Dúvida...

2 Capítulo 2 - Revelações


Notas iniciais
Aqui está mais um cap! Dessa vez narrado pelo Matt e pelo Mello ^^
boa leitura ~
PS: nem julgue o que fizemos com o Matt no caminhão, foi uma ação momentânea, okay? Enjoy!
PSS: sim, sabemos que o capítulo está ENORME.

– POV Matt -

Acordei um tanto atordoado e sonolento. O que havia acontecido? Só me lembro de alguém entrando no meu apartamento e me atirando um tranqüilizante. Quem era? Era incrivelmente parecido comigo...talvez seria a...Michelle? Mas por que ela faria isso?

Decidi me levantar dali e tomar um banho. Estava vendo tudo girando, mas mesmo assim consegui fazer tudo sem cair. Quando terminei, me vesti com uma camiseta listrada preta e branca, calça jeans e jaqueta preta, já que não conseguia encontrar as roupas que eu normalmente usava, e decidi dar uma arrumada no meu quarto. Estava me sentindo um pouco melhor agora.

Decidi ligar a TV nas notícias. Minha intuição estava me falando para fazer aquilo, que havia algo de errado, que algo MUITO ruim havia acontecido.

E estava certo. Quando o fiz, senti minhas pernas ficarem moles e o sangue fugir de meu rosto. Aquela era Michelle? Caída ao lado do MEU carro que EU preparei para a MINHA missão??

Nem desliguei a TV e saí correndo de casa. Também não tranquei a porta. Apertei o botão do elevador, mas este estava demorando demais. Decidi ir

correndo pela escada. Ao chegar na portaria, ofegante, abri com tudo a porta e nem me incomodei em fechá-la.

Corri que nem doido pelas ruas até o local do incidente, até perceber uma estranha movimentação depois de alguns minutos. Estava frio e consegui, por um segundo, pensar racionalmente e fechar a jaqueta, colocando o capuz sobre minha cabeça.

Resolvi seguir as pessoas. Chegando no local onde havia uma grande multidão, perguntei á uma mulher que estava presente:

– O que aconteceu?

– Um homem em uma moto e um rapaz em um carro vermelho seqüestraram a senhorita Takada! – Disse ela, desesperada.

– Em que direção foi esse carro vermelho?

– Foi para lá – Me mostrou a direção com o dedo.

Saí correndo naquela direção. Ás vezes esbarrava nas pessoas, mas nem me importei em pedir desculpas.

Vi marcas de pneus na estrada, devo estar perto.

Chegando mais alguns metros perto, pude ver meu carro vermelho e um corpo jogado ali. Um corpo baleado. Perfurado. Cheio de sangue.

Cheguei mais perto, driblando os que tentavam me parar, me impedir de chegar mais perto. Era minha irmã, minha imouto, caída no chão.

Me agachei ao seu lado, a pegando no colo.

– Nee-chan...Hey...nee-chan... – minhas lágrimas, que começaram a cair quando a vi caída, começaram a molhar seu rosto, lavando um pouco do sangue em sua face.

–NEE-CHAAAAN!!!!!! – Gritei com todas as minhas forças que consegui reunir no momento, provavelmente assustando alguns dos presentes, mas era tarde demais.

– Por favor...volte...- falava entre sussurros e soluços, ainda chorando – por favor...volte...

– AAAARGH! – Nessa hora, senti meu corpo todo queimando e formigando. Sentia algo denso e quente percorrendo minhas veias como se fosse um veneno poderoso. Coloquei o corpo de minha irmã no chão com cuidado e caí no chão, começando a me contorcer de dor – AHHHHHHHHH!!!!!!!!!! – a dor aumentava a cada segundo – minhas lágrimas começaram a descer

abundantemente pelo meu rosto, enquanto eu me contorcia como uma pessoa sendo eletrocutada.

