Droga de Vida
1 Nem Sempre Todo o Conhecimento é Bom Parte 1
No dia seguinte a meu aniversário de 15 anos estava eu embaixo de uma árvore a frente de minha casa, quem me olha pensa que minha vida e uma folga, porem nunca deseje ter minha vida, convivi sozinho durante anos minha mãe, nunca conheci. e meu pai, um empresário famoso que nunca se encontra em casa e nunca acha tempo para dizer um Oi ou apenas para ver seu filho (No caso Eu) é horrível pelo menos para mim, minhas únicas companhias são meu cachorro Max e meu melhor amigo Luiz, ele mora a algumas quadras da minha casa, mais nunca se encontra em casa geralmente esta no Bosque da cidade, moro em Little street a quase 10 anos praticamente nasci aqui desde então meu único amigo e eles dois.
Me levanto e vou em direção a minha casa que para variar era enorme, uma mansão para ser mais exato, com duas quadras de esportes, piscina além da casa que tem mais de 12 cômodos. Me deparo com Max na entrada, ele estava estranho como se tivesse visto um fantasma ou algo do tipo, ele sai em disparada para dentro do quarto de meu pai, que por conhecidência estava aberto, olho para os dois lados me certificando de que não havia ninguém em casa, e resolvo entrar, quarto de meu pai é enorme tenho que admitir para um solteiro de 40 anos ele é bem moderno, uma televisão gigantesca a frente de sua cama com colchão de água e tudo mais, não entrarei em detalhes quanto a isso, segui ate onde Max estava me indicando coincidentemente a uma porta escura que no principio achei que estivesse trancada mas estava só encostada. abri a porta com um sobressalto uma escada que dava direto a uma outra porta, segui junto de Max ate essa segunda porta e então com alguns empurros consegui coloca-la ao chão, mas a surpresa atrás da porta não foi muito agradável, pelo menos pra mim não foi. fotografias de minha mãe penduradas em todo o lugar, havia um santuário preparado para minha mãe, isso não só me abalou emocionalmente, como também mentalmente meu pai parecia tão seguro de si esses anos todos e em uma reviravolta do tempo parecia tão fraco, senti uma lagrima se forma em meus olhos, enxuguei as lagrimas de meus olhos e prossegui, em uma prateleira do lado esquerdo do "Santuário" encontrava-se um livro não diferente dos livros que se encontra em bibliotecas ou escolas, mas esse eu tinha certeza de que não era um livro comum, exitei, mas depois de um longo pensamento decidi abri-lo, pior decisão que já tomei em minha vida a cada pagina eu ia descobrindo quem realmente eram meus pais, no mesmo instante ouvi um barulho na entrada de casa imediatamente me antecipei jogando-me para fora do quarto do meu pai.
–Nathan ? O que faz você perto do meu quarto ? Porque a porta dele esta escancarada ?- Me pergunta meu pai parecendo muito calmo a principio.
Congelei no mesmo instante, geralmente meu pai nem ao menos direcionava a palavra a mim, e agora me chama ate pelo meu apelido, isso me intrigava será que ele sabe que ele desconfia de que eu entrei em seu quarto, ou pior será que tem conhecimento de que eu encontrei o "Santuário"..
–Eu ? Nada só estava indo em direção ao banheiro, Alias já ia lhe avisa que a porta estava aberta- Digo tentando me parece calmo.
Ele me estuda cautelosamente sem pronunciar palavra alguma, ele olha para seu quarto examinando-o ou coisa semelhante.
–E o que você esta esperando ? — Me pergunta ele–Esperando? -Pergunto confuso–Sim, você não ia ao banheiro ?–A sim, então... Te vejo por ai — digo
apresso meus passos indo diretamente ao banheiro para disfarça, vejo por cima dos ombros que ele entrou no quarto dele, então vou a meu quarto, ao entrar tranco a porta deito-me a cama e continuo a examinar o determinado caderno.
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