Duelo de reis - slip-off
9 Trapaça
Notas iniciais
Set desligou o chuveiro deixando a água que ensopava seu cabelo cair, ele abriu os olhos verdes esmeralda fitando a toalha... Saindo do banheiro, seu quarto estava as escuras ele preferia assim. A toalha em volta de sua cintura ele pegou um garrafa de uísque em cima de uma prateleira embutida na parede.
A única luz que tinha do quarto era do abajur perto da cama, era fraca, mas já bastava para um vampiro. Set olhou em direção a escuridão perto da cama semicerrando os olhos, ele sentia o cheiro de alguém por perto.
Ele colocou a garrafa de volta e se aproximou da cama, os olhos amarelos de Gabrielly apareceram. A luz pegou seu corpo fazendo Set ir para trás. Ela o jogou na cama.
A forma de uma verdadeira succubos. Asas de morcego, uma cauda com uma ponta fina, e um chifre pequeno na cabeça, os succubos cujo eles pegam a energia vital dos homens.
Ela pegou os pulsos dele, Set reagiu. Mas uma succubos tinha muito força também, além d mais, ela era metade vampira original. Set conseguiu tira-la de cima dele, e pela cara de Gabrielly ela não gostou.
–O que faz aqui! Saia! -Rosnou ele com as presas para fora.
Gabrielly sentou na cama balançando seu cabo com uma pontinha afiada. Ela sorriu para ela mostrando as presas.
–Queria algo para me divertir.
–Não sou diversão. Saia!
Ela nem se mexia da cama, apenas tinha aquele sorriso frio e malicioso nos lábios, ela baixou o olhar para o corpo dele, e seu sorriso cresceu mais ainda.
–Você sabe como as succubos conseguem suas presas?
Set não respondeu apenas semicerrou os olhos percebendo que ela olhava para sua cintura, cujo agora estava sem a toalha branca. Ele olhou para cama e viu a toalha ali em baixo dela. Ele sorriu.
–Dominamos ela... Deixando ela tonta.. -Disse seria com o sorriso frio.
Set foi para trás colocando as mãos na cabeça, suas pernas não aguentavam mais seu corpo, ele rosnou para ela, mas não adiantava nada. Set se escorou na parede tentando ficar de pé, mas cada vez que ela via que ele lutava aumentava a tontura que ele sentia.
Ele caiu de joelhos no chão, era irritante, parecia que tinha um zumbido alto. Ela chegou perto dele pegado com força. Set parecia não ter força nem para deixar os olhos abertos.
Ela riu alto.
–P-por que, E-esta fazendo I-isso? -Balbuciou ele.
Ela sorriu para ele chando perto de seu ouvido.
–Para destruir sua namoradinha por dentro, assim na nossa luta ela vai estar depremida, com o coração quebrado, e só um golpe acabo com ela.
–Por que quer mata-la, T-tanto? -Set não aguentava mais falar.
–Ordens. Deram ordens para mim e meu irmão, mas parece que Henrique ta gostando dela. Tolo.
–Irmão?
ELa sorriu.
–Sim, ele é meu irmão, não meu primo. -Ela o beijou com força, mas Set não tinha força para mais nada, apensar queria fechar os olhos.
Ela jogou seu corpo mole na cama.
–E já que estamos aqui, quero ver quanta energia vital você me da, talvez até possa matar você, não seria ótimo? Homens adoram sexo, morrer fazendo sexo não seria ótimo? -Ela ria de Set que não conseguia mais falar, nem grunhir.
Ela ainda ria dele, e de sua desgraça. Ele continuava com os olhos abertos, ele não morreria pelas mãos dela, resistiria e depois a mataria, mas ele estava sem força...
Gabrielly abocanhou seu membro, fazendo Set arregalar os olhos com raiva. Ela brincava com ele enquanto ria, ele queria se mexer mais não conseguia fazer nada...
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Horas depois de Katy contar toda a historia para sua filha, Julia saiu do quarto pensativa, queria saber se Set ainda nutria amor por sua mãe, parecia confuso isso. Ele era dela agora, mas soubera que seu amado teve relações com sua mãe.
Isso era estranho.
Ela balançou a cabeça sentindo um aperto no coração, ela olhou para o peito, algo dizia para ela ir até ele...
Ela virou o corredor e correu até seu quarto, tinha tantas perguntas... Mas algo fazia ela ir lá por outra coisa... Julia parou a frente do quarto dele e encostou na maçaneta.
Ela suspirou antes de fazer qualquer coisa, sua cabeça girava, de tantas coisas... Julia tomou coragem e abriu a porta. A luz do corredor iluminou o quarto escuro. Os olhos de Set se abriram. Ele olhou na direção da porta e viu Julia com a expressão vazia.
