Notas iniciais
Atitude...

Dois meses depois...

A tarde ainda era mansa quando Jorge adentrou em casa, o meio sorriso era sempre estampado em sua face. Colocou a pasta no aparador e só então deu-se conta da presença da esposa. Ela estava sentada, belamente na postura de doce dama num dos sofás da sala. Ela tinha uma áurea linda, estava mais suavizada ultimamente, desde que voltara do Vale. Os dias nos campo tinha feito bem a ela. Ele sorriu ainda mais, apesar de tudo, tê-la lhe dava uma sensação especial que sempre afagava, intimamente, seu carinho e seu ego.

— Boa tarde, meu amor! – ele a cumprimentou, aproximando-se dela, lhe deu um beijo no topo se sua cabeça. Ema, porém, não se moveu. Continuava a mirar do sofá a janela do lado oposto da sala. – Está tudo bem? – ele perguntou enquanto afrouxava o nó da gravata, São Paulo vinha estado mais quente que o comum nesse verão. – Tenória! – ele chamou. – Por favor, me traga um refresco, estou sedento!

— Ela não está. – disse-lhe Ema.

— Não?

— Dei-lhe à tarde de folga!

— Ah! – Jorge enfim tinha conseguido desprender o alfinete da gravata, foi até o aparador de bebidas e serviu-se de um copo d’água.

Ema esperou pacientemente que ele se recuperasse da chegada, e quando por fim ele sentou-se na poltrona habitual, olhando-a com aquele ar de admiração — que ela sabia que em tão pouco não mais veria -, ela o mirou.

— Pode me responder uma pergunta?

— Claro, meu amor! Quantas quiser.

— Você sabia? – Ema sentiu a voz tremer, pigarreou antes de continuar – Sabia que não são apenas as mulheres que podem sofrer com problemas de fertilidade?

Jorge estreitou os olhos para ela.

— E-eu não estou entendendo.

— Nesses seis anos você alguma vez pensou que o problema poderia não ser meu? E alguma vez pensou em me contar? Pensou em dividir comigo, diante da minha ignorância ou talvez da minha cegueira, a culpa de não termos conseguido ter um filho?

Ele levantou-se.

— Ema, eu sempre atribui a mim a culpa pelo acidente que vitimou nosso filho! – ele defendeu-se, achando realmente injusta, e descabida aquela aparente acusação.

— Mas, nunca se responsabilizou pela incapacidade de produzirmos outro. – ela também levantou. – A culpa era sempre atribuída a mim. Eu que estava seca, era eu que estava vazia, com o ventre morto! Você só dizia que não era sua prioridade. – Jorge via as mãos dela tremer e lágrimas virem a seus olhos. – Mas, nunca me tirou a culpa disso.

— Por que esse assunto agora?

— Responda a minha pergunta, Jorge!

— Ema, o médico disse que podia acontecer...

— Você sabia ou não sabia? – ela foi mais incisiva alteando o tom da voz; não sabia o que queria ouvir, mas precisava confrontá-lo.

— Se quer saber a verdade, nunca pensei sobre isso! – disse ele por fim, nervoso com o rumo daquela conversa. – Tínhamos conseguido uma vez não tínhamos? Como o problema poderia ser meu? Não sofri danos maiores de que contusões no acidente, você do contrário... O médico disse que podia acontecer! – ela baixou os olhos, e ele via que as lágrimas já caiam na face dela. – Por que? – ele aproximou-se, lhe segurando as mãos. – Por que está se torturando com isso novamente? Já conversamos tantas vezes...

— Sim, e agora você vai dizer novamente que não é sua prioridade. – Ema soltou suas mãos das dele e enxugou a face. – Mas, alguma vez já se perguntou se é minha prioridade?

— É claro! Eu não sou um homem egoísta, Ema! É claro que pensei em como se sentia, porém, se não podíamos tê-lo, o que... o que eu poderia fazer por você, meu amor? – ele lhe segurou a face. – O que está havendo, Ema?