Tenho certeza de que as pessoas que estavam lá deviam estar em choque, pois ninguém veio em minha direção para ver o que me acontecia, ninguém se aproximou para ajudar. — "Melhor assim, não quero ninguém me apalpando"

Aos poucos, percebi que minha pele ia ficando cada vez mais branca e a dor ia sumindo aos poucos, como se desaparecesse lentamente. Quando toda aquela dor se concentrou somente na garganta, me levantei com dificuldade e olhei meu reflexo no vidro de meu carro.

Levei um susto. Eu, que já tinha a pele alva, estava MUITO pálido... pálido não, eu estava literalmente branco. Meus olhos brilhavam em um tom vermelho, minha garganta queimava e meus caninos haviam aumentado, pareciam presas de animal, pontudas e finas. O que significava tudo aquilo?

– Mas o que...?

Tudo bem, não sou idiota. Eu sabia até bastante sobre aquilo, mas era apenas uma lenda, uma história de terror criada a muito tempo atrás... eu não poderia me tornar um...

– Vampiro..? Sou um...vampiro? Impossível! Como pode? Desde quando? Porque?

Não é real, isso não pode estar acontecendo, deve ser um pesadelo! Um pesadelo terrivelmente real. Minha irmã morta e eu um ser das trevas? Não, isso não é possível... mas havia uma parcela de 1% de chance...

Pode até parecer que eu estava sendo racional, pensando em tudo isso, mas o fato é que eu não estava. Eu estava agindo por impulso, a parte minha que pensara nisso estava trancada e dormente dentro de mim, enquanto meu instinto assumia o controle.

Peguei Michelle em meus braços e saí correndo. Tudo bem, agora vem o mais estranho. Eu nunca fui bom corredor, é um fato, mas agora estava sentindo o vento bater forte em meu rosto enquanto corria e via tudo passar muito rapidamente em volta de mim, como se eu estivesse correndo a 200km por hora.

Então meu corpo se moveu em direção ao cemitério da cidade. Irônico, não? Bem, deitei Michelle em cima de uma das lápides mais antigas e desejei fervorosamente que ninguém viesse ao cemitério hoje, dando-lhe um beijo na testa de "volto logo" e corri, ou melhor voei, para fora.

Eu tinha que encontrar uma pessoa muito importante para mim, que podia já estar morta. Podia ser tarde demais, mas mesmo assim senti a necessidade de tentar salvar... aquela pessoa...

Tirei do bolso do casaco um cartão de aniversário enviado por "aquela pessoa" para mim que eu guardara ali e eu esquecera de tirar. Então fiz outra coisa estranha, fechei os olhos e cheirei o cartão. Você me perguntaria se eu estava ficando louco, mas o fato é que o cartão ainda estava com o cheiro dele e então me concentrei naquele aroma de chocolate que só "aquela pessoa" tinha, e, nem me pergunte como, senti o mesmo aroma delicioso que vinha de outro lugar, fraco por estar longe, mas eu ainda o conseguia sentir. É. Deve ser a prova de que eu sou mesmo um vampiro.

Segui seu cheiro correndo com todas as minhas forças, desejando que eu pudesse salvá-lo. Cheguei até onde o cheiro ficava tão forte que era até inebriante para mim e me vi em cima de um caminhão, tentando cavá-lo com as unhas.

O mais estranho não era eu estar TENTANDO fazer isso, mas o fato de que eu estava realmente CONSEGUINDO rasgar pedaços de metal da parte traseira com apenas minhas próprias mãos. Quando abri um buraco suficientemente grande para me esgueirar para dentro, vi uma cena um tanto estranha. Uma mulher encolhida num canto, nem parecia ter percebido o que eu fizera, estava ocupada fazendo outra coisa. Estava escrevendo em um pedacinho de papel.

Antes que pudesse terminar de escrever o que estava escrevendo, eu a agarrei pelo pescoço, o ódio borbulhando em meu ser. Como ela se atrevia tentar matar o MEU chocólatra!?