Gabrielly levantou a cabeça mexendo seu rabo fino, o sorriso no rosto deixava Julia mais sem expressão, ela tentou falar, Set não conseguia nem pedir ajudar, muito menos explicar o que estava acontecendo... Para ela, ele estava a traindo...
Os olhos azuis de Julia brilharam com as lagrimas, ela deu um passo para trás e saiu correndo sem rumo, Set conseguiu apenas levantar a mão na direção da porta...
Gabrielly riu friamente para eles, seu plano tinha funcionado, agora bastava destruir ele.
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Julia corria em direção talvez para o quarto de sua mãe, não sabia.... Apenas corria...
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Gabrielly olhou para o corpo palido de Set. Ela sorriu passando os dedos nos lábios frio dele, ele estava muito mal, mas nem lutava mais... Gabrielly riu até ser puxada de cima dele.
–O que você esta fazendo? -Era a voz de Henrique, ele a puxava pelos cabelos fazendo Gabrilly atravessar seu rabo no peito dele.
–Nunca mais me puxe quando eu estiver me alimentando, seu idiota apaixonadinho.
Henrique estava com a mão na ferida com as presas para fora.
–Você quebrou as ordens, até salvou aquela vadia do Leviatã que nossa mãe mandou.
Henrique arregalou os olhos surpresos.
–Você estava matando-o, por que? Se as ordens era para matar a hibrida!
–Só estava me alimentando, meu lado Succubos não coloquei para dormir como você vez , meu irmão fraco.
Ela o jogou no chão pegando-o pela cauda que crescia e agora era só ossos. Gabrielly levantou ele pelo pés. Henrique rosnava para ela, sua ferida ainda sangrava muito.
Set abriu os olhos vendo a cena.
–Vou tirar você do mundo, sem ordens. -Sorriu ela. -Imaginava meu irmão mais forte.
Henrique olhou para Set que o fitava. Ele voltou a olhar sua irmão com raiva.
–Você é cega, cega de odio... ela não fez nada para você.
Gabrielly o tocou na parede fazendo ele cuspir sangue.
–Quando mais você ficar na forma e vampiro, mais vou poder te ferir, irmão. -Ria ela. -Eu esqueci, você trancou seu lado Incubus, nem as asas usa. -Ria ela.
Henrique não podia mostrar para ela as asas, não podia, não agora, ele sabia de seus planos, e teria que contar a Julia. Se ele abrisse as asas teria que lutar com sua irmão que estava mais forte agora, o mataria.
Henrique suspirou se rendendo.
Gabrielly levantou sua cabeça dando um aviso.
–Se você avisa-la, eu mato você e ela. -Riu ela. -Sabe que sou forte o suficiente, ainda mais para uma híbrida que nem sabe usar os poderes dados a mãe e pelo pai.
Gabrielly bateu a cabeça de seu irmão forte da parede, fazendo o sangue surgir em sua boca, Henrique caiu fechando os olhos. Gabrielly saiu do quarto pegando seu vestido. O sorriso em seu rosto era frio, ela iria matar a híbrida agora e dar o sinal para os outros entrarem, antes de Henrique acordar e avisar a todos.
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Set se levantava tentando pegar um roupão, ele saiu do quarto se esfregando na parede, para se apoiar, não tinha nenhum guarda para ajuda-lo, odiava isso. Ele precisava achar Bruce e logo, e avisar, depois procuraria Julia e falaria tudo.
Set despencou no chão fazendo barulho.
Bruce e Fallen que conversavam no corredor olharam em direção ao final do corredor. Bruce sentiu o cheiro no ar para ver se era alguém. Ele arregalou os olhos e saiu correndo, virando o corredor, viu Set escorado na parede com a respiração pesada, ele mal aguentava respirar.
–Meu irmão! -Bruce se abaixou para olha-lo.
Set abriu a boca para falar, mas não conseguiu, ele apenar piscava os olhos.
–O que houve, Set!
Set engoliu em Set, precisava da ajuda do irmão, ele olhou para o lado quando viu Henrique vindo cambaleando. Bruce pegou a espada e mirou em direção a Henrique que levantou o olhar cansado.
–N-Não... Sussurrou Set sem força.
Bruce olhou para seu irmão.
Fallen apareceu no correr que estavam olhando a expressão de Set e estranhou, ele já tinha visto antes.
–Ele esta morrendo,... Minha irmã, Gabrielly.. -Henrique caiu de joelhos. -Ela fez isso com ele...
Bruce olhou para Set para ver se Henrique não mentia.
Fallen e Bruce se olharam com os olhos arregalados.
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o céu agora estava cheio de nuvens, não nuvens qualquer... Nuvens com asas de morcego... Succubos e Incubos;
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