Ela engoliu em seco, juntando suas forças.

— Eu estou grávida, Jorge.

Ema o viu empalidecer por um momento, o choque passando pelo seu rosto enquanto a notícia ia sendo absorvida. Ele abriu a boca uma ou duas vezes, mas som não emitia, olhava dos olhos para a barriga dela repetidas vezes. Passou-se um tempo até ele conseguir se recuperar.

— M-meu amor... E-eu... – Ele lhe tocou próximo ao ventre, e Ema não pode assistir, foi doloroso para ela, ver todo aquele assombro lentamente se transformando em algo como felicidade. Afastou-se dele, virando-se. – É maravilhoso, Ema! Você tem certeza?

Jorge parecia não entender. Talvez o choque da notícia, que ele acreditava que nunca teria, estava nublando seu raciocínio.

— De acordo com os meus sintomas, está em torno da oitava semana, segundo a Mariko me disse hoje. – ela voltou-se para ele novamente e o olhou decidida. – Você não me toca há muito além disso.

Ela viu novamente o choque passar pelo rosto dele, depois o viu estreitar os olhos.

— O- o que... O que está tentando me dizer, Ema?

— Acho que você sabe.

Ela esperou, o corpo tremendo, esperou ele raciocinar, e viu como numa nuvem negra o entendimento chegar a ele.

— Ema?! — os olhos dele marejaram. -Pelo amor de Deus não me diga...

— Eu lamento! Lamento profundamente tudo isso, eu juro por Deus! Mas, não posso lhe pedir desculpas — ela também já tinha as suas lágrimas, e novamente estas já escorriam. — Não posso lhe pedir desculpas, e por mais que isso doa em mim, e por mais que isso doa em você... Eu não posso lhe pedir perdão porque eu não me arrependo. — Ela abraçou a barriga. — Não posso me arrepender.

Jorge fechou os olhos com força. Ema não podia supor a dor dele, mas sabia que era grande. Sabia que Jorge a amava, também o amava de alguma maneira, sabia que sim, mas agora entendera que existia amores maiores, amores com paixão eram mais poderosos, e o amor por um ser que era parte dela, que crescia timidamente dentro dela... Deus, esse amor era insuperável!

— O que... – a voz saiu embargada ele pigarreou, visivelmente tentava se conter, e então abriu os olhos. — Você parece resoluta. — pigarreou novamente. — O que pretende fazer?

Ema simplesmente olhou para um canto na sala, e Jorge sentiu o coração falhar uma batida quando viu duas malas no chão, ele não tinha reparado naquilo quando chegou. Estreitou os olhos novamente, olhando das malas para ela e de novo e de novo.

— Ema? Não... não precisa... Temos que pensar — ele aproximou-se dela. — Precisamos pensar. Eu não vou negar que a dor que me acomete nesse momento, diante dessa revelação, está me matando, mas eu a amo! Meu amor não é egoísta, eu... eu sei que podemos superar isso.

Ela balançou a cabeça negativamente. Não queria discutir com ele, não queria acusá-lo de nada — embora tivesse tais acusações em sua mente — quando moralmente a errada era totalmente ela. Não queria prolongar mais aquela tão dolorosa situação. Queria apenas que ele a deixasse partir.

— Eu só tenho que lhe ser grata. Por tudo, absolutamente tudo!

— Não. Não Ema... — ele lhe apertou as mãos. — Você precisa pensar, isso não é o fim.

— Isso? Isso é o meu filho, Jorge! — ela disse , tentando conter a indignação que instantaneamente lhe acometeu.

— Não foi o que eu quis dizer. — ele afastou-se dela, exasperado. — Você... você nem sabe onde ele está, o que ele... Não. Como... como acha que vai viver se me deixar, Ema? — ele voltou a mirá-la. — Entenda o que essa situação implica. — em seguida, começou a andar de um lado para outro da sala, o pensamento claramente voando desesperado. — Deve ir para fazenda. Precisamos de um afastamento um do outro, é verdade. Mas... — ele tornou a ela. — Eu estou magoado, Ema. Não posso dizer que não estou profundamente ferido e magoado, mas sei... eu sei que poderei olhar para essa criança e amá-la como minha. Apesar da dor, apesar da humilhação, eu... Ema! — ele olhou em seus olhos, aparentemente vendo algo ali. — Não. — segurou suas mãos novamente.

