Notas iniciais
Oie gente... Mais um capítulo... fala sério, agora eu bati o meu record... rs
Finalmente o tão esperado capítulo com lemon... OMG!! Estou mais vermelha que tomate maduro nesse momento... #Vergonha de postar esse capítulo... *Enfiando a cara em um buraco igual avestruz* kkkkkkkk
Eu particularmente gostei desse capítulo... espero que vocês também gostem, pois como eu ja disse antes, eu não sou muito boa em escrever cenas hot... mas... leiam e me digam o que acharam... #Medo das respostas de vcs... ç.ç
Se acharem ruim podem mentir e dizer q ficou bom... rs Mentira... se não gostarem podem ser sinceros... eu aguento... ç.ç
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Queria muito agradecer a todos que deixaram reviews tão fofos, me dando força pela perda da minha amiga... confesso que fiquei emocionada e chorei com vários deles... rs
Hum... teve alguns leitores que me abandonaram... não me abandonem... pleaseee... estou sentindo falta de vocês... ç.ç
Boa leitura.

O dia parecia não passar... Olhava para o relógio e o mesmo parecia estar tirando uma com a sua cara. Estava praticamente o atirando na parede. Ele sentia que o maldito relógio estava debochando da sua cara, só podia ser isso. Queria voltar logo pra casa. Precisava conversar com o seu sobrinho, explicar o que tinha acontecido.


Sentia o coração apertado no peito cada vez que se lembrava do rosto do garoto, banhado em lágrimas. Odiava fazê-lo sofrer. Odiava-se por tê-lo feito sofrer, por tê-lo feito chorar e sabia que merecia o desprezo do seu amado. Ele havia agido feito um idiota e tinha que concertar isso. Não queria perdê-lo. Não podia perdê-lo. Já havia perdido pessoas importantes demais na sua vida, não agüentaria perder o Lucas também.


Quando estava quase chegando ao fim do seu plantão, foi surpreendido com o Miguel lhe pedindo para cobrir o seu plantão, pois tinha uma emergência em casa. Ian não queria ficar mais oito horas preso no hospital. Queria voltar para casa. Queria voltar para perto do seu amor. Precisava vê-lo. Precisava se explicar. Eles tinham que se entender.


Tentou argumentar que não podia, mas o seu amigo praticamente implorou, pois realmente precisava voltar para casa para resolver problemas domésticos. Então acabou cedendo. Agora ele olhava o relógio pela milésima vez. Segundo o maldito relógio ele ainda teria que trabalhar três horas antes de finalmente poder voltar para casa e ver o seu querido sobrinho. Amaldiçoou até a décima geração do infeliz que inventou o trabalho e os plantões.


Quando finalmente terminou o seu plantão Ian entrou no seu carro e voltou para casa. Encontrou o sobrinho tomando banho e resolveu tomar o seu também. Depois eles conversariam.


Tomou um banho rápido. Estava ansioso para falar com o garoto... Não agüentava mais ser ignorado por ele. Se continuasse daquele jeito o seu coração iria desaparecer de tão pequeno que estava dentro do peito.


Ao chegar à cozinha o encontrou comendo um sanduíche, o mesmo o olhou com desprezo quando o viu chegar, fazendo com que a dor em seu peito aumentasse ainda mais. Não imaginava que tal dor poderia ser possível. Na verdade ele não imaginava que poderia sofrer tanto pelo próprio sobrinho. Isso era insano, era surreal... Esse tipo de coisa não deveria acontecer. Pensou ao perceber a dor em seu coração, causada pelo olhar de desprezo do sobrinho.


–- Precisamos conversar.

–- Não tenho nada para falar com você.

–- Lucas... Por favor... Me escute...

–- Eu vou para o meu quarto. – Respondeu o garoto, sem se quer o olhar nos olhos.

–- Lucas. Nós temos que conversar. Agora. – Disse segurando no braço do sobrinho. Não iria deixá-lo sair daquela cozinha sem antes se explicar. Ele tinha que escutá-lo.

–- Me solta.


O garoto o olhava com mágoa nos olhos. “Merda. O que foi que eu fiz?!” Pensou Ian.


–- Eu só estou pedindo uma chance para me explicar. Acho que tenho esse direito. Só uma chance Lucas.

–- Você está me machucando.

