Droga de Vingança!

17 Capitulo XIV -parte 1


Notas iniciais
Espero que gostem *-*

–Eu não vou deixar o responsával por isso sair impune. Primeiro uma amiga minha aparece morta envenenada com a água de uma garrafa que tinha meu nome, depois a ameaça e agora isso -disse Magrí em tom baixo.
–Mais Magrí, eu não quero ser pessimista mais...e se sua mãe tentou mesmo se matar?
–Calú! -repreende-o Crânio.
–O que eu disse?
–Karas! Tenho que mostrar uma coisa a vocês.
Miguel tirou do bolso a ameaça que ele encontrou em seu armário e mostrou para todos que estavam alí.
–QI? -Surpreendeu-se Calú.
–Parece que temos um velho amigo nosso querendo vingança -disse Chumbinho -pena que a gente não pretende deixar eles livres por muito tempo.
–Vamos botar um por um eles na cadeia -animou Crânio -Nós somos "os karas"!
–O avesso dos coroas...-começou Miguel.
–O contrário dos caretas! -completou Calú.
–Vamos resolver essa! Certo Karas?
–Claro que sim Magrí...juntos vamos conseguir!
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–Quando vai começar a por o seu "novo plano" em prática? -perguntou a mulher.
–Hoje mesmo. Vou fingir que estou arrependido e dizer que quero ser "amigo" dela -disse Ricardo.
–Já falou com o chefe?
–Mais o plano não era me aproximar da garota e as poucos ir virando "amiguinho" dos amigos dela?
–Sim, mais...
–Então! Só estou cumplindo ordens.
Dito isso Ricardo saiu com a intençao de botar seu plano em prática.
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Magrí andava calada sem direção, ela precisava pensar. Pensar em tudo o que estava acontecendo, sua mãe havia sido encontrada quase morta no banheiro decasa e isso para qualquer um poderia ser motivo de desespero. Mais não para Magrí! Ela era uma kara! Não poderia deixar o desespero tomar conta de seus pensamentos, ela precisava agir! E rápido!
Seus pensamentos foram interrompidos quando uma voz conhecida a chamou.
–Magrí! Por favor espera!
Ela conhecia aquela voz, como conhecia! Ao ver que ele insistia Magrí resouveu saber o que ele queria. "Melhor ver logo o que ele quer".
–O que você quer? -disse seca.
–Eu só quero te pedir desculpas...-falou Ricardo.
–Eu não gosto que me tratem como uma qualquer.
–Eu sei disso, agora pude ver como você é diferente, especial, sinto muito mesmo, me perdoa?
–Tudo bem...
–Amigos?
–Amigos...
–Posso te dar um abraço?
–Claro que sim.
A garota o abraçou Ricardo, apesar de tudo ela acreditava que ele não havia feito por mal e queria a amizade dele.
–Interrompo o casal?
Ao ouvir essa voz Magrí levou un susto e se separou do abraço.
–Interrompo?

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continua...

Notas finais
Me desculpem qualquer coisa... Comentem ;)