E agora Natsu?
5 Capitulo 4 - Efeitos do álcool
Notas iniciais
Natsu’s Pov. on:
Eu tentei, Eu juro que tentei, mas não deu, é impossível agir naturalmente enquanto a Afrodite está na sua frente. Mirajane estava simplesmente deslumbrante. Assim que a vi, meu cérebro evaporou, sumiu, foi pra ***, ou seja, lá o que é que tenha acontecido com ele.
– Natsu? Oiii?? Natssuu! – ahh eu vou morrer a Deusa parece estar me chamando – ai credo você está babando... Você está bem?
– Ah... Ahn...Err... — Ω¥∞ΔΟΣΨӜӤӔӥ
– NATSU! Está me ouvindo?
Sim... Aé eu tenho que falar.
– Ahh sim, desculpa, desculpa! – será que eu falo? Eu sei que tenho que elogiá-la, mas... – Vamos para a mesa? Já peguei uma.
– Tudo bem, pode ser. – ela me respondeu puxando não sei por que o seu vestido cobrindo sua perna.
É impressão minha ou ela está um pouco desconfortável... Talvez corando um pouco.
Mira está vestindo um vestido, um tanto ousado será que é isso que esta fazendo andar assim?
Natsu’s Pov. off:
Natsu levou Mira até a mesa e puxou a cadeira para ela sentar, como se fosse um cavalheiro, seguindo os conselhos de Gildarts. Mira sorriu com o ato e se sentou um tanto feliz e surpresa por estar vendo o crescimento de maturidade do mesmo.
Mirajane’s Pov. on:
Ahhh estou me sentindo erótica demais, o que eu faço, com certeza ele deve estar pensando como eu estou me vestindo como uma garota de programas.
Imaginei agora a filha da mãe me respondendo: “Você não é obrigada a nada, além do mais ele com certeza vai babar! Uahsushuashuashuashusahu”.
Eu estava vestindo um vestido tomara que caia [N/A: Tomara msm (aquela carinha)], negro com babados brancos, bem acinturado e justo, que ia ate o meio da coxa. Tá ok até ai pode ser que esteja um pouco fora do normal por conta dele ser justo, entretanto o verdadeiro problema era o gigantesco decote que se estendia do meio da coxa até quase um palmo da barra da minha calcinha, tipo eu estava me sentido quase nua com aquilo.
Laaakkii!!! Olha o que você me fez. Você vai ver. Na próxima vez que eu te ver, você não vai se safar! Ahhh se não vai!
– Sua taça, por favor. – estava tão viajada em meus pensamentos que nem percebi que o cavalheiro do dia estava me oferecendo... Vinho? Sério? Será que eu devo beber... Sei que sou bem fraca com bebidas... hmm...tá vou beber um pouco, até porque se eu não beber Natsu também não irá, se ele beber vai ficar mais fácil de fazer ele falar.
Estendi meu braço e entreguei a taça de cristal para Natsu, que a encheu do bom e velho vinho do Porto, adoro esse vinho português, é bem encorpado e tals.
– Está servida
– Obrigada
Mirajane’s Pov. off:
Silêncio
...
...
...
A merda de um silêncio desconfortante havia se instaurado entre os dois pretendentes.
– Va-vamos pedir algo? – resolve derreter o gelo Natsu
– Cl-claro porque não? Algum petisco? – acompanha Mira pegando o cardápio
– Ô amigo – chamou Natsu seguido do tradicional assovio e o braço levantado.
– Opa – um jovem garçom os atende — o que deseja? – claramente olhando para as pernas de Mira.
Ação que causou uma pontinha de ciúmes em Natsu, mesmo que ele não saiba o que esse sentimento significava.
– Ahammm! – pigarreou Natsu – Nós! Desejamos alguns pestiquinhos pode ser?
– tch – estalou a língua para si mesmo o garçom, pensando que o rosado não notaria – claro senhor, vou providenciá-los.
– Obrigada – sorriu Mira desnorteando os dois homens.
– Já pode ir – acrescentou Natsu assim que voltou ao normal, vendo que o garçom havia congelado ali.
O garçom foi ainda olhando pra trás esbarrando nas mesas enquanto pedia desculpas para os clientes.
Mirajane encarava Natsu com um sorriso divertido nos lábios, enquanto o mesmo ainda rosnava para o jovem garçom.
– E então Natsu... - chamou a atenção do mesmo para ela – quem o ajudou com as roupas?
– Ahh... err – Mira ria enquanto Salamander tentava encontrar palavras – um amigo ai.
