E Se...
3 Capítulo 3
Notas iniciais
O casal de amantes não se importava com o que estava acontecendo fora do mundinho deles, deitados no ninho de amor.
Do outro lado do corredor seus filhos que dormiam, despertam com o som do grito agudo de sua mãe. Preocupados correm em direção ao quarto da mãe.
–-Mãe? -- chama Maria Clara preocupada. Como nada escutam vindo do quarto da mãe resolvem entrar.
–-Vamos entrar. -- chama José Pedro. -- Pode ser que ela tenha se machucado. Todos entram no quarto da mãe, mas nada encontram. Sua cama desarrumada os iludi de que ela havia dormido no quarto a noite toda. Mal sabiam eles que sua mãe estava no quarto ao lado com o pai deles se amando loucamente novamente.
–- Vamos ela não está aqui. Deve estar lá em baixo tomando café da manhã. -- chamou Maria Clara já saindo do quarto e indo em direção ao seu. Seus irmãos logo a seguiram cada um para seu quarto.
Zé Alfredo
–- Shiii. As crianças já devem estar acordas. -- pedi carinhosamente a Marta, depois que a mesma soltou um grande e alto gemido.
–- Eu tenho que voltar pro meu quarto. -- falou Marta. -- Preciso tomar um banho e me vestir. -- falou-me em meio a selinhos. Apertei meus braços em volta de seu corpo não querendo deixá-la partir.
–- Eu te amo. -- falei antes de finalmente soltá-la. Marta levantou-se com seu corpo glorioso desprovido que qualquer barreiras. Vestiu minha blusa que estava no chão. Uma blusa que mal a cobria. Aproximou-se da cama com ar de sexy.
–- Eu também te amo. -- respondeu-me ela com os olhos marejados. Abracei-a com força.
–- I love you my queen. -- falei em seu ouvido. Senti suas lágrimas em meu pescoço. -- Por favor não chore. -- pedi.
–- Eu sonhei muito com esse momento. O momento em que você diria que me amava, que demonstraria seu carinho por mim. O momento em que você me amaria novamente como fazia antigamente. Obrigada por me amar de volta.-- agradeceu-me ela.
Maria Marta
–- ...Obrigada por me amar de volta. -- agradeci em meio a lágrimas.
–- Obrigada você por me esperar durante todos esses anos. -- agradeceu-me ele. O abracei com mais força. -- Agora você deve ir. -- pediu-me ele. Me soltei de seu abraço com relutância.
–- Eu te amo. -- falei antes de sair de seu quarto ir me ir para o meu quarto com um sorriso no rosto. encostei a porta e fui ao banheiro tirei a blusa entrei embaixo do chuveiro. A medida que a água caia em minha cabeça. Lembranças de minha noite de amor com o comendador voltaram. Podia sentir o cheiro de seu corpo, seu corpo colado ao meu. Fiquei tão perdida em meus pensamentos que não notei a entrada de Zé no banheiro. só notei quando senti seus braços ao redor de minha cintura me puxando em sua direção.
–- Você não tem noção do quanto está gostosa agora. -- falou ao pé do meu ouvido.
–- Você tá me saindo um belo de um pervertido seu comendador. -- falei rindo.
–- Você que está irresistível. Tudo o que consigo pensar é estar dentro de você. -- Falou-me já me empurrando para a parede.
–- Tudo que eu mais quero é que você me ame novamente. Mas vamos nos atrasar. as crianças vão desconfiar que você está fazendo alguma coisa comigo. -- falei tentando me desvencilhar dele.
–- hoje a noite? -- pediu-me.
–- Eu serei toda sua. -- respondi sorrindo. -- Mas agora o que precisamos é tomar um banho rápido e ir para a empresa. Talvez eu dê uma passada no shopping antes de voltar para você. -- falei maliciosa.
Tomamos banho rapidamente. Troquei de roupa e Zé também trocou. Antes de sairmos do quarto nos beijamos. Descemos para tomar o café da manhã. Não tinha mais ninguém em casa, todos já haviam ido para a empresa.
–- Todos já foram para empresa estamos sozinhos aqui. -- constatou ele.
–- Devem achar estranho que não estejamos lá na empresa. -- falei.
–- Somos os donos da empresa não temos hora pra chegar, não temos que dar satisfação para ninguém. -- falou ele.
–- Tudo bem. -- falei. O café seguiu em silencio.
–- Vamos? -- perguntei.
–- Vamos no meu carro. Levarei você ao shopping. -- informou-me ele.
–- Você não vai trabalhar hoje? -- perguntei curiosa enquanto seguíamos para o carro.
–- Não posso passar um tempo com a minha esposa? -- perguntou rindo.
Ambos entramos no carro lado a a lado, demos nossas mãos. Em uma promessa de que tudo iria ficar bem. Nada atrapalharia nossa felicidade. Nem que que o nada tivesse nome e sobrenome.
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