E de que serve
o ar, se nem o mais puro
posso senti-lo.

E de que serve
o amargo café, se nem mais
lembranças com ele posso
lembrar.

E de que serve
as minhas ideias, se não há
expectativas para realizá-las.

E de que serve
a dança, sem nem ela
consegue me alegrar.

E de que serve
as flores, se nem posso mais
meus segredos a elas sussurrar.

E de que serve
o céu, se nem em
suas nuvens posso mais flutuar.

E de que serve
os sonhos se nem os meus
próprios posso ter.

E de que serve
aqueles amigos que nem ao menos
verdadeiros são.

E de que serve
ter o meu amor por ti
se nem ao menos me amas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.