Notas iniciais
Olá leitores :) Um capítulo pra encerrar o domingão bem! Espero que gostem ❤

"... Antes que Stella completasse, Mac a puxou, colando seu corpo no dela. Ela estava esperando uma explicação, e ele sabia. Mas no momento em que seu corpo colou ao dela, beijá-la tornou-se a melhor explicação que ele poderia dar naquele momento.

O beijo havia pego Stella desprevenida, mas o desejo mútuo a fez retribuir na mesma intensidade. Mac tinha suas mãos firmes na cintura dela, enquanto as mãos de Stella sobre seu peito agarravam o casaco, trazendo-o ainda mais para perto de si.

Nele havia todo o desejo que ambos já guardavam há anos. Era um beijo profundo e intenso..

Mas não era real."

Ao despertar do intenso sonho que tivera, Mac correu seus olhos por todo o quarto. O relógio marcava 00h45, enquanto em seu corpo ainda estava a roupa em que fora ao apartamento de Don.

Por um momento ele se esqueceu de tudo que havia acontecido, inclusive como chegou ali. Mas quando tudo voltou à sua memória, ele suspirou. A briga fora real.

Num impulso, Mac se levantou e caminhou até a sala, onde lembrou ter largado seu celular. O número de Stella fora discado, mas faltou coragem para completar a ligação. Mac observou o celular em suas mãos atentamente por longos minutos, por fim decidindo mandar apenas uma mensagem.

Ele seguiu até o sofá e sentou. Sua concentração estava toda naquela simples mensagem. Ele não queria soar louco por estar preocupado, ou desesperado por suas desculpas. A mensagem era apenas para saber se Stella havia chegado em casa bem e, com sorte, talvez ela o respondesse.

***

— Havia me esquecido de como esse hotel é enorme. — comentou Stella enquanto estacionava em frente ao grande hotel. — Eu não costumo vir muito pra essa parte, então.. — justificou.

— Devia vir mais vezes. Tem um restaurante incrível há umas duas quadras daqui. Os hóspedes costumam comer lá porque, bem, a comida aqui não é a das melhores. — resmungou Brad com uma careta, fazendo Stella rir.

— É bom saber.

Um silêncio confortável se instalou no carro. Brad então aproveitou o clima agradável para seguir com seu plano.

— Então.. Sei que está tarde, mas realmente te devo uma. Você me salvou de ter que ficar por horas esperando um reboque. — sorriu sem graça. — Que tal um refrigerante ou, eu não sei, um chá?

Stella olhou para Brad com um pequeno sorriso.

— Brad, eu agradeço pelo convite, mas eu não estou muito bem e não quero ser uma péssima companhia.

— Você jamais seria uma péssima companhia. — respondeu rapidamente com sinceridade, olhando-a nos olhos. — Mas aconteceu alguma coisa? Se quiser conversar..

— Eu só preciso descansar. — disse com calma.

— Espero que não haja problema em perguntar, mas.. Tem a ver com o Mac? — perguntou receoso. — Ele te tratou mal?

Stella soltou uma leve risada. Mac podia não ser santo, mas tratá-la mal com certeza não era algo que ele faria.

— Não, Mac não faria isso.. — afirmou com um sorrisinho de canto. — Nós estamos bem. Mas obrigada pela preocupação.

— Não precisa agradecer. É isso que os amigos fazem.

Novamente Stella esboçou um sorriso, mas dessa vez fora forçado. Algo naquele momento a incomodava. Talvez fosse a forma como Brad a olhava, sem sequer disfarçar o que sentia, ou até mesmo a frase que dissera. Ela lembrou das várias vezes que Mac a olhou com aquele sorriso encantador depois de ter feito alguma loucura por ela, como ir até a Grécia, e disse simplesmente: "É isso que os amigos fazem".

