E Se...

13 Capítulo 13


Notas iniciais
esse capitulo é curto espero que gostem.

Maria Clara

Cheguei ao hospital para visitar minha mãe. Passei em direção ao quarto e quando lá cheguei minha mãe não estava lá. Corri para a recepção.

–- Onde está minha mãe? -- perguntei aflita.

–- Como se chama a sua mãe? -- perguntou-me a recepcionista.

–- Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. -- falei impaciente.

–- Essa paciente recebeu alta hoje pela manhã. E já não se encontra nas instalações do hospital. -- falou-me calmamente.

–- Como assim já recebeu alta? Como deixaram ela sair sozinha? -- perguntei com raiva.

–- Sinto muito mas ela já saiu. -- respondeu.

–- E ela saiu sozinha? -- perguntei.

–- Não. É obrigatório que todos os pacientes que recebem alta saiam acompanhados por alguém. -- respondeu-me ela agitada.

–- Tudo bem. Obrigada pela informação. -- falei.

Saí do hospital ligando par o telefone de minha mãe. Chamou, chamou, e ela não atendeu. Fui para a empresa chamei meus irmãos para avisá-los do sumiço.

–- Gente a mãe sumiu. -- falei na lata.

–- Como assim sumiu? -- perguntou João Lucas assustado.

–- Sumindo. Fui visitá-la no hospital e ela já tinha recebido alta e ido embora. Tentei ligar para ela mas não atendeu. Na condição da mãe é muito perigoso ela sumir assim. -- falei para mus irmãos

–- Onde será que ela foi? -- perguntou Zé Pedro.

–- Eu... -- fui interrompida pelo telefone na sala que tocava.

–- Dona Maria Clara? -- perguntou a voz do outro lado.

–- Sim? -- respondi.

–- Sua mãe está na linha. -- falou ela.

–- Pode passar a ligação. -- pedi. Botei a ligação no viva voz. -- Mãe? -- perguntei.

–- Sim Maria Clara sou eu. -- falou minha mãe.

–- Onde a senhora tá? Eu fui lhe visitar no hospital me disseram que tinha recebido alta e tinha ido embora. Por que não me ligou para ir lhe buscar mãe? -- perguntei.

–- Estou bem Clara e é tudo o que você precisa saber agora, vou passar algumas semanas fora, mas vou voltar a tempo para a consulta pré-natal. Pode ficar tranquila. -- falou-me calmamente.

–- Tudo bem, mas ligue todos os dias. Eu te amo. -- falei.

–- Eu também te amo. Você e seus irmãos. -- falou ela.

–- Mãe? -- chamei.

–- Oi.–- respondeu.

–- Onde a senhora tá? -- perguntei.

–- Estou em um lugar seguro. Agora tenho que ir.–- falou antes de desligar na minha cara.

–- Como ela tá? -- perguntou João Lucas.

–- Tá bem, disse que estava em um lugar seguro e que iria passar alguns dias fora depois retornava. Ela desligou na minha cara. -- falei.

–- Pelo menos ela vai ligar todos os dias para avisar como está. -- conformou-se José Pedro.

Zé Alfredo

Fiquei olhando Marta, admirando-a, falar com nossa filha no celular o modo como falava com Clara, sua voz me deixava exitado, era uma pena que não pudéssemos fazer amor ainda. Eu estava morrendo de vontade de tomá-la ali mesmo.

–- Por que está me olhando assim? -- perguntou Marta sorrindo.

–- Porque lhe quero. -- respondi simplesmente.

–- você sabe que não podemos agora, acabei de sair do hospital. Amanhã ligarei para meu médico e perguntarei se é seguro se fizermos com calma. -- falou ela.

–- Vamos ir comer um pouco? Você deve estar faminta. -- falei. fui logo puxando-a em direção a cozinha. -- O que minha rainha que comer? -- perguntei.

–- Qualquer coisa Zé, porquê eu tô varada de fome. -- falou rindo.

Notas finais
espero que tenham gostado. amanhã tem surpresa.;)