Naquele momento aporético, soube que os desdobramentos para aquilo podiam ser dois: reclamar com a síndica sobre a facilidade como uma criatura pede a chave de um apartamento na portaria e consegue; e sobre o que fazer com aquele Beethoven da sarjeta.

Quer dizer, o cara era bom. Aprendeu com livros a teoria e na prática com meu avô. Não fazia nada além de tocar o piano a tarde toda e fazia com vontade e verdade. Algo dentro de mim quis ajudá-lo a parar de sair de seu mundo de Alice no fim do horário.

Convidei para trabalhar comigo.