Dreams Of A Demigod

10 Capítulo 10: enfrento um morcego gigante


Eles se foram, e eu me arrependi do que disse 30 minutos depois, não conseguia dormir então fiz uma mala: com trocas de roupa, mel (eram embalagens plásticas bem pequenas onde tinha mel, algo que me acalmava muito, eram vendidas na pousada da minha mãe porque lá perto se tinha um vendedor de tudo o que tem haver com mel), escova de dente, escova de cabelo, meu celular, o diário de Elizabeth, meu taco de beisebol, uma lanterna e mais algumas coisas.

Estava prestes a ir me trocar até que ouvi um barulho (será que eles voltaram? Ou é outro monstro?) peguei minha faca e mochila e desci (com TUDO o que havia acontecido ninguém teve a ousadia de acordar? Isso é ter sono pesado...) minha mochila ficou na sala e sai, não havida nada então resolvi adentrar um pouco mais na floresta não havia nada lá, mas estava pensando que se não agisse logo poderia atrair alguma criatura, não sei o que me passou pela cabeça mas tive um Super impulso voltei a sala peguei minha mochila, meu cérebro estava a mil, fechei a porta e corri para os estábulos, estava muito escuro então peguei a lanterna na minha bolsa, (eu estava no piloto automático nem sabia o porque estava fazendo aquilo), sabia que eram quase 1:30hs. Cheguei aos estábulos corri até a “casa” de Sebastian (esse era o nome do meu cavalo, ele era um garanhão branco, perto de seus cascos seus pelos eram da cor preta, por isso eu o escolhi ele era diferente) o preparei e saímos, eu estava puxando-o devagar para não acordamos ninguém, quando estávamos nos portões o montei e saímos em disparada para o estremo de Long by Text-Enhance\">Island aonde supostamente ficaria o acampamento, não fomos parados por nada (nem monstros) o que eu achei estranho a paisagem de fazendas foi mudando para colinas, as arvores foram mudando e a estrada também para pinheiros, até estava ficando mais frio e com mais nebrina então resolvi diminuir um pouco o ritmo. Vi uma colina grande, com um pinheiro bem alto, ela era cercada por uma floresta densa e sabia que tinha uma praia depois daquela floresta eu até podia ouvir o barulho intenso do mar e isso era bom como estar em casa (na antiga casa) olhei para o pinheiro novamente e vi algo reluzindo em dourado no galho mais baixo (deduzi que tinha a ver algo com o acampamento) e então percebi tinha um dragão ENORME junto a arvore, pensei “EU VOU MORRER PRONTO, MINHHA VIDA ACABO, ADEUS MUNDO...” tive um ideia (não tão brilhante) “vou pela floresta claro assim não sou frita” então cavalguei por entre a floresta quando estava quase chegando na praia e sentia o cheiro do mar aconteceu o mais provável que poderia acontecer (finalmente ou pessimamente) apareceu um monstro.

– será que é possível que esse lugar só tem monstros? – pensei muito alto(porcaria)

– como você ousa me chamar de monstro?

– o que é você?

– eu sou uma fúria e eu pretendo te matar e levar sua alma para o submundo e tenho certeza que você terá um ótimo castigo.

A fúria era mais ou menos assim uma mulher bem enrugada com asas de morcego e garras e preses nojentas e amareladas. Sebastian começou a ficar bem aflito eu não o culpo sinceramente eu achava que por dentro estava em um estado bem pior brandi a espada e a fúria voou para cima de mim tentei fazer algum corte nela, mas ela acabou ferindo meu braço com o impacto cai no chão ( by Text-Enhance\">beleza em cima do meu braço machucado como eu tenho sorte) Sebastian começou a entrar em pânico e saiu correndo. Levantei-me e ataquei nada agora ela feriu ainda mais meu braço (fincou suas garras no meu pulso e me elevou a 5 metros do chão) a dor era insuportável, sentia meu sangue escorrendo pelo braço e tentava lutar.

– tão ingênua vai morrer tão cedo... – e fúria disse

E me atirou 10 metros do chão cai em uma raiz de arvore, agora minha cabeça latejava, mas eu precisava vencer aquela coisa sem essa que eu ia perder essa briga, senti algo escorrendo da minha testa: sangue. Levantei e quando ela atacou rasgou minha camiseta com suas garras, ela avia atingido minha cintura tudo estava girando então resolvi esperar que ela atacasse novamente (tinha um plano).

– você é persistente em não querer morrer.

Ela voou para perto de mim e quando ela ia atacar de novo precipitei-me e ataquei, com muita violência, seu ombro por um instante achei que tivesse errado, mas depois só vi pó dourado se deixando cair por cima de mim. Minha mochila pesava duas toneladas, estava: com a camiseta, braço esquerdo e a testa empapados de sangue, estava vendo tudo dobrado, mas resolvi seguir para a praia porque eu precisava de ajuda. (ok não iria ter ninguém há essa hora na praia) mas se fosse morrer morreria vendo o mar. Cheguei a praia e segui um pouco mais para a direção de onde estava o acampamento pensando que estaria segura, estava chorando passava pela minha cabeça que morrer e deixar minha mãe, minha família, meus amigos e tudo só porque fui teimosa demais para esperar Percy, Nico e Jenny até de manhã quando tornei a voltar a ver a floresta vi, das sombras saiu um menino um pouco mais auto que eu, camiseta laranja, calça jeans, um cinto de mecânico, tênis azul, cabelos cacheados e um tanto bagunçados de um ton castanho escuro e olhos castanhos. Ele não me viu de imediato, mas quando me viu tomou um susto nessa hora eu desmaiei.

...

Notas finais
eiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii comenteeeeeem