Apenas agi por instinto no momento e rasguei o pescoço daquela maldita com minhas presas, espirrando seu sangue em minhas roupas e face. No momento em que o fiz a soltei e arregalei os olhos, em choque. Eu havia matado-a.

Peguei o papel no chão para ver se o que eu havia feito não fora um ENORME erro. Por sorte, não fora. Estava escrito em letras quase ilegíveis "Mihael Kee ". Ainda bem, eu o havia salvado. Enfiei o papel no bolso e me virei, evitando olhar para aquela horrível cena que eu fizera. Cuspi no chão, o gosto do sangue daquela mulher parecia atraente... a não, pensamentos vampirescos não, Matt!

Agora que Mello estava a salvo, pegaria de volta o corpo de Michelle. Falarei com Mello depois, quando meus pensamentos estiverem mais organizados.

Literalmente arranquei a traseira do caminhão, me dando um espaço para passar, mas que fez um enorme barulho. Pulei do caminhão, e quando o fiz, percebi que Mello o havia parado. Não tinha tempo para conversar com ele agora.

– POV Mello -

Dirigia o caminhão com a Takada dentro, de acordo com o plano, e ligo a TV LCD nas notícias. Matt havia sido baleado e morto.

–Matt – lágrimas escorriam silenciosamente pelo meu rosto – perdão Matt, não sabia que acabaria assim.

De repente, ouço um estrondo na parte de trás do caminhão. Paro rapidamente o caminhão, e, olhando no retrovisor, vejo uma figura ruiva sair dele. Aquele seria...Matt? Mas como? Ele morreu!

Só sei que a figura ruiva saiu correndo em uma velocidade impressionante. Decidi tirar isso a limpo e desço do caminhão para ver o que aconteceu.

Ao entrar na parte de carga, vejo Takada com o pescoço esmagado. Morta. Quem fez isso? Foi aquele ruivo? Não estou entendendo nada.

Takada está morta. O plano será abortado. Matt morreu em vão. Aquilo me apertou o peito. Decidi ir aonde estava seu corpo para lhe dar pelo menos um enterro digno.

–

Chegando no local, simplesmente não encontrei seu corpo. Como? Ele estava bem ali! Encostado no carro! E não anunciaram que levaram seu corpo!

– Com licença – disse a um senhor que estava presente – o que aconteceu com o corpo que estava bem ali?

– Um ruivo veio aqui e pegou o cadáver no colo e começou a chorar. De repente ele começou a se contorcer, e quando parou, pegou o cadáver e saiu correndo em uma velocidade incrível. – dizia o homem, parecia estar em choque com o acontecimento.

Um ruivo pegou meu ruivo!? Quem era? Por que faria isso? Será que era o mesmo ruivo no meu caminhão? Onde está Matt? Não estou entendendo mais nada.

Quando eu não conseguia achar a resposta, só tinha duas pessoas á quem recorrer. Como não sabia onde a outra estava, só me restou ele.

Comecei a dirigir para sua residência, não estava tão longe.

– POV Matt –

Corria o mais rápido que podia em direção ao cemitério. Queria logo estar ao lado do corpo de minha irmã.

Mas chegando lá, não a encontrei. O corpo de Michelle havia sumido.

Quase tive um ataque, mas na hora que eu ia começar a destruir tudo, vi duas estranhas figuras se aproximando.

Eles possuíam um semblante sério, seus tons de pele eram idênticos á minha, olhos vermelhos e extremamente bonitos.

– Quem são vocês? – Disse, desconfiado.

– Somos seus pais Mail, querido. – Disse a mulher

Senti meu queixo cair. Não consegui dizer nenhum palavra no momento. Estava em estado de choque.

– Está na hora de contarmos á você a verdade querido.

– Como posso saber se isto não é uma armadilha?

