunca tinha olhado daquela forma para si e agora simplesmente por um mal entendido ele estava fazendo todas essas brincadeiras e tirando sarro de mim por ai. O que a deixava mais nervosa ainda e o irritante disso tudo que não sabia ao certo em fazer. Avistou a mansão sobre as árvores altas, ia dizer algo quando o carro derrapa de repente, o motorista tenta voltar ao controle fazendo uma manobra e para o carro antes que tombasse num curva próxima.
Levei um pequeno tombo caindo do banco, levantei um pouco assustada com aquilo... O que foi isso? Vi-me perguntando, levantei olhei para o motorista a procura de respostas, ele soltou um suspiro e virou para verificar se estava bem. Em segundos uma bala passa pelo vidro, acerta na cabeça do homem, travessando seu crânio e deixando um rastro de sangue escorrer pelo banco de couro.
Soltei um grito de horror, sai do carro ñ podia ficar ali com aquele homem, olhei apavorada pra floresta procurando o culpado, paralisei de medo quando avistei um bastardo vampiro...
____Você deve ser Alucard. — disse calmo.
Arqueou uma das sobrancelhas.
____E você quem é?
____Seu oponente. –fala dando uma risada estridente.
Dito isso Duke se transforma num mostro, alterando a forma humana, aumentando seu tamanho e força, garras, dentes afiados, como de um lobisomem; parecia uma espécie de vampiros mestiços novos e termina sua transformação. Afastei um pouco, saquei a linda arma Hellsing, apontei, dei dois tiros na cabeça e outro na barriga, mas não sortia efeito algum.
____Droga!
____Minha vez. – rapidamente aproximou da garota atingiu seu rosto com um soco e outro no estomago.
Deixando-a respiração alguma e arrancando sague de sua boca; antes que Celas desviasse recebe outro golpe na costa, um soco na cara e um chute. Derrubando para longe e destruindo as árvores. Celas levanta com dificuldade, cuspindo sangue, saca a arma mais uma vez invoca um dos poderes de seu mestre, une ambos e atira com toda sua força.
Acertando no braço, ferindo, atiro novamente no mesmo local, o mostro ruiva de dor de dor por perder o braço direito, dou um sorriso e quando vou atirar mais uma vez seu corpo começa a se regenerar. Colocando um novo membro ao local perdido.
___O QUE? MAIS QUE MERDA! –grita surpresa.
___É só isso que tem? – rindo.
Aproximando de novo atinge seu ombro com a ponta de seu rabo, perfurando um dos ombros, o outro e por fim o abdômen.
Droga! Tenho que fazer alguma coisa antes que esse rato de gente me destrua. Pior o corpo de meu mestre. Sentiu a respiração falhar, mais uma vez, tentou se movimentar, porém seu corpo não se mexia, queria levantar, mas era como se tivesse paralisado todas suas células. Ficou ali parada, olhando para seu inimigo se divertir consigo.
Tentou mais uma vez se mexer, entretanto quanto mais fazia mais sentia cada partícula do corpo sendo estraçalhada em pedaços.
____É inútil tentar mover-se, só vai quebrar mais seus ossos por dentro.
____O que é você? – pergunta com medo já.
Ele sorri apreciando aquele medo nos olhos de seu adversário.
____Alchemy Hell primeira. – Fala iniciando outra transformação.
Desenvolvendo sua cauda em várias partes, como de uma corrente.
____Este é seu fim. Espalhasse...
Celas Victória, abre os olhos, sentindo cada parte do corpo sendo perfurado, sendo arrancado de seu lugar e dividindo em pedaços como se fosse nada. E no fim estava caída ao chão como se fossem nada, seus músculos espalhado naquela terra, o que faço agora? Se ao menos pudesse fazer algo? Perguntou-se diante daquela humilhação.
____Seu corpo parece ser bem resistente, ainda está respirando.
Era verdade, seu mestre possuía bastante poder e resistência. Admirando. E antes que respondesse aquele bastardo, ouvem-se passos atrás e uma voz feminina.
Arregala os olhos não podia acreditar, era sua voz falando... Mestre!
Tentou olhar para cima e viu Alucard bem em sua frente.
____Quem diria que um dia me veria neste estado laméntavel. – disse Alucard rindo.
-Mestre. – pensou.
-Eu não disse para ficar fora de confusão? – perguntou.
-Me desculpe, foi... Um acidente. – respondeu Celas um pouco fraca.
-É parece que está bem!- disse me fitando atentamente agora.
Senti as bochechas ficar um pouco vermelhas, ele está preocupado comigo, esse fato me encheu um pouco de alegria.
Sorri sem revelar os dentes.
-Obrigada por se preocupar mestre.
-Que? Não estava falando de você estava falando do meu corpo espalhado e da minha arma. – responde cariciando sua preciosa arma.
____QUE? COMO ASSIM? –exagera Celas.
Ele olha de cima a baixo e da uma sonora gargalhada.
____Pensou que estava preocupado contigo? (rindo) Por mim se pode ter explodido, mas a arma não nunca! U.U
-Filho de uma...
-Olha esse pensamento. – interrompe rindo cinicamente.
Respiro fundo e para não dar na cara dele.
____Um interessante vocês trocaram de alma. – fala Duke que ate então ficou excluído da conversa.
Alucard vira para o protótipo de laboratório.
