Dream's Place

41 Frio Súbito


Notas iniciais
Eu peço desculpa para os que acompanham Dream's Place. Meu trabalho com essa história realmente está complicado de lidar, mas estou me esforçando o máximo para ela rolar bem. Enfim, obrigado aos que leem e boa leitura.

O sábado amanhecia frio. Era cedo, porém Tankeno já estava no parque tentando concentrar-se, mesmo com a leve neblina que rondava no ar. Como ainda era bastante cedo ainda, Oyahashi não preocupava-se com o aparecimento de alguma pessoa. Sua aura abrilhantava dentre o nevoeiro, visto de longe era como uma lanterna usada ao dia. O seu controle ainda não estava bom, mas era notável, mesmo que mínima, uma melhora no controle de seu poder. Ele ficou mais um tempo lá, até que decidiu voltar para a casa.

Já em casa, Tank decidiu tomar um banho para esquentar o corpo, afinal estava bastante frio do lado de fora e ele usava roupas curtas para que sua pele não ficasse restringida. Enquanto estava no banho, ele pensava em alguma forma mais fácil de controlar os poderes, afinal isso era necessário, já que ele estava se transformando em um demônio sem controle. Pensou que talvez poderia tentar forçar o retimento do poder com as bilas, mas quando elas simplesmente o tocam, já o fazem perder a consciência por alguns segundos. Também pensou que poderia usar o poder até um ponto que ele iria explodir ao máximo e se controlar em seu corpo, mas poderia chegar ao descontrole. Ele socou a parede e reclamou:

– Merda! Não tem jeito de trocar o método! Preciso conversar com o professor Fig.

O garoto saiu do banheiro e logo vestiu sua roupa de costume: Uma camiseta azul, calça e tênis pretos e uma jaqueta também preta, que tinha uma pequena abertura em seu centro em forma de losango, que deixava à mostra sua camiseta por debaixo. Quando passou pela sala, ele viu que Murphy ainda estava dormindo, então simplesmente ele escreveu um aviso que dizia:

Estou indo à Yumeushi conversar com o professor Boulevard. Se quiser ir até lá depois, eu não sairei de lá, apenas para voltar pra casa. Pode comer quanto quiser, mais tarde eu farei compras.

Tank

Ele deixou o bilhete em cima da mesinha na frente do sofá onde Edward dormia e sai.

Na rua, Tankeno caminhava lentamente até Yumeushi, já que era sábado e não havia pressa alguma com horários escolares que costuma ter na semana. Ele estava com as mãos em seus bolsos e o clima havia esfriado ainda mais. Ele olhou pro céu e resmungou:

– Todos esses dias quentes foram só pra enganar? – ele dá uma baforada em suas mãos – O que estou dizendo? Tenho preocupações maiores do que com o clima... Mas se for ver bem, minha pele está muito sensível à temperatura ultimamente. Será que tem algo a ver? – ele olhou para as mãos, que haviam esquentado de maneira brusca com a simples soprada que dera.

Passou-se um tempo e ele finalmente chegou na escola. O portão estava fechado, mas não trancado, então Tankeno logo o abriu e foi diretamente até o laboratório de Ciências da escola. Chegando lá, não havia ninguém – Ele deve estar no campo de treino... Mas como é que eu vou abrir essa porta por aqui? Deve ter alguma campainha em algum lugar – dizia o moreno enquanto examinava o lugar. Depois de um tempo sem encontrar nada, a porta repentinamente abriu a sua frente. Ele não entendeu bem como abriu, já que não havia ninguém do outro lado. Ele entrou, olhou para os lados e continuou sem ver ao menos algum rastro de alguma pessoa que possa ter aberto aquilo. Quando desistiu de procurar, caminhou até o que era pra ser apenas um pequeno casebre. Quando ele estava quase na porta, sentiu uma mão macia em seu ombro e, no momento em que ele virou pra ver quem era, vê o rosto de Samantha e ouve ela dizer:

– Desculpe por isso, Tank – subitamente o garoto desmaia com a grande quantidade de bilas de fogo utilizadas pela mulher

Notas finais
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