– Só nos escute. Não precisa acreditar se não quiser, mas essa é a verdade.

Fiquei em silêncio. Ouviria o que eles tinham á dizer e depois tiraria minhas conclusões.

– Certo – disse – se expliquem.

Eles começaram a falar.

– Nossa família descende de vampiros – Disse o homem, meu pai – Mas não era permitido um casal de vampiros terem mais de uma criança. Mas nós tivemos você e Michelle. O Conselho queria executá-los o mais rápido possível, mas não conseguiríamos suportar isso. Então o Conselho propôs um acordo: Em vez de executá-los, teríamos de abandonar vocês. E foi isso que fizemos. Mas nós nunca tiramos os olhos de vocês. Fomos nós que fizemos com que a Wammy’s House achasse vocês, para que conseguissem viver em segurança. Mas sempre estivemos observando vocês. E hoje, contatamos o Conselho, dizendo que vocês ainda não haviam se tornado vampiros. Eles disseram que como estavam quase com 18, a transformação poderia acontecer a qualquer momento e poderia ser perigoso tanto para vocês como para a sociedade.

– Então finalmente eles nos deram a permissão de viver com vocês de novo como uma família – Disse a mulher — Mas quando estávamos vindo para cá para buscá-los e lhes explicar tudo, encontramos o corpo de Michelle aqui e vimos que ela estava... morta. — ela parecia triste. — Então a levamos para um lugar seguro e ficamos esperando você aqui.

–...- eu não conseguia dizer uma única palavra. Não devia nem estar respirando agora.

– Onde está Michelle? – Consegui dizer.

– Ela está ali – ela apontou o dedo – embaixo daquela árvore.

Como não a havia visto ali? Ela parecia estar apenas dormindo... mas eu sabia que não.

– Porque me esperaram?

– Filho – Disse minha suposta mãe – estivemos esses anos todos observando vocês, e vimos que você gosta muito de Michelle. Te esperamos para te dizer que existe um meio de revivê-la.

– O QUÊ??? – Gritei – Como??

O homem começou a falar

– Nós vampiros possuímos uma inteligência maior do que dos humanos, e foi graças a essa inteligência que conseguimos conduzir um pesquisa por milhares de anos de como trazer alguém á vida.

– Onde eu consigo essa informação? – falava agora em um tom mais alto.

– Com o Conselho. Você deverá ir até lá para conseguir isso.

– Vocês não tem essa informação? – Disse

– Não – Disse a mulher – pecadores não tem acesso a esse tipo de informação e nem possuem o direito de falar pessoalmente com o Conselho. E nós cometemos um dos pecados mais graves: ter duas crianças.

– Me digam onde é o conselho então que eu irei reviver Michelle á todo custo! – Disse, determinado

O homem elegante me entregou um pequeno mapa, que havia tirado de dentro de seu sobretudo negro.

– Siga esse mapa e achará o conselho. Você deve levar um ‘jantar’ para eles. Assim eles te darão a informação.

Jantar? Ah sim, uma pessoa. Era isso que eu havia de considerar como jantar agora.

– Certo – engoli em seco.

– Agora vá meu filho – Disse meu pai.

Assenti com a cabeça, peguei Michelle e saí correndo de lá. Haviam muitas coisas em minha cabeça que precisavam ser postas em ordem, e precisaria de ajuda para isso.

Estava na hora de procurar Mello.

– POV Mello -

Aquele cara estranho que era mais ou menos um assistente dele, me deixou entrar e disse-me que "ele" iria mesmo querer falar comigo. Qual era mesmo o nome dele? Era com "G"... Germanni... Guiovane... ah, Gevanni!

Acabei nem o agradecendo, subi direto para o apartamento de meu... err, rival. Abri a porta sem nem mesmo bater, e encontrei o albino sentado no chão de seu quarto em sua postura habitual, mas não estava montando nenhum quebra-cabeças ou brincando com algum de seus brinquedinhos, estava olhando uma foto.