–- Dez minutos. É o tempo que eu estou te pedindo. Depois disso você pode fazer o que quiser, mas, por favor, me dê dez minutos para eu explicar o que aconteceu. Só dez minutos.

–- Você tem cinco minutos. Nem um segundo a mais.

–- Ok! Obrigado. – Disse enquanto soltava o braço do menor.


Ian sabia que seria difícil convencê-lo a perdoá-lo, mas tinha que tentar, nem que para isso ele tivesse que abrir o seu coração e dizer tudo que estava passando dentro de si. Mas por onde começar? Resolver começar pela parte causadora de toda a mágoa do sobrinho.


–- Olha, eu sei que está bravo comigo pelo que você viu no domingo e eu não te culpo por isso, mas eu juro que não foi minha culpa.

–- Sei... Eu percebi que você não teve culpa... Principalmente quando olhei para o seu corpo e percebi que estava apenas de cueca... Com toda certeza você é o donzelo inocente que foi atacado pela tarada na seca.

–- É sério Lucas. Quando eu saí do banheiro ela estava sentada na minha cama me esperando... Eu a pedi que saísse para que eu pudesse me vestir, mas ao invés de sair ela veio para cima de mim e ai você chegou bem na hora em que ela me empurrou para a cama e se deitou sobre mim.

–- E você é tão inocente e indefeso, não é mesmo? Fiquei até com pena de você agora.

–- Você não está me escutando. Eu não queria e não quero ficar com ela.

–- Chega tio. Eu estou cansado desse seu papo furado. Não sou tão idiota quanto você pensa. – Disse, olhando furioso na direção do homem à sua frente.

–- Eu não estou mentindo Lucas. Acha mesmo que se eu quisesse ficar com ela eu a teria dispensado, mesmo depois dela dizer que me amava? Não é ela quem eu quero. Será que você não consegue perceber isso?!


Nessa altura do campeonato Ian já estava começando a ficar desesperado. Porque seu sobrinho tinha que ser tão teimoso? Ele estava com a impressão que iria ter muito trabalho para convencê-lo de que não queria ter beijado a Fernanda, mas não se importava, se tivesse que passar o resto da noite ali na cozinha argumentando sobre quem ele realmente queria, ele ficaria, mesmo que o cansaço da jornada dupla de trabalho o estivesse matando. Ele estava morto de cansaço e o seu corpo só pedia uma coisa, cama, cada músculo do seu corpo gritava por descanso. Mas antes de fazer isso ele iria se entender com aquele adolescente teimoso.


–- Você não sabe o que quer.

–- Sim eu sei. Apenas estou com medo das conseqüências dos meus atos. Sei que estou sendo covarde, mas tenta se colocar no meu lugar.

–- Eu não vou cai nesse papo furado. Você não vai me enganar com essa história de que está com medo do que pode acontecer se ficar comigo. Isso é apenas uma desculpa para que eu fique com pena de você e o perdoe... Mas vou te dizer uma coisa... Desista, eu não acredito em uma palavra do que está dizendo.


Lucas sabia que nem tudo que estava dizendo para o tio era o que realmente pensava, mas ele estava com raiva, estava magoado e, se o tio realmente queria ficar com ele, então que demonstrasse.


–- Pelo amor de Deus Lucas, não consegue ver que é você quem eu quero?

–- Não. A única coisa que consigo ver é você tentando me enrolar porque está se sentindo mal por estar me fazendo sofrer. Foi por isso que dispensou aquela mala da Fernanda

–- Está enganado. – Disse ao prendê-lo contra a parede. Lucas o olhou assustado. Nunca o tinha visto agir daquele jeito. Tentou se libertar, mas Ian prendeu as suas mãos contra a parede

–- Me solta.

– Eu vou te provar que é você quem eu amo... Que é você quem eu quero.


Dizendo isso Ian continuou mantendo as mãos do garoto presas contra a parede, usando apenas uma mão, com a outra ele acariciou o rosto do sobrinho, depois tocou com a ponta dos dedos naqueles lábios que ele tanto desejava. Precisava beijá-lo ou iria enlouquecer.


–- Eu te desejo como nunca desejei ninguém antes, te amo como nunca amei ninguém em toda minha vida e vou te provar isso. -- Disse antes de roçar os seus lábios nos lábios do sobrinho, ambos sentindo uma corrente elétrica percorrer por seus corpos.


