Dreams Of A Demigod

20 Capítulo 20: sonhos com A.


Notas iniciais
DEUDES CONSEGUI UHUUUUUUUUUUUU, ACHEI MEU QUERIDO PENDRIVE, AMO-ME, desculpem não postar sou uma vagaba completa, mas to nem aii, vou mudar um pouco minha historinha linda, percebi q estava escrevendo algo que não sou muito eu (era p/ ser para pre-adolescente, reli e não vi muita coisa minha) então vejam meu lado eu que começa no cap 21, ps: quero A MARCA DE ATENA AGORA NÃO VOU ESPERAR 10 DIAS....

Descobri que semideuses tem sonhos, mas não pensava que aquele fosse ter algo do passado.

Eu estava com 3 anos de idade, passeando no Central Park com a minha mãe e a vovó (a vovó era uma mulher especial, sempre com vestidos floridos, de bom humor, bom uma avó comum, com seus cabeços ficando quase todos brancos, óculos, um sorriso deslumbrante e um tanto mais baixa que minha mãe)estávamos felizes juntas e eu adorava ver os pássaros as arvores tudo me encantava naquela época, tinham varias famílias caminhando juntas e tudo estava como um dia normal, então eu vi um menino parecido com o Percy só que bem mais novo, os traços tudo era praticamente igual e claro um ano mais velho que eu, ele estava comento doces azuis com uma mulher sentados em um banco alguns metros mais distante tinha um menino (com a idade próxima a do menino parecido com Percy) com cabelos castanhos e um rosto com pequenas sardas e olhos intensos de um ton verde claro, eu não o conhecia, mas ele parecia um tanto feliz com o homem (possivelmente seu pai) que caminhava junto a ele, o estranho é que ele tinha muitos símbolos em sua roupa (sim símbolos verdes que para mim não tinham significado), quando o menino notou que Percy estava a alguns metros de distancia começou a encara-lo com um olhar assustador, seus olhos começaram a brilhar como se o menino soubesse quem Percy seria um dia, as mão do menino começaram a ficar verde brilhante, quando o pai se deu conta do que o menino estava fazendo imediatamente pegou-o no colo e saiu correndo. O sonho foi se dissolvendo e eu não entendia o porquê daquele sonho, nem me lembrava desse dia.

Então se formou outro sonho, (esse dia eu me lembro, dois meses antes de me mudar para o Brasil com 8 anos de idade) eu estava viajando com Roger e minha mãe para uma pequena cidade chamada Keeseville em Nova York, íamos ver a Beatriz (irmã do Roger), não tinha muitos Habitantes, e só passaríamos alguns dias lá (não pensei que seriam dias complicados ou sei lá).

Passamos pela rua Morrow Lane, no final da rua tinha um brilho verde neon (naquela época eu decidi que estava ficando louca), pena que a rua era 1 quarteirão da casa da tia Beatriz. Se querem saber Beatriz Willians são tinha nada de parecida com o Roger... cabelos ruivos, olhos azuis, uma tia maluca (no bom sentido), fez cursos de artesanato (é a casa dela tinha muitos enfeites feitos pela própria), não era casada, mas sempre estava com seu namorado Edmundo Perks (não ele não era tão estranho quanto o nome), eles foram feitos um para o outro (literalmente) ele era igual a ela ruivo, olhos azuis, maluco, só que fez curso de Arquitetura, mas claro ele também sabia desenhar como ninguém.

O sonho percorreu até a sexta feira (o dia mais estranho), eu fui passear com a tia Beatriz (quando estávamos juntas adorávamos passear por parques ou claro artesanato), estávamos tomando sorvete em uma praça e eu brincava com as pequenas vizinhas dela, Carrie e Megan eram gêmeas idênticas que odiavam usar roupas iguais, elas tinham 6 anos de idade e eram muito fofas, cabelos negros cacheados e olhos cor de âmbar (Megan também tinha um caso a parte... ela era muda) Moravam com os avós porque seus pais haviam morrido em um acidente alguns meses depois de elas nascerem. Naquele dia a Praça estava cheia de Pessoas com cachorros (cidade pequena, pessoas mais velhas, cachorros, claro porque não?). Perto de nos tinha um garoto sozinho, (opa espera ai... era o garoto que tinha os olhos brilhantes, aquele do meu outro sonho) ele estava com praticamente 9 anos de idade, seus olhos não brilhavam, ele estava chorando, suas roupas estavam um tanto surradas, mas ainda se via símbolos verdes por toda a roupa. Carrie foi a primeira a decidir saber o que ele tinha (pessoas felizes não aguentam ver pessoas tristes), nos ter fomos até ele.

