E Sempre Será Você.

4 Ela. Desligou. O telefone. Na. Minha. Cara.


Notas iniciais
Especial pra Taís e pra Tainá ♥

e leitores fantasmas, DEEM AS CARAS PQ EU N MORDO N

u_u

enfimmmm

ja estou escrevendo outro, e se o tempo cooperar e n trovejar eu tento terminar e postar ainda hoje *o*

espero que gostem, vejo vcs lá em baixo kaka

Fomos direto para a minha casa. Como é ao lado da do Sam, não teria problema nenhum ele ficar um pouco lá. Afinal ele sempre fica quando os pais dele estão viajando pelo país, como é o caso. Passei pela porta e logo vi minha mãe passando roupa. Ela olhou pra cima assim que ouviu o barulho da porta se fechando e veio me dar uma abraço.

– Filho, que bom que vocês chegaram! – ela disso sorrindo – E você Sam, como é que vai? – ela deu um abraço nele.

– Tô bem. – ele respondeu. Apesar de a minha mãe vê-lo todo dia, ela sempre ficava entusiasmada quando o via. Vai entender a dona Louise.

– Podem ir para o quarto, que daqui a pouco chamo vocês pra almoçar, tá?

Apenas assentimos. Subimos as escadas e fomos direto pro meu quarto, que ficava na segunda porta do lado direito. Nem precisei “pode entrar, fica a vontade” por que o Sam já estava acostumado a vir aqui em casa. Colocamos as mochilas na minha cama e eu sentei numa cadeira em frente ao meu computador, e liguei-o. Sam se sentou ao meu lado, e ficou apenas olhando.

Ele tinha um pouco de receio de mexer em redes sociais porque elas expunham a vida de muita gente. De certa forma ele tinha razão, mas como eu raramente postava alguma coisa, não tinha perigo nenhum pra mim.

Não passou nem dez minutos e mamãe nos chamou para almoçar. Descemos correndo até chegar na cozinha, no meio do caminho eu cai e levei o Sam junto.

– Eita, cuidado – ele disse rindo. E ele tinha caído em cima de mim.

Ficamos nos encarando, mas eu logo levantei.

– Só tropecei em um degrau. – disse indiferente

– Mesmo assim – ele repetiu.

Só dei um meio sorriso e fui pra cozinha. Mamãe tinha feito lasanha, e eu sei que essa é a comida preferida do Sam. Com motivos né.


Depois que almoçamos fomos pro meu quarto e ficamos a tarde toda estudando Geografia, que seria a prova de amanhã. Já eram quase oito horas da noite quando a Melanie liga no meu celular.


– Oi amor, o que tá fazendo? – ela disse praticamente gritando

– To estudando – gritei de volta

– Nossa porque ta gritando? – ela perguntou ainda com a voz elevada

– Desculpa, achei que não tivesse ouvindo. – assenti mesmo ela não podendo ver. Sam ficou olhando com uma cara estranha pra mim, mas depois eu pergunto o porquê. – E você sumiu hoje na saída por que? – ah ta, como se eu tivesse sumido.

– Olha Mel, não fui eu que sumi não, tá? Fiquei te esperando na saída, mas nada de você aparecer. – eu já estava irritado.

– Tanto faz, você sumiu também.

– Mas eu... – tentei falar

– Depois te ligo, tchau.

E ela. Desligou. O telefone. Na. Minha. Cara.

Argh.


– Que aconteceu? – o Sam perguntou


– Nada Sammy. Só a Mel que ligou, mas depois desligou na minha cara.

– Nossa! Ela nunca fez isso com você. – ele disse e eu concordei – Estranho.

Foi a ultima coisa que ele disse.

Fui direto ao banheiro e tomei um banho rápido. Depois escovei os dentes a fim de finalmente dormir. Mas pensar muito antes de fazer isso. Pensar no quanto a Mel estava estranha nesses últimos dias, e também no que está acontecendo comigo. Porque afinal eu estou um pouco estranho também. Eu também estou muito a fim de descobrir o porquê.

Sai do banheiro e sentei em minha cama me cobrindo com o edredom que estava lá em cima, que minha mãe provavelmente colocou caso eu sentisse frio. Minha mãe é incrível mesmo.

A minha cama ficava do lado esquerdo perto da porta do banheiro, e a onde o Sam estava ficava encostada na parede do outro lado.

Ele estava me observando até que se levantou e se sentou na cama. Até que ele disse:

– Você está muito estranho. – e fez uma cara estranha, mas como se estivesse certo.

– Só to pensativo. Mel disse que tinha um segredo, mas não me contou até agora. Depois ela sumiu na hora da saída e depois me ligou e desligou n minha cara. Tenho medo do que pode estar acontecendo.

Achei que ele fosse falar mais alguma coisa, mas só levantou da cama e veio me dar um abraço. Que eu realmente estava precisando. E eu quis nunca mais sair dali.

– Sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa não sabe? – ele disse com o rosto na curva do meu pescoço. – Você sabe que é o meu melhor amigo, e eu espero que assim seja pra sempre.

Soltei-me de seus braços e afirmei com a cabeça.

– Dorme bem.

Essa foi a ultima coisa que eu ouvi antes de dormir.

❧

No dia seguinte acordei com o barulho da porta do banheiro sendo fechada com força. Era o Sam, mas eu sabia que ele não tinha feito de propósito porque ele nunca faz barulho pra nada. Sentei-me na cama, abracei os joelhos e fiquei encarando o lençol. Cinco minutos depois ele saiu do banheiro apenas com uma calça jeans, a toalha pendurada nas costas, e seus cabelos rebeldes e loiros molhados.

– Bom dia! – ele disse animado – Dormiu bem? – sempre preocupado. Dei um sorriso fraco.

– Dormi sim. – e comecei a rir do fato dele estar sem camisa, porque ele nunca fazia isso.

– Que bom então. – ai ele me observou rindo e logo descobriu o porque. – Ai, me desculpe, eu me esqueci da blusa – ele falou envergonhado e com pressa. Pegou uma blusa na minha gaveta (que depois ia ficar com o seu cheiro, mas eu não me importava) e a colocou com pressa. Levantei-me e fui em direção ao banheiro. Diferente do Sam, eu tinha levado uma blusa pra colocar, e a calça também. Ri internamente.

Sai do banheiro depois que coloquei a roupa e fui em direção à cadeira que ficava no canto do quarto para arrumar meu material, mas ainda pensando no porque da Melanie ter feito aqui comigo. Só que eu era muito pessimista, e isso acabava com tudo.


E pela primeira vez eu não chegaria atrasado à escola. Graças ao Sam.


Notas finais
e é isso ae u-u

gostaram? n gostaram? comentem! ajuda a melhorar sabia?

u-u

té dps