O beijo era doce e carinhoso... Ele queria mostrar ao garoto todo o seu amor por ele. Queria que ele percebesse que não se tratava apenas de peso na consciência, mas sim de amor, um amor tão profundo que chegava a doer.


Ao perceber que o garoto estava entregue aos seus beijos e que não iria tentar se soltar, Ian o soltou, puxando o corpo do menor contra o seu, ficando ainda mais colados um ao outro. A sua língua pediu passagem e foi prontamente atendida pelos lábios do sobrinho. Sentiu as mãos do menor segurarem forte a sua camisa e em seguida subir até a sua nuca e os seus cabelos. Uma mão acariciando a sua nuca enquanto a outra bagunçava os seus cabelos em um cafuné delicioso.


O beijo foi aprofundando enquanto as mãos do maior passeavam pelo corpo do seu garoto, acariciando os braços, dorso, tórax, abdômen, chegando às nádegas, apalpou com as duas mãos, erguendo o corpo do menor que continuava preso à parede. Lucas ergueu as pernas, entrelaçando-as no quadril do tio. Ele simplesmente não conseguia acreditar no que estava acontecendo, passou o fim de semana inteiro desejando por isso.


Ian gemeu alto quando sentiu uma das mãos do sobrinho deslizando pelo seu abdômen, por baixo da camisa. Colocou o sobrinho sentado na mesa e continuou beijando-o cheio de luxúria. O desejo era tanto que ele estava começando a achar que iria explodir a qualquer momento.


–- Faz amor comigo. – Pediu, mordendo levemente o lóbulo da orelha do sobrinho enquanto sussurrava as palavras, em seguida lambendo de maneira sensual, enlouquecendo o menor.

–- É tudo que eu mais quero. – Respondeu com a voz rouca devido à excitação.


Sem conseguir mais esperar, Ian o puxou para si, mais uma vez Lucas encaixou as pernas no quadril do tio, sendo carregado pelo mesmo.


Seu coração batia freneticamente, não conseguia acreditar que finalmente teria a sua primeira vez. Não conseguia acreditar que finalmente iria perder a virgindade. Pela primeira vez iria transar, ou melhor dizendo, iriam fazer amor, como o seu próprio tio havia dito. Ele estava nervoso, afinal, era a sua primeira vez. Não tinha experiência e estava com medo de decepcionar o seu amado.


Sentiu o colchão da cama de casal do tio tocar suavemente as suas costas enquanto que os beijos continuavam, parando apenas para respirar quando o ar faltava.


Lucas estava tenso, devido ao nervosismo e Ian sentiu isso. Se afastou um pouco do sobrinho, apenas o bastante para poder olhar em seus olhos.


–- Não precisa fazer isso se não quiser. Eu vou entender. Não quero que se sinta na obrigação de fazer nada que não queira.

–- Eu quero fazer. Quero me entregar a você. Quero que sejamos um do outro.

–- Então porque está tão tenso. Está com medo de doer?

–- Um pouco, mas estou com mais medo de te decepcionar. É a minha primeira vez, nunca fiz isso antes e não tenho a menor idéia do que fazer. – Confessou um pouco constrangido.


Ian riu. Então era isso. Ele achou fofo e adorou saber que o sobrinho ainda era virgem, pois isso quer dizer que ele será só seu e de mais ninguém. Esse pensamento fez o seu sorriso ficar ainda mais largo.


–- Não tem graça. – Reclamou o Lucas.

–- Desculpe. Não estou zombando de você. Estou rindo apenas porque eu estava com medo de que você estivesse pensando em desistir e também porque é bom saber que você nunca esteve dessa maneira com mais ninguém, só comigo. Eu quero que você seja só meu e de mais ninguém.


Lucas abriu um enorme sorriso ao ouvi-lo dizer que queria que ele fosse só seu. “Sinal de que ele não vai dar para trás dessa vez.” Pensou o garoto.


–- Eu já sou só seu. – Dizendo isso ele voltou a beijá-lo apaixonadamente.

–- Não imagina o quanto é bom ouvir isso de você. – Disse quando pararam o beijo para respirar.