Ela ainda estava com raiva, mas naquele momento foi inevitável não sentir sua falta. Falta do seu abraço e do seu olhar amoroso sobre ela. Admitindo ou não, estar perto dele era o que ela mais queria.

—.. Você fica linda quando está distraída. — disse com um olhar firme sobre ela. Stella saiu de seu breve devaneio e respirou fundo, disfarçando o incômodo que passou a sentir.

— Brad, eu preciso ir. Mas agradeço novamente pelo convite. — sem esperar por uma resposta, Stella girou a chave e pôs uma das mãos no volante.

Brad forçou um sorriso. As coisas não estavam saindo conforme o planejado e aquilo o estava irritando.

— Stella, eu.. — o toque estridente do seu celular o interrompeu. Ao olhar no visor, Brad suspirou pesadamente. — Eu preciso atender essa ligação. Pode me esperar um segundo?- contra a gosto, Stella consentiu, vendo Brad sair do veículo e se afastar um pouco.

No instante em que Brad atendeu o telefone, o celular de Stella vibrou indicando que havia recebido uma mensagem.

Espero que tenha chegado em casa bem.

Sinto sua falta.

Mac

Ao terminar de ler, Stella tinha um singelo sorriso nos lábios, mas ele logo sumiu ao ver a raiva com que Brad conversava pelo telefone.

***

— O que você quer, Amélia?

— Interrompi alguma coisa? — indagou com deboche.

— Fale!

— Calma aí, nervosinho. Só queria saber como está o andamento do plano. Conseguiu encontrá-la?

— Sim, ela está aqui comigo. Mas acho que o plano A não é mais a melhor ideia. Stella é mais difícil do que eu pensava!

— O que quer dizer com isso?

— Que vou partir para o plano B.

— Que seria...?

— Você não vai gostar de saber. — disse friamente.

— Brad, do que você está falando? O que vai fazer? Lembra do nosso combinado, certo?

— Eu não estou nem aí para o nosso combinado. — gritou. — Eu já esperei tempo demais. Não vou mais permitir que aquele detetive se meta no nosso caminho. Stella é minha agora.

Brad desligou o celular com raiva e o guardou no bolso, voltando para o carro. Ao vê-lo se aproximando, Stella discou o número de Mac e escondeu o celular. Apesar de achar que Brad não a faria mal, ela realmente estava com um mau pressentimento.

— Desculpe a demora, lidar com pessoas incompetentes as vezes é cansativo. — falou de forma arrogante, soltando uma risada.

— Bom, então boa noite. — disse simplesmente, ignorando completamente seu comentário um tanto tosco.

— Fico feliz que esteja usando o presente. — Stella olhou de relance para o pequeno urso pendurado ao retrovisor. — Ele realmente combinou com o seu carro. — sorriu com certo entusiasmo. — Boa noite, Stella! — Brad aproximou-se, dando um leve beijo na bochecha de Stella e saindo do carro logo em seguida.

Ao vê-lo fora do carro, Stella se permitiu respirar novamente. O alívio por aquele estranho momento ter terminado bem, a invadiu por completo. Sem pensar duas vezes, ela acelerou, sem saber que um par de olhos não só a observava, como também sabia de todos os seus movimentos.

***

Depois de ter enviado aquela mensagem, Mac não conseguiu voltar a dormir. Ele então optou por fazer um chá e ler algum de seus relatórios acumulados na escrivaninha. Claro que sua atenção não estava realmente naquilo, mas de qualquer forma, a intenção era apenas trazer de volta o sono que sentira antes.

Pouco tempo depois de ter iniciado sua leitura, a claridade do seu celular sobre a beirada da cama atraiu sua atenção. Ao ver quem era, Mac imediatamente pôs sua papelada de lado e o atendeu.

— Stella?!

Ele disse seu nome suavemente, mas não obteve qualquer resposta. Mas, ao contrário do silêncio que normalmente teria, as vozes ao fundo ecoavam pela linha do telefone.

— Stell..