— Eu sinto por as coisas terem chegado nesse ponto, sinto muito, mas...

— Ema! O que está dizendo? O que está pensando? — ele a interrompeu, ainda exasperado, as mãos dele tremia segurando as dela. — Eu sou seu marido! Somos casados, não existe outra solução para isso. Precisamos de um tempo é fato. Você irá para a fazenda de seu avô... Poderá até ter sua gestação mais tranquila por lá, mas eu não pretendo me afastar de você. Eu sinto que a amo o suficiente para passar por cima de tudo isso, eu só preciso de um tempo e...

— Jorge! Isso não seria justo. — ela disse, um tanto sensibilizada com o sentimento dele. — Não seria justo com absolutamente ninguém nessa história.

— Está falando dele? — a voz de Jorge engrossou. — Ele não merece sua consideração, acredite! Ele é desonrado, Ema! Um homem que... seduziu você, seduziu uma mulher casada, e depois foi embora, a deixando...

— Você não sabe como as coisas aconteceram! — Ema soltou-se das mãos dele. — Não pode julgá-lo. Se quer um culpado, está ele em sua frente.

— Não o defenda! Não me insulte dessa forma!

— Não é minha intenção insultá-lo, por isso, por favor, não vamos falar de Ernesto.

A menção do nome Jorge se inquietou ainda mais. Ele fechou as mãos em punho, tentando controlar o que parecia ser raiva.

— Não falar de Ernesto. Não falar de Ernesto? Como? Acha que pode viver o resto da vida sem falar de Ernesto? Como poderemos não falar de Ernesto? — ele grunhiu. — Ernesto está em cada canto. Em cada parte de você. Encontrou com ele no Vale não foi? Voltou diferente de lá! É sempre assim com tudo que se relaciona a ele. Você muda! Ou melhor, ouso dizer que você se revela. Por que quem diria? Quem diria que você... — ele olhou para a barriga dela. Balançou a cabeça. Baixou o tom de voz quando voltou a falar: — Você tem noção do que fez? Tem noção do que fez a mim por causa dele?

Ema suspirou, uma pontada em seu coração mostrou que ela ainda tinha sentimentos, e agradeceu por isso.

— Lamento, mas já lhe disse que não vou... que não posso me desculpar. — ela o olhou, e teve certeza que em seus próprios olhos, se tivesse de frente a um espelho, veria refletido um sentimento que ela passou a repudiar: pena. — Por isso, por favor, Jorge, vamos parar. Deixe-me ir. Deixe-me seguir.

— Somos casados! — ele quase berrou, como uma explicação lógica. — Você sabe o que é ser uma mulher separada nesse país, Ema? Ainda por cima grávida! Se não for por mim ou por você, pense nessa criança!

Teria funcionado, ela pensou, realmente teria funcionado, se seis anos não houvesse passado, seis anos de pura consequências por pensar que a felicidade de outros consistia em anular a dela própria.

— Eu não vou viver uma mentira. — ela pontuou firmemente. — Nem vou fazer meu filho viver uma. E já que você mencionou, Ernesto tem o direito de saber. — pigarreou, o nome dele, naquela casa onde era considerado um tabu para ela, lhe causava uma sensação estranha de liberdade. — O que ele fará diante dessa notícia é algo que só o futuro dirá, o que será de mim depois, igualmente... Mas, não vou mais agir como se eu e apenas eu fosse responsável por tudo.

— Ema, você é minha esposa! — ele gritou. — É minha mulher!

Ela assustou-se um pouco, nunca tinha o visto gritar. Instintivamente, com movimentos maternos que ela nem percebia que fazia afastou-se dele, cruzando as mãos em frente a sua barriga.