Voltou a beijar o garoto, descendo os beijos pelo pescoço enquanto retirava a roupa do mesmo. Primeiro retirou a camisa, beijando o tórax e abdômen do sobrinho, chupando os mamilos, fazendo-o gemer alto, depois retirou o short e a cueca, continuou os beijos, descendo ainda mais, beijava a virilha enquanto as mãos acariciavam as coxas do sobrinho, subindo até os glúteos, apertando-os. Levantou os olhos até alcançar o olhar do sobrinho e riu maliciosamente, antes de tocar o pênis do mesmo. O garoto gemeu forte com o toque, nunca havia sentido nada parecido. Ian abaixou a cabeça até os seus lábios tocarem o membro do sobrinho, fazendo-o se contorcer de prazer.


–- Tiooo... -- Gemeu alto ao sentir-se ser tocado de maneira tão íntima e o que é melhor, com aqueles lábios deliciosos. Estava enlouquecendo com o toque... Era de longe a melhor sensação que já havia sentido na vida.


Ian trocou os lábios pela mão esquerda enquanto os lábios faziam uma trilha pelo corpo do sobrinho, passando pelo tronco, pescoço, até chegar à orelha, sussurrando um pedido.


–- Me chama de Ian... Por favor... Pelo menos quando estivermos apenas eu e você.

–- Ok! Ian... – Sussurrou de volta.


Voltaram a se beijar com paixão enquanto Ian tentava retirar a própria roupa sem se separar do sobrinho. Ficando cada vez mais excitado a cada toque do garoto.


Como era bom sentir os seus toques, o seu beijo, o seu cheiro. Se pudesse ele simplesmente passaria o resto da vida ali, exatamente como estavam agora, completamente nus, um nos braços do outros, se beijando, se amando.


Sentiu as mãos do menor percorrendo o seu corpo com curiosidade, explorando cada pedacinho. As mãos curiosas continuaram até chegar onde tanto ansiava, o enorme membro do tio que já estava completamente ereto, devido aos toques do menor.


Ian gemeu ao sentir tal toque, se o garoto continuasse tocando-o daquele jeito ele não iria agüentar muito tempo.


Segurou as mãos do Lucas sobre a sua cabeça enquanto voltava a beijá-lo. Queria que a primeira vez do Lucas fosse perfeita e para isso precisava se segurar ou ia acabar tendo um orgasmo antes da hora.


–- Eu fiz alguma coisa errada? – Perguntou Lucas. Inseguro, devido à reação do tio aos seus toques.


Ian riu contra o seu pescoço. “Como ele consegue ser tão fofo?” Se perguntou.


–- Você não fez nada de errado, pelo contrário, está me enlouquecendo.

–- E isso não é bom? – Perguntou, ainda inseguro.

–- Sim. Isso é muito bom, mas se você continuasse eu iria acabar tendo um orgasmo antes mesmo de começarmos.


Dizendo isso, voltou a atacar os lábios do menor.


–- Eu vou preparar você. Está bem? – Sussurrou com a voz rouca.

–- Uhum... – Lucas não tinha muita certeza sobre o que ele queria dizer com aquilo, mas tinha uma vaga idéia do significado das palavras “Preparar você”.


Ian voltou a beijar o seu corpo até chegar à sua parte mais íntima, ficando entre as suas pernas, abrindo-as o bastante para que tivesse livre acesso ao lugar que tanto ansiava.


Passou a ponta do dedo indicador no local, alisando carinhosamente, em seguida abaixou a cabeça e começou a lamber sem o menor pudor. Lucas sentiu a respiração falhar e o coração bater freneticamente quando sentiu a língua do seu tio em seu ânus. “Ô meu Deus! O que ele está fazendo? Ô meu Deus, ô meu Deus... eu vou enlouquecer... Isso é muito bom.” Pensava enquanto sentia o maior lubrificando-o.


Ian penetrou um dedo, fazendo-o gemer o seu nome, em seguida penetrou mais um e pouco depois introduziu o terceiro dedo. O garoto gemia alto o seu nome, pedindo para que não parasse. Quando sentiu que ele estava preparado, retirou os dedos e se postou sobre o corpo do menor. Ouviu alguns protestos do garoto no momento em que retirou os dedos e isso o fez rir. Estava adorando ver o quanto deixava o seu menino excitado.