____Então você que é o Alchemy Hell?
Ele sorri e responde:
____Acertou.
-Ele é um Alchemy Hell se surpreende. – Celas.
____Regenere-se logo policial. – fala sério.
-Mas como faço isso?-procurando uma forma para tal ação.
____Parece que essa alma não sabe controlar e usar seus poderes. – observa Alchemy Hell.
-Aff, ninguém pediu pra ele falar. -.-‘
____É o que vivo dizendo pra essa atrapalhada. U.U Mas parece que ela não me escuta. –ri da expressão de sua doce policial.
____Desgraçado. (Ele nunca falou isso. –pensa). –fala contrariada.
____Fazer o que é nisso que dar ensinar crianças. – pensa alto Alucard, ainda usando o sarcasmo.
-Esse desgraçado da tirando uma comigo.
____Para de ficar me zoando e diz logo como me regenero seu estranho, fala de mim, mas pelo menos sei o que sou, mas você até hoje as pessoas tentam entender. – fala com raiva.
-Ai magoou!- diz com uma voz chorona, em seu pensamento
.
____Liberte seu poder de cura, pra isso vai ter que liberar um poder que fica em outro estágio. Entendeu? – explica.
-Sim.
Celas se concentra-se em liberar um pouco de um dos poderes de seu mestre oculto, e dentre de minutos seu corpo vai voltando ao lugar e curando. Até ficar intacto como antes.
Levanta não sentindo nenhuma dor mais, arruma o pescoço torcido para outra direção, pega o chapéu e ajeita a roupa.
____Obrigada.
-O mínimo que podia fazer pra mim.
-Por que isso soa tão irônico.– responde.
Alucard não responde diante dessa observação.
____Vou lutar consigo agora.
Alucard se próxima de si mesmo, segura um dos seus pulsos e segura.
____O que irá fazer? – achando estranho.
Ele encara-a com um enorme sorriso. E colocam seus dentes afiados, em seu braço, sugando o sangue, suas memorias começam aparecer, uma atrás da outra, seus sentimentos começam a se unirem e por fim se tornando um só.
Que sentimento é esse? É tão gostoso, pensa entre suspiros prazerosos.
O vampiro termina de sugar sua presa, passa a língua suavemente para não deixar escorrer o pouco do sague e beija de modo suave sua policial.
Levanta a cabeça de modo sedutor, apreciando enquanto olha profundamente para sua policial, enxergando seus mais íntimos sentimentos e sua própria alma.
O que deixou Celas um tanto desnorteada, parecia ate que seu mestre tinha penetrando em seus sentidos e dentro de si.
Alucard se ergue graciosamente e da uma piscadela para Celas. Vira-se para aquele mostro saca sua arma Hellsing ARMA 13 milímetros auto “Jackal”,mira no adversário atira em seu crânio, junto com o poder de Celas Victória adormecido e com certa proporção do seu, libera outro poder e com o controle da mente de si e sua policial.
Liberta um de seus níveis mostrando o alvorecer; aumenta seu poder instantaneamente, usando a rapidez chega por trás atira na costela quebrando seus ossos em segundos, colocam suas luvas utilizando outra arma os Braços Hellsing, formando uma cruz explodi por dentro todos os órgãos e por fim usa modo de controlar o tempo.
Mutilando a Alchemy Hell. O mostro caiu ao chão despedaçando e virando poeira aos poucos.
Celas ficou ali parada somente olhando para aquela cena, que deixaria qualquer um com medo. Fitei meu mestre, que de repente tinha sumido diante dos meus olhos e aparecendo por minhas costas.
____Parece que isso terminou mais rápido que esperava. – disse suspirando no pé de meu ouvindo.
Fazendo com que se esquecesse do havia acontecido e começar a deliciar por aquele contato íntimo.
Alucard sorri com o leve arrepio que segue em sua nuca, passa a língua, para da uma mordida, arrancando gotas curtas de seu pescoço.
____Não devia estar fazendo isso. –fala ronca.
____Não? Mas parece tão tentador minha pequena. –diz segurando sua cintura e continua. — ____A partir daquele dia que nos beijamos você virou minha amante e é prioridade minha. Só minha e de mais ninguém. Portanto, tenho o direito de fazer o que bem quero. – termina de dizer sério.
Alucard fica de frente para sua policial, na ponta dos pés, por ser um pouco mais baixa que si, encosta seus lábios maliciosos nos dela. Dando outra mordida pequena em sua boca, fazendo Celas gemer de prazer, suga seus lábios e aprofunda aquele beijo tão desejoso...
____Chega Celas! – escuta uma voz de pura raiva por trás.
Celas se assusta ouvindo a voz de sua senhora e empurra seu mestre para trás.
____Senhora Integra? – sem esconder a surpresa.
____Ora, Ora quem está aqui. – fala Alucard com um sorriso indecifrável na boca.
Celas se recompõem, aparentando séria, como seu mestre faria.
____Deseja algo? – pergunta tentando se acalmar.
____Quero conversar contigo quando chegarmos a minha mansão. E você CelasVictória espero que saiba o que ocorreu aqui, não perdoarei isso e será punida escutou?
Alucard deu uma risadinha diante dos ciúmes contida nos olhos de sua mestra e as faíscas saindo.
____Como queira senhora. – fala calmo.
MERDA SE FERREI! Pensa Victória. Sentindo pontada de dor de cabeça já.
***
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