— Não vamos enveredar a conversa nesse sentido. Eu não pertenço a você... Não vamos brigar, não vamos nos ferir mais, por favor!

— Você não entende! Você não entende o quanto me faz derrotado? — ele tornou a baixar o tom. — Seis anos. Seis anos amando sozinho. Seis anos tentando de alguma forma lhe dar tudo que eu podia, Ema! E existia uma trava entre nós, sempre existiu. E hoje, você quer me deixar assim — ele abriu os braços, realmente derrotado. — Sem nada! Eu vejo que naquela noite, a noite do acidente a perda maior foi minha... — Ema estreitou os olhos, não acreditando no que ele estava dizendo. — Se aquela criança tivesse sobrevivido, eu ao menos teria alguma coisa desse fatídico casamento.

— Não estou acreditando no que está dizendo! Durante seis anos, eu fui apenas um vaso, uma decoração na sua sala de estar é isso que está me dizendo? Está me dizendo que só você depositou sentimentos nesse enlace, é isso? — O tom dela ia gradativamente aumentando pela indignação. Ela não conseguiu ponderar que ele estava falando pela raiva, pois Jorge tocara em seu ponto mais fraco, que agora, por incrível que podia parecer, fraquejava ainda mais, o filho que perdeu. — Que anos, que dias a fio eu não tentei ser uma boa esposa para você? Você não pode me dizer...

— Frigida! — ele disse; ela engoliu a seco, como se tivesse levado uma tapa. — Foi o que sempre foi em relação a mim. Nem uma gota de paixão em seus olhos, em seus gestos, tão sempre mecânicos, tão sempre preocupados em ser a esposa perfeita. Eu via o vazio em seus olhos o tempo todo, algo sempre lhe faltava. E eu, idiota, tentando de uma e de outra maneira preencher um vazio em vão, um vazio que não me cabia. Porque era ele, era sempre ele. Você brincou mesquinhamente com meus sentimentos, Ema!

— Eu amei você Jorge! — a mágoa foi nítida em sua voz. — E em cada gesto existia esse amor. Mas, sim, a minha paixão nunca foi sua. Tão pouco se engane, você não teve mais perdas do que eu, embora isso não seja uma questão que valha a pena ser discutida. E por fim, nunca mais ouse mencionar a noite daquele acidente, onde você me fez perder o meu filho! — ela gritou a última frase com todas suas forças, libertando-se por um momento da culpa.

E Jorge a olhou nesse momento, os olhos dela crispavam e existia ali uma dor particular, uma dor unicamente dela. Ema sempre fora solidária com ele quanto esse assunto, agora, porém ...

— Seu. Seu?! Não seria nosso? Nosso filho? — ele perguntou, aparentemente já sabendo a resposta. A viu engolir em seco, e seu olhar mais uma vez a denunciou. Tudo estava clareando na mente dele agora, e era ainda mais doloroso. — Meu Deus, Ema! É essa a sua paixão? A que sempre te faz agir tão levianamente?

— Eu não agi com leviandade. Agi com a minha paixão sim, mas também com um grande amor, que eu nem sabia o que era direito. — ela suspirou, sentindo o peso da própria estupidez.

— Não era meu? — ele sussurrou, passou as mãos pelo rosto. — Não era meu! — Jorge exasperou-se novamente, ele a olhou de repente e avançou até ela, Ema tentou recuar, mas ele a segurou pelos braços. – Responda! O filho que perdeu no acidente também era dele? Existia essa possibilidade, Ema? — mais uma vez ela não precisava falar, os olhos dela praticamente gritavam. Quando ele voltou a falar sua voz era quase um sussurro. — Infeliz! Infeliz de mim, infeliz de você, infeliz dele! Que bela piada! Que belo dramalhão, que bela comedia desempenhamos todos nós. — ele a soltou e deu as costas para ela.