De quem era a foto, você pergunta? Era minha! Era exatamente a foto que eu pedira de volta naquele dia, eu com quinze anos, tirada pouco antes de eu deixar a Wammy's House e me juntar á máfia.

– Ei, você não disse que não havia nenhuma cópia? — Perguntei, fazendo o albino dar um pulo, assustado.

Quando se virou estava sem expressão, como sempre, mas eu podia ver que seus olhos estavam vermelhos. O Near chorara!? Porque!? Quando viu meu rosto, seus olhos se arregalaram com a surpresa.

– M-mello...? — o albino estava visivelmente chocado e confuso.

– Não, sou o Papai Noel. — Não resisti, brincando com o menor assustado.

– C-como... — Sussurrou para si, mas alto o suficiente para que eu conseguisse ouvir.

Então me encarou, ao perceber que eu o tinha ouvido, e me encarou como se pedisse uma resposta. Percebi que ele tentava voltar sua expressão normal a todo custo.

– Não sei, mas seu plano falhou Near. Takada está morta. — Falei, simplesmente.

– ... — Near ficou calado, me encarando por um tempo.

– O que foi? Sentiu saudades? — Perguntei, irônico.

Near apenas ficou em silêncio por alguns minutos e então se levantou e veio andando em minha direção e parou na minha frente. Encarei-o, confuso, então aconteceu a coisa mais bizarra de toda a minha vida.

O Near me abraçou! Isso mesmo, Nate River envolveu meus ombros com os braços e me abraçou!

– Sim, eu senti... saudades... — Sussurrou, envergonhado, mas afundou a cabeça em meu pescoço.

Senti algo quente e úmido caindo em meu ombro. Near estava... chorando?? Não sei porque, mas senti que precisava desabafar, então deixei as lágrimas, que eu tanto tentei reprimir desde de que elas vieram-me quando eu vira a morte de Matt na TV, caírem nas costas do albino, abraçando-o também e afagando-lhe os cabelos brancos.

Os soluços baixos de Near pararam mas ele não soltou meus ombros, então eu também não retirei as mãos de sua cintura. Então ele retirou a cabeça de meu ombro e olhou em meus olhos.

– M-mello... eu t-te... amo... — Disse o albino, corando, enquanto meus olhos se arregalaram.

Mas... como? Cumé!? Near, meu rival, está apaixonado por... mim!?

Então foi aproximando o rosto do meu e quando dei por mim, nossos lábios estavam selados em um beijo. Em um momento normal eu me afastaria, mas estava me sentindo desolado e triste pela morte da única pessoa que eu já amara de verdade em minha vida. Near podia não saber, mas estava me consolando.

Podem me chamar de louco e achar que perdi toda a sanidade, mas acabei por corresponder ao beijo. Aos poucos Near foi abrindo mais os lábios e consegui colocar minha língua no interior de sua boca, explorando-a, entrelaçando minha língua na dele.

Já que estávamos em um quarto, era lógico que havia uma cama, então empurrei o albino até ele cair de costas no colchão. Subi em cima dele, que estava corado e ofegante, e beijei-o novamente A noite ia ser longa.

Continua...


Notas finais
Yuki: Enquanto Near e Mello estão assim nessa sacanagem, um certo ruivo está treinando o que dizer ao encontrar Mello. O que será que vai acontecer? Mello e Near vão mesmo se pegar? O que vai acontecer com nosso lindo Matt totoso?
Koyuki: Fãs de Mello X Near não nos apedrejem por ter parado nessa parte e as que não são nos perdoem por isso, mas serão compensadas.
Yuki: Somos más! Mas logo a gente posta o outro capítulo. Querem saber se vai ter Lemon? Vão ficar querendo! *todo mundo apedreja Yuki*
Koyuki e Yuki:Por favor leitores (fantasmas também) mandem reviews! ^^