Ele tentou novamente, tendo dito seu nome na mesma suavidade que antes. Entretanto, nenhuma resposta foi dada. Antes que Mac pudesse descobrir à quem pertencia a voz masculina no telefone, a ligação caiu.

Foi inevitável não surgir um pequeno resquício de preocupação. Mas a possibilidade de Stella simplesmente ter ligado sem querer enquanto lia a mensagem, também era grande.

Ao invés de voltar seu foco ao relatório, Mac resolveu reabastecer sua caneca de café. Ele caminhou a passos longos pelo apartamento, coçando os olhos afim de espantar o sono que logo agora o rondava.

A cafeteira que antes estava completa com o líquido preto, agora já estava pela metade. Enquanto ele entornava o resto do café na caneca, um longo bocejo saiu de sua boca.

— Eu não posso dormir agora. — murmurou, suspirando profundamente enquanto recostava no balcão e degustava seu café.

Após alguns minutos, a claridade do seu celular novamente chamou sua atenção. Mac colocou a caneca sobre o balcão e foi até o sofá, onde o havia largado.

Me encontre na portaria.

Sem pensar duas vezes, Mac pegou o casaco sobre o cabideiro e saiu do apartamento. Havia algo de errado com aquela ligação, e Stella estar ali só confirmava isso.

***

Stella desligou o carro e respirou fundo. O pensamento de que estava sendo boba diante de toda a situação, rondava sua mente. Ela não queria estar ali, pelo menos não por esse motivo. E, para ela, parecia um tanto hipócrita procurá-lo depois da recente briga que tiveram. Ainda assim, Stella levou apenas dez minutos para chegar à casa de Mac, em um caminho que normalmente levaria meia hora, porque ele era o único que ela confiava, e briga nenhuma mudaria isso.

Depois de mandar a mensagem, Stella saiu do carro e ficou aguardando Mac recostada na porta. O vento gelado da noite soprava seu rosto, fazendo-a puxar o casaco de Mac ainda mais para si. Seus olhos então caíram sobre o tecido em meio a suas mãos, só aí se dando conta de que havia ficado com o casaco.

— Oi.. — a voz suave de Mac a fez erguer a cabeça e olhá-lo. Ele estava exatamente da mesma forma de quando ela o deixara no apartamento de Don, com um suéter escuro por cima da camisa social que ela havia dado de presente no aniversário passado. De acordo com Stella, suéteres o deixava ainda mais elegante e charmoso.

— Oi.. Desculpa vir aqui a essa hora. É que.. — enquanto ele a olhava com o semblante preocupado, Stella pensava no que dizer. — Eu tô me sentindo uma idiota por estar aqui. — sorriu levemente, sem graça.

— Sabe que não precisa se sentir assim. — afirmou aproximando-se. — Eu magoei você. Menti sobre a Quinn e não abri o jogo totalmente sobre a Aubrey. Eu sei que fui um canalha e te peço perdão por isso. Mas que tal darmos uma trégua? — pediu com um sorriso de canto. — Eu sei que está acontecendo alguma coisa. Aquela ligação não foi sem querer, não é?

Stella negou, desviando seu olhar. Mac aproximou-se ainda mais, ficando à sua frente.

— Eu estou aqui pra você, Stella. Por favor, me deixa te ajudar. — ela o observou por alguns longos segundos, refletindo se deveria mesmo contar ou se tudo não passava de uma coisa boba. Por fim, só o fato de olhá-lo e senti-lo tão perto já a fez se sentir melhor.

— Podemos falar sobre isso depois? Eu só quero esquecer isso um pouco, e também não foi nada demais. — mentiu.

— Stella... — Mac começou, mas ela logo o interrompeu.

— Por favor! — pediu carinhosamente. Mac respirou fundo e consentiu.

— Tudo bem, quando quiser conversar estarei aqui. — Stella sorriu levemente. — Que tal dormir aqui hoje? Já está tarde. Só quero ter certeza que estará em segurança.