E foi exatamente isso a vida deles, enquanto davam desesperadamente o que não teriam de volta. Jorge entregava um amor apaixonado e depreendido, que jamais seria correspondido com a mesma intensidade. Ema dava um amor e um carinho que, hoje ela vira, não fora suficiente para ele. Ernesto havia lhe entregado tudo que podia em questão de amor, paixão e escolha e ela apesar de poder retribuí-lo, resguardou-se dele, por comodismo. Era uma infeliz, era verdade, e essa culpa realmente só caia sobre ela.

— É aqui que findamos? – perguntou, depois de um minuto de silêncio.

— É aqui que findamos. — ele disse, a voz grossa e contida. — Não suporto mais olhá-la. — ela o ouviu sorrir. — Nunca pensei que isso aconteceria algum dia.

Ema não queria que as coisas terminassem daquela forma. Mas, não poderia esperar nada diferente. Existia muita dor e mágoa ali, foi como se barreiras caíssem e deixassem a mostra todas as frustrações que um sentia em relação ao outro e que o carinho mascarara por todos esses anos. Dado tudo isso, ela achou até que eles foram civilizados. Seria eternamente grata a ele por tudo que tentara fazer por ela. Mas, só agora ela entendia, a vida é implacável, o amor é mais ainda, de um jeito ou de outro no fim não adianta ir contra ele. Quando mais tempo você luta, mais estragos você deixa pelo caminho. Adiantou-se em direção as malas, e antes de alcançar a porta sentiu a necessidade de dizer:

— Eu não me eximo de toda a culpa, Jorge! Eu sei que sou a única culpada de tudo isso. Mas, se posso dizer algo em minha defesa é que eu não sabia, eu realmente não entedia os meus sentimentos como entendo agora. Eu pequei, mas foi por pura ignorância... Adeus, meu sempre tão querido e estimado amigo!

Ele ouviu o barulho da porta se fechando e então pode soltar a respiração e às lágrimas. A última palavra dela foi a mais difícil de ouvir, porque lhe trouxe uma dolorosa realidade. E se ela achou que a culpa recaia inteiramente sobre ela, naquele momento Jorge pensou o mesmo de si. Ele tinha que ter enxergado antes, ele era o homem maduro, ele tinha que ter visto. Ema o amava, ela não mentira, mas o amava como amigo. Ele percebeu no exato momento que ela falou a palavra, não sabia nem se ela tinha percebido, mas ele sim, ali depois de tudo acabado, foi que ele finalmente se deu conta. Ema tinha razão, seu pecado foi pela ignorância, uma ignorância que ele não devia ter tido. Mas, a paixão descabida por ela tinha de alguma maneira o tornado egoísta, o tinha cegado. Ele tinha que ter olhado mais para ela, como o amigo que sempre fora, tinha que ter enxergado a confusão de menina jovem que ela como qualquer outra moça teria, principalmente diante da posição em que se encontrava naquela época. Mas, foi assoberbado pelo pensamento de que ela poderia corresponder a sua grande adoração, quando na verdade ela só podia entregar um amor carinhoso, que em nada tinha haver com a emoção que ele de alguma forma esperava dela.

Não estava pronto para perdoá-la, não. Mas, estava num caminho para entendê-la, e para entender seu próprio erro nessa história: seu ego o traíra, foi mais homem que amigo, essa era sua culpa.

Notas finais
Frustração. Essa é a palavra que para mim descreveria qualquer relacionamento, além da amizade, de Ema e Jorge. Um buscando no outro coisas que eles não podem dar. E no fim, sempre teriam a frustração. Gente, esse capítulo ficou longo, mas realmente eu não queria enrolar mais isso! Ema tem absolutamente TUDO para agir, e assim o fez!! Que orgulho da minha baronesinha! Um "avisozinho": não sei se já perceberam mas, infelizmente, estamos nos encaminhado para o the end! E desde já só posso dizer um MUITO OBRIGADO! Nos vemos no próximo!! Até lá! PS: Especialmente HOJE um beijão também especial para nossa Ermashipper Ju Rubin! Parabéns, queridaaa!