– Quem?
– Não vamos falar das minhas roupas ok? – Natsu começou a corar se preparando para falar o que queria – e-e você Mira? Digo você está.. er.. Linda neste vestido
– ahh... – a albina sentia suas bochechas queimando, e não era por estar perto de Natsu – o-obrigada – Kyaahh ele gostou, pensou Mira.
– Foi você que escolheu? – perguntou o mago do fogo.
– Não, Laki-san que o escolheu – agora tudo faz sentido pensou Natsu, afinal Laki era a garota, mas sem vergonha da Fairy Tail.
– Ahhh, faz sentido – pensou alto Natsu.
– O que faz sentido?
– Nada não – corrigiu rapidamente.
Natsu’s Pov. on:
Mas cara que pernas asuhsauhsauhsauhuash, sério que vista.
Merda para Natsu, você vai babar e ela vai achar que você é um pervertido.
– Isso mesmo Natsu, haja como um cavalheiro. – Um mini-Natsu com asinhas e uma aureola na cabeça apareceu no meu ombro esquerdo.
– AHH Para de ser viado moleque! Elogia ela, fala pra ela sobre o que você acha das pernas dela. – dessa vez brotou um mini-capetinha no direito.
– Mas se eu fizer isso ela vai achar que eu sou pervertido não vai? – perguntei em voz alta.
– Ahn? – arqueou uma sobrancelha Mira
– Claro que vai! Não fale nada – disse o anjinho
– Ahhh Cala a boca seu inútil, você não sabe de nada inocente – olhando pro outro lado do ombro, disse o capetinha – foda-se se ela vai achar isso ou não, todas elas gostam de um pouco de safadeza! Vai fala logo, que ela tem lindas pernas, olha pra isso, elas são tão lisinhas, branquinhas como neve, torneadas, ahhh cara fala logo – já estava viajando o monstrinho.
– Não sei se é certo mais vou falar
– Esta falando com quem Natsu? – perguntou ela, porra pensei alto de novo.
–Ahhh com ninguém não, é que eu queria falar eé... — fala logo Natsu... Caramba que nervosismo – v-você tem belas p-pernas! – merda falei algo alto de mais.
As pessoas envolta de nós olharam todas ao mesmo tempo, com sorrisos maliciosos nos rostos, pqp falei muito alto.
Quando voltei o olhar para Mira, ela estava... Hmm... No mínimo vermelha, tipo os cabelos de Erza.
– Ahh... Err... Etoo... O-o-o-obrigada – ela gaguejou... Muito, sabia eu n devia ter falado.
Natsu’s Pov. off
Mirajane’s Pov. on
–Ahhh com ninguém não, é que eu queria falar eé... V-você tem belas p-pernas!
...
...
...
Ele reparou... Ai meu deus que vergonha, mas pera ele elogiou, ele me falou que tenho belas pernas, como devo responder isso? Eu sei que estou vermelha, sério eu devo estar muito vermelha, não sei por que não é a primeira pessoa que elogia meu corpo afinal eu trabalhava na Revista Magus, sempre recebi elogios e cantadas de todos os tipos de vários homens e diversas idades, então porque agora que o Natsu me elogiou eu estou sentindo esse desconforto e felicidade?
–Ahh,... err... Etoo.. O-o-o-obrigada – tá ok, não foi tão ruim, foi?
Será que ele sempre repara em mim assim? Obrigada Laki! Ai no que estou pensando estou perdendo o foco principal desse encontro. Foco! Foco!
– Natsu...
– S-sim
– Eu te chamei aqui porque queria falar com você sobre uma coisa – falei firme
– E o que é?
– Eu queria saber como foi essa ultima missão do seu grupo – não posso ser muito direta ele não vai se abrir assim, até agora ele só tomou duas taças de vinho, ainda não é hora, vou enrolar um pouco — sabe vocês demoraram um pouco mais do que o normal.
– Ahh essa ultima missão, então acontece que tivemos alguns imprevistos. – desconversou ele tomando em um gole, mais uma taça – hmm muito bom mesmo isso.
– Que tipo de imprevistos? Na missão mesmo ou entre vocês? – enchi mais uma vez a taça de Natsu.
– Bahh, a missão era muito fácil sinceramente, o problema foi entre a gente mesmo, eu não entendi direito o que aconteceu, Gray disse que foi culpa minha. – ótimo ele já está um pouco tonto, o problema é que eu também... Mas não posso deixar essa oportunidade passar, eu tenho que saber o que houve.
– Mas o que você fez? — induzi
– Então, eu...
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