Stella sentiu momentaneamente aquele sentimento estranho que há pouco a atormentava, sumir. Ela sabia que Mac a entenderia e estaria por perto, mesmo sem saber ao certo o que a incomodava.

— Tudo bem.. — sussurrou em resposta. Mac sorriu aliviado, estendendo a mão em sua direção.

— Trégua? — pediu com charme. Stella riu levemente, pegando sua mão.

— Trégua!

***

Por duas longas horas ela tentou pregar os olhos, mas depois do pesadelo que tivera assim que os fechou naquela noite, ela desistiu. Quem a visse naquele momento poderia reparar em seu semblante tenso e seu olhar amedrontado.

Stella não era de se assustar fácil, nem de buscar refúgio em alguém quando algo acontecia. Então, estar ali na casa de Mac naquelas circunstâncias a incomodava. Por outro lado, ela também sabia que não podia ser forte o tempo todo. Sendo assim, ninguém melhor para estar ao seu lado do que aquele que ela mais amava, e que era seu melhor amigo acima de tudo.

Depois de rolar na cama várias e várias vezes, Stella decidiu levantar. Ela espreguiçou-se e pôs o roupão que Mac havia emprestado, logo em seguida caminhando até a cozinha. As imagens do sonho que tivera ainda há pouco voltaram à sua memória. Ela levou rapidamente sua mão à cabeça e passou sobre os cabelos, como se aquela simples atitude fosse afastar tudo.

Como num passe de mágicas, tudo que acontecera no dia retratado em seu sonho, voltara a sua memória. Stella sentou no pequeno banco em frente ao balcão e, pela primeira vez em meses, se permitiu relembrar de seu maior trauma.

Um brilho diferente surgiu em seus olhos. Não era aquele brilho que aparecia quando Mac estava por perto, ou até mesmo quando fazia algo que amava. Aquele brilho trazia consigo mágoa.. E lágrimas. Nem mesmo o barulho da porta do quarto abrindo foi o suficiente para despertá-la do pequeno transe.

Vendo sua distração, Mac aproximou-se cuidadosamente para não assustá-la e recostou ao seu lado.

— Sonho ruim? — indagou em um sussurro. Stella ergueu seus olhos para olhá-lo e sorriu levemente, secando a única lágrima teimosa que escorrera pelo seu rosto, de maneira disfarçada.

— Sim.. — sussurrou em resposta. — E você? Está sem sono? — Mac puxou um banco, sentando ao seu lado de costas para o balcão. — Achei que estivesse dormindo melhor nesses últimos meses.

— E eu estou, é que.. — suspirou. — Eu não consigo dormir bem quando sinto que há algo de errado com você.

Stella o analisou por alguns segundos, esboçando um leve sorriso depois.

— Não está falando sério! — afirmou com os olhos semicerrados.

Mac riu.

— Por que acha isso?

— Quer mesmo que eu acredite que está perdendo o sono por causa de mim? — provocou.

— E por quem mais eu perderia meu sono? — retrucou, olhando-a nos olhos.

— Quer mesmo que eu responda? — provocou-o novamente. Mac simplesmente sorriu.

— Bonasera, se você soubesse o quanto significa pra mim..

— Não venha com essas frases românticas, Taylor. Ainda estou brava com você! — afirmou interrompendo-o.

— Eu sei, e eu mereço isso. Mas eu não vou desistir... — disse, enquanto colocava sua mão sobre a dela em cima do balcão. — Não vou sair do seu lado enquanto não me perdoar. E você sabe o quanto eu posso ser chato.

Stella riu.

— É, eu sei. — respondeu.

Um silêncio confortável se instalou no apartamento, algo que ultimamente não acontecia entre eles. Ao invés de Stella retirar sua mão da de Mac, ela apertou ainda mais, com se estivesse com medo de que ele fosse embora. Ele observou aquela cena e, naquele momento, teve certeza de que algo estava realmente errado.