–- Não se preocupe, agora você vai sentir sensações mil vezes melhores do que as que os meus dedos lhe proporcionaram. – Disse olhando nos olhos verdes jade do sobrinho. Engoliu em seco ao ver o brilho de excitação que aquelas duas pedras preciosas transmitiam. Não sabia como ele conseguia ser tão lindo e sexy com apenas 16 anos. – Eu vou te fazer ir até a lua e voltar. – Falou com um sorriso malicioso no rosto. Lucas apenas riu com as palavras do tio.


–- Se doer muito você me avisa que eu paro. Ok!


O garoto apenas balançou a cabeça positivamente. A voz parecia não estar disposta a sair naquele momento. Ele sentiu a glande do pênis do seu tio forçar a sua entrada e quando finalmente passou, a dor foi tão grande que ele não conseguiu segurar um gemido de dor e uma lágrima solitária desceu pelo seu rosto enquanto ele arranhava as costas do homem que parecia aflito após ouvir o seu gemido.


Ian tentou sair de dentro dele, mas o mesmo passou as pernas pelo quadril do tio, segurando-o contra o seu corpo. Ele não iria desistir agora, não mesmo, sempre terminava o que começava e definitivamente não seria agora que ele iria dar pra trás.


–- Não saia. Por favor.

–- Eu te machuquei. Desculpe Lucas. Eu não queria. Desculpe. – Falou enquanto mais uma vez tentava sair.

–- Estou bem. Apenas espere um pouco até eu me acostumar.


Ian ficou parado, tinha medo até mesmo de respirar e acabar machucando-o ainda mais.


Alguns segundos depois a dor diminuiu e o Lucas voltou a se mexer, incentivando o tio a continuar. Ian voltou a investir contra o lugar quente e apertado do sobrinho, lentamente, não queria machucá-lo novamente. Continuou até estar completamente dentro dele. Esperou alguns segundos e depois começou a se movimentar lentamente, e aos poucos foi aumentando a velocidade.


–- Mais rápido Ian. Mais rápido.


Riu com o pedido do sobrinho e depois obedeceu as suas ordens. Investia cada vez mais rápido, fazendo o menor gemer seu nome repetidas vezes. Como era bom ouvi-lo gemer o seu nome enquanto faziam amor. Ele nunca iria se cansar disso. Nunca.


Alguns minutos depois os dois finalmente atingiram o orgasmo juntos. Ficando completamente sujos de esperma do menor e os corpos completamente suados. Ian não se agüentava de cansaço, mas se dependesse dele, faziam tudo de novo... “Quem precisa dormir quando pode passar a noite toda fazendo amor.” Foi o que pensou logo após atingirem o clímax.


Ian beijou-o mais uma vez, de maneira apaixonada, tentando demonstrar apenas com aquele beijo o quanto estava feliz e o quanto o amava.


Deitou de lado, puxando o sobrinho para perto do seu corpo. Beijou-lhe os lábios novamente, antes de se declarar mais uma vez ao sobrinho. Estava feliz e queria que ele tivesse certeza que ele era o causador de tamanha felicidade.


–- Eu te amo Lucas. – Disse enquanto olhava nos olhos do menor. Arrancando um grande sorriso dos lábios do garoto, os olhos verdes jade parecendo dois refletores de tanto que brilhavam.

–- Eu também te amo Ian. Amo muito. Mais que tudo nesse mundo.


Ian acariciou o seu rosto enquanto dava um singelo beijo, em seguida puxou o sobrinho para o seu peito enquanto acariciava-lhe os cabelos. Ficaram naquela posição até dormirem.


Acordaram com um grito estridente.


–- Iaaaaaaaaaaannn...


O mais velho saltou da cama devido ao susto. O que estava acontecendo? Será que o prédio estava pegando fogo? Pensou, antes de se virar e ver a Maria com cara de quem havia visto fantasma.



Notas finais
hum... tava esquecendo... na minha resposta do review da Moukiki, a louca aqui (eu) colocou que segundo os meus cálculos, se todos os leitores deixassem reviews em todos os capítulos, eu estaria com 1056 reviews, quando na verdade seria 520... Argh! Não liguem para a minha burrice em matemática... Oremos senhor... ç.ç
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Mas voltando ao capítulo...
O que acharam???
Podem ser sinceros... como eu havia dito nas notas iniciais, eu aguento... rs
Bom! Agora vem a chantagem... quero reviews e indicações ou vou separar os dois pra sempre... sou má... huahuiauahudauah... tá parei... rsrs
Até o próximo capítulo.
bjo bjo bjo