- com licença você esta bem? – disse Carrie

- sinceramente não. – ele respondeu

- qual é seu nome?

- pequena você não deveria perguntar nomes a estranhos...

- você não parece estranho, meu nome é Carrie e essa é minha irmã Megan e a minha amiga Leticia.

- tudo bem... Meu nome é Alabaster, se eu fosse qualquer uma de vocês, com certeza ficaria longe de mim.

- Por quê? – perguntei

- eu só trago problemas para todos e monstros me perseguem.

- monstros? Isso é historia para bebes

- só espero que você não seja como eu – murmurou depois teve um momento de transe e se afastou – por favor vocês precisam sair daqui. – um dos símbolos de sua camisete se “quebrou” digamos assim, fez um barulho de vidro e caiu no chão sendo assim absorvido no asfalto, nos gritamos de pavor com o que aconteceu. – por favor, não gritem, vai ficar tudo bem, espero... Nada vai acontecer a vocês...

Carrie e Megan começaram a correr e foram até minha tia que estava do outro lado da praça comprando sorvete, e eu fiquei parada sem me mover até que resolvi desabafar.

- um símbolo de vidro acabou de cair da sua roupa, isso é normal?

- na minha vida, nem tanto... – ele pegou um colar no bolso e me entregou (isso é normal) — fique com isto e guarde, não vai trazer nada de mal, mas vai te dar proteção e para mim também... agora só mais uma coisa... incantare: Oblivionis subitaneus .

Fui tomada por uma névoa verde, meu deus lembro-me do cheiro de jasmim com pele de carneiro malhada ou seja: horrível na sei lá que língua que ele disse.

Minha tia chegou e me perguntou

- o que aconteceu, você esta bem?

- sim tia porque não estaria.

- as meninas disseram que você estava falando com um cachorro

- cachorro?

- sim, um cachorro – as garotas disseram

Por um momento me senti totalmente estranha como se não tivesse tido a conversa com o Alabaster e sim com um cachorro, olhei para onde Alabaster estava a alguns segundos atrás e vi tinha mesmo um cachorro.

- sim tia era um cachorro, esse cachorro — e apontei – ele é bem fofinho e parece estar com fome... acho.

- querida ele deve ter dono, se acalme, pegue seu sorvete e vamos para a casa.

Caminhamos alguns metros e coloquei a mão no bolso, senti algo um tanto gelado em minhas mãos, uma corrente. Esperei elas se afastarem um pouco e vi um colar de prata com uma pedra de 3 centímetros, não era uma pedra qualquer era uma esmeralda (ou parecia), um símbolo brilhou por alguns instantes e se apagou como se nunca estivesse estado naquela pedra. Lembrei-me de tudo o que tinha acontecido, mas por alguma razão não senti necessidade de informar as meninas ou a Beatriz. O sonho se dissolveu.

(Com se não bastasse 2 sonhos dissolvidos tinha que ter mais um pelo menos)estava na mesma cidade da tia Beatriz, bem naquela rua (que tinha uma luz brilhante e verde de quando eu tinha 8 anos), as pessoas na rua passavam e esbarravam em mim a toda hora (licença eu não sou invisível), vi o mesmo menino Alabaster aparentava ter agora 16 anos, ele caminhou até a ultima casa da rua, claro a casa tinha um campo magnético verde (ou sei lá era uma bola cobrindo a casa, eu não conseguia entrar na casa e o tempo ia passando rápido o sol ia mudando de posição muito rápido, resumindo um homem (muito bem vestido) entrou na casa; depois ambos foram para fora; chegou um monstro que se dizia ser a “irmã” de Alabaster (piada néh haha monstros tem um lado patético... eu acho); ele desdobrou um papel que virou espada, o homem tinha uma arma (e eu despreparada como sempre); começou uma luta, relâmpagos, céu escuro, rua deserta (tipo filme); o homem atirou no monstro (percebi que nada me atingia... me deram um tiro e sobrevivi); a monstra se transformou em terra e depois foi se regenerando; os não monstros foram para dentro da casa; consegui entrar na casa; Alabaster e o seu amigo (muito mais velho) subiram para o quarto Alabaster pegou um livro e a monstra agarrou o amigo dele pelo pescoço (como se o cara não fosse esperto o bastante), se jogou da escada e morreu. Por um momento achei que o tempo havia parado então vi uma luz e repentinamente estava em outro lugar com Alabaster era um campo, ele estava deitado e eu sentada perto de uma arvore, algumas lagrimas escorriam de seus olhos até uma figura parecer, o homem bem vestido disse: venha, acho que nos temos uma pesquisa a fazer.

Notas finais
queridos mandem reviews okok bjs