— Quer me contar sobre o seu sonho?

— Eu sonhei com o Frank. — sussurrou em resposta.

— Você não sonhava com ele há meses. Acha que foi por causa de algum caso? Sua terapeuta disse que poderia acontecer, e..

— Não, não foi.. — interrompeu-o, suspirando profundamente.

— Então o que aconteceu? — perguntou sem entender, preocupado pelas repentinas lembranças do que havia acontecido há quase um ano e meio atrás.

Stella desviou seu olhar pela primeira de suas mãos unidas, passando a encara-lo.

— Aconteceu uma coisa quando eu estava indo pra casa. Eu não queria te contar porque parecia ser bobo e eu sabia que você ficaria preocupado. De qualquer forma, foi por isso que eu vim pra cá.

Mac permaneceu sério, esperando pelo que viria a seguir.

— É o Brad. — suspirou. — Eu o encontrei quando estava indo para casa. O carro dele quebrou, então eu ofereci uma carona. — Mac fez menção em falar, mas Stella logo respondeu a pergunta que sabia que estava em sua cabeça. — Ele não tentou nada. Na verdade o caminho foi tranquilo. Quando chegamos ele me convidou pra um café, eu recusei e ele aceitou numa boa.

— Eu conheço esse olhar. Você ficou assustada com alguma coisa. — disse enquanto a olhava nos olhos, tentando lê-la como sempre fazia.

— Foi a forma como ele me olhou, Mac. Eu já vi aquele olhar antes, e o que eu senti.. Foi a mesma sensação de quando Frank tentou me matar. — relembrou. — O olhar dele foi o mesmo que Frank me deu, não quando estava com a arma apontada pra mim prestes a me matar, mas sim quando ele sentia que tinha controle sobre mim. Eu achei que nunca iria sentir aquilo de novo.

— Foi por isso que você sonhou com Frank..

Mac respirou fundo para disfarçar a raiva que estava sentindo da situação. Ele nunca confiou em Brad, nem mesmo na época em que ele trabalhava no laboratório. Ser um detetive as vezes faz você perceber coisas que passam despercebidas pelas demais pessoas.

— Queria que eu escutasse algo na ligação, não é?

— Um pouco depois de você ter me enviado a mensagem, Brad recebeu uma ligação e saiu do carro pra atender. Eu não sei quem era, mas ele mudou completamente. Estava com raiva, revoltado com alguma coisa. Daí quando ele voltou pro carro, estava com aquele olhar. — seus olhos novamente encheram d'água, mas dessa vez ela fez uma força surreal para que nenhuma escorresse. — Eu sei que provavelmente é tudo coisa da minha cabeça, mas aquilo mexeu comigo, Mac. Daí eu te liguei porque.. Sei lá, se acontecesse algo você saberia.

Mac respirou fundo, mas apesar de tentar esconder o que estava sentindo, aquilo só funcionava com as outras pessoas. Com Stella, jamais.

— Eu posso ouvir seus pensamentos, e a resposta é não.

— E por que não?

— Porque não vale a pena, Mac. Além do mais, Brad não fez nada.

— Ele te assustou, Stell.

— Isso não é motivo para prendê-lo. — disse com um sorriso, fazendo Mac suspirar contrariado.

— Você sabe que esse cara não é confiável. Há algo de errado com ele, você não se sentiria mal atoa.

— Eu sei, eu sei.. Mas eu só quero esquecer isso, ok? Por favor.. Está tudo bem agora. — Mac a olhou preocupado, nada convencido por suas palavras.

— ... Não me olhe assim! Estar aqui com você já faz eu me sentir melhor. — Mac levantou do banco e aproximou-se de Stella, puxando-a para um abraço apertado. Ela deitou a cabeça em seu peito e fechou os olhos, sentindo toda a paz que aquele momento tirou dela, voltar ao